Charlene Bicalho: “do pó se faz cipó”, 2019, interven[ação], vídeo, fotografia, palestra, instalação. pó de pemba, ralador, cuia, hálito. dimensões variadas e imensuráveis. trabalho realizado durante residência Programa Público de Performance da Península com Caroline Bird, Caroline Leite, Daniele Rodrigues, Duan Kissonde, Jo Lima, Jéssica Porciuncula, Renata Sampaio, André de Jesus, Igor Simões, Aline Gonçalves e Iziz Abreu, no Museu de Arte do Rio Grande do Sul - MARGS. Foto de Pedro Hermida

Confira páginas e vídeo-entrevistas de artistas participantes do PIPA 2021

As páginas dos artistas indicados ao Prêmio PIPA são gradualmente alimentadas com conteúdo referente aos seus trabalhos. Cada participante tem uma página, na qual há informações sobre sua trajetória, além de imagens, textos e/ou vídeos sobre suas obras. Essas páginas servem como um catálogo da arte contemporânea brasileira e podem ser atualizadas pelos artistas a qualquer momento.

Neste post, apresentamos páginas de alguns dos 64 nomes do PIPA 2021 para que você saiba mais sobre eles:

Adriana Moreno

Adriana Moreno nasceu em São Paulo onde vive e trabalha. Artista visual graduada pela Universidade de São Paulo (USP), onde atualmente realiza pesquisa de doutorado em Poéticas Visuais. Sua pesquisa circunscreve o universo do desenho e das artes gráficas. De modo geral, parte de imagens do universo cientificista e arqueológico, numa tentativa de organizar esses signos. No entanto, os processos são dirigidos pela contingência das matérias envolvidas, de maneira que esse aparente controle ou planejamento proposto acaba frustrado pelo próprio material. Os trabalhos procuram refletir sobre a relação entre corpo e linguagem através do desenho, da imagem e da convenção simbólica da linguagem.

Vídeo produzido pela Do Rio Filmes exclusivamente para o Prêmio PIPA 2021:

Aoruaura

AORUAURA é a plataforma e fazer artístico de Oura Aura, nascida em 03/03 em 1997. Com práticas na performance e nas Artes visuais, formou-se Técnica em Artes Visuais pelo Instituto Federal de Pernambuco em 2019. Localizada no Antropoceno em decadência, a artista cria em condições de caos, uma nova corpo-imagem possível de afeto, usando a imagem e o corpo como matéria moldável. Utilizando desde objetos inanimados à animais mortos, partindo sempre do reflexo do corpo e movida pela não identificação com a própria imagem, compartilha em uma galeria virtual situações onde testa sua própria natureza. Atualmente tem seu trabalho representado pela Garrido Galeria.

“Aoru se tornou indissociável de sua obra, explorando através das linguagens artísticas, as condições processuais de ser viva. Enquanto corpo sensível e que há muito se reconhece em mescla de vida e performance, de trânsito e pesquisa, de expurgo, representação e absorção ininterrupta do mundo, a multiartista, com foco em multimídia e body art, é um convite à percepção de que se pode haver autorreconhecimento e propriedade de um corpo íntimo da incerteza”.

Aura – O Corpo enquanto Incerteza, Guilherme Moraes.

Vídeo produzido pela Do Rio Filmes exclusivamente para o Prêmio PIPA 2021:

Carolina Botura

Carolina Botura é artista visual, performer, poeta e mestre em Reiki. Graduada em Pintura e Escultura pela Escola Guignard – UEMG. É co-idealizadora do dispositivo VESPA [via de experimentação em performance e ação] e compõe o coletivo plástico sonoro POÇA. Suas práticas estão voltadas para a vivência das linguagens como um ecossistema sem fronteiras. Recentemente, a pintura tem se estabelecido como um eixo propulsor de uma pesquisa relacionada a temas que envolvem natureza, espiritualidade, sexualidade, vida e morte. Para Botura, a arte pode ser um meio de investigar o invisível, uma forma de promover impressões sensíveis que atuam em permanente transformação sobre os corpos físicos, sutis e simbólicos como uma ponte de encontro do ser consigo, com o outro e com o divino.

