Douglas de Freitas

Vive e trabalha em Belo Horizonte, MG.
Membro do Comitê de Indicação do Prêmio PIPA 2020.

Douglas de Freitas (São Paulo 1986) é curador associado do Instituto Inhotim. Trabalhou de 2011 a 2019 como curador no Museu da Cidade de São Paulo (Secretaria Municipal de Cultura), onde realizou a performance de Maurício Ianês, as instalações de Tatiana Blass, Lucia Koch, Iran do Espírito Santo, Felipe Cohen, Laura Belém, Sara Ramo e Vanderlei Lopes na Capela do Morumbi; a instalação de Sandra Cinto e Carla Chaim na Casa do Sertanista; a exposição de Albano Afonso na Casa do Bandeirante; e as exposições retrospectivas “Guerra do Tempo”, de Marilá Dardot, e Arte à Mão Armada, de “Carmela Gross”, na Chácara Lane. Em 2018 realizou a exposição “Morumbi Caxingui Butantã” com instalações de Cinthia Marcelle, Matheus Rocha Pitta e Marcius Galan, que ocuparam respectivamente a Casa do Bandeirante, a Casa do Sertanista e a Capela do Morumbi. Em 2017 realizou com Felipe Scovino e Marcelo Campos a exposição “Zerbini, Barrão, Albano” no Santander Cultural de Porto Alegre. Entre 2010 e 2012, foi coordenador do Edital de Arte na Cidade da Secretaria de Cultura de São Paulo, que realizou sete projetos de grande escala em espaços públicos. Foi o curador selecionado na Temporada de Projetos do Paço das Artes de 2011; vencedor do Prêmio PROAC Artes Visuais, com o projeto Fachada 2e1 – 2014, com intervenções públicas de Débora Bolsoni, Wagner Malta Tavares e Laura Vinci; do Edital Amplificadores de Artes Visuais do Recife, com a exposição Em Espera, no Museu Murillo La Greca; e do Prêmio Funarte de Arte Contemporânea 2013, na Sala Nordeste de Artes Visuais, em Recife. Em 2017 organizou o livro monográfico de Carmela Gross pela editora Cobogó. 


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