Lucas Albuquerque

(ultima atualização em fevereiro/2024)

Vive e trabalha entre Rio de Janeiro, RJ e São Paulo, SP.
Membro do Comitê de Indicação do Prêmio PIPA 2024.

Bacharel em História da Arte e mestre em Processos Artísticos pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. É curador da Casa Museu Eva Klabin (Rio de Janeiro), produzindo diálogos entre seu acervo e arte contemporânea. Foi curador da Galeria Aymoré (Rio de Janeiro). Como coordenador do programa de residências artísticas do Instituto Inclusartiz (Rio de Janeiro), trabalhou estabelecendo conexões com artistas, curadores e pesquisadores entre Brasil e Reino Unido (Delfina Foundation), França (Frac Bretagne), Espanha (Homessessions) e Holanda (Rijksakademie). Realizou a curadoria das exposições “Muamba: brazilian traces of movement” (2023), na Ruby Cruel (Londres, U.K.); “Whispers from the South” (2023), na Lamb Gallery (Londres, U.K.); “Ustão” (2023) e “Ultramar” (2023), na Casa Museu Eva Klabin; “O Sagrado na Amazônia” (2023), com Paulo Herkenhoff, e “Gamboa: nossos caminhos não se cruzaram por acaso” (2022), no Instituto Inclusartiz; “Futuração” (2021), na Galeria Aymoré; além de outras individuais e coletivas. Desenvolveu a pesquisa “As relações entre melancolia e nostalgia no filme Sixty six” (2019), sobre o cineasta americano Lewis Klahr. No mestrado, desenvolveu a dissertação “Jogos Sérios: a experiência do humano em ambientes simulados” (2023), onde estabeleceu uma reflexão sobre a imagem digital e a interseção entre guerra, arte, mídia e entretenimento mediante a análise das obras Harun Farocki, Hito Steyerl, Joseph Delappe e Wafaa Bilal.

Site: albuquerquelucas.com
Instagram: @lu.casalbuquerque


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