Vídeo produzido pela Do Rio Filmes exclusivamente para o Prêmio PIPA 2021:

Charlene Bicalho

Charlene Bicalho é artista interdisciplinar, curadora de articulações criativas e pesquisadora independente cujo trabalho em vídeo experimental, performance, texto, instalação, interven[ação] e fotografia emerge da intersecção entre crítica institucional, reflexões sobre o legado de comunidades tradicionais, processos em redes e aprendizagem contra hegemônicos. Sua formação em Administração e experiências na área de gestão cultural, no setor público e privado, informa uma prática criativa interdisciplinar que abarca interesses artísticos, ativistas, críticos e curatoriais contendo, mesmo em suas abordagens individuais, o desejo coletivo por visualidades divergentes.

Vídeo produzido pela Do Rio Filmes exclusivamente para o Prêmio PIPA 2021:

Gabriela Sacchetto

Gabriela Sacchetto é artista visual e educadora, mestre em poéticas visuais pela ECA-USP. Desenvolve seu trabalho artístico principalmente dentro do campo da pintura, do desenho e da gravura. O desenho de observação desempenha um papel importante no processo de construção dos trabalhos, que têm a paisagem como deflagradora dos processos artísticos.

Vídeo produzido pela Do Rio Filmes exclusivamente para o Prêmio PIPA 2021:

Luisa Almeida

Luisa Almeida se especializou em xilogravuras de grandes formatos e utiliza o alto contraste presente na técnica para se relacionar com sua temática-chave: retratos de mulheres e meninas empunhando armas de fogo no cotidiano. O que propõe é uma investigação sobre relações simbólicas presentes nesse objeto.

Também cenógrafa de óperas e peças teatrais, Luisa mescla recursos cênicos na concepção de sua obra, dando à luz instalações xilográficas. Parte de sua pesquisa se aprofunda em processos alternativos para a impressão de gravuras gigantes, como veículos, empilhadeiras e rolos compressores. Atualmente, é mestranda em Artes pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP) mesma instituição onde se formou (2017). Recebeu menções honrosas no 47º Salão de Arte Contemporânea de Piracicaba (2015) e na Mostra Comemorativa dos 30 anos do Museu da Xilogravura, em Campos do Jordão (2017).

Vídeo produzido pela Do Rio Filmes exclusivamente para o Prêmio PIPA 2021:

Natalia Marques -Emaye

Nascida em São Joaquim da Barra, SP, ano 1986, Natalia Marques é filha da casa Egbe Awo Asè Iya Mesan Orun, artista visual, figurinista, arte educadora e curadora independente. Sua pesquisa está centrada na relação entre a população negra do interior paulista e a indústria da cana-de-açúcar—importante atividade econômica na região desde o final do séc XIX—, as ferramentas utilizadas e as vestimentas ligadas a essa produção econômica, especialmente na intersecção destes elementos com a experiência da mulher negra. Sua prática artística se desdobra em cruzamentos entre linguagens performativas e o campo da visualidade (como print e gravura). Como parte intrínseca de seu pensar e fazer artístico, desenvolve ações educativas para exposições. Natália é membro-fundadora e curadora do coletivo Artístico literário Encontrão poético – SP, é Slammaster no campeonato de poesia falada Slam da Cana – RP, e também integrante do Centro Cultural Orunmila em Ribeirão Preto.

Vídeo produzido pela Do Rio Filmes exclusivamente para o Prêmio PIPA 2021:

Nau Vegar

Nasceu no estado do Pará, filho de ribeirinho, hoje reside em Macapá. Artista visual, professor de artes do Estado do Amapá; graduado em Artes Visuais UNIFAP, 2013. Especialista em Gênero e Diversidade na Escola pela UNIFAP. Produziu o Festival de Performance Corpus Urbis, Macapá (2015, 2016). Em 2017, realizou a Exposição Individual “EM NÓS”, e em 2020 produziu a Mostra online de Performance “Mizura in Rede”.

Vídeo produzido pela Do Rio Filmes exclusivamente para o Prêmio PIPA 2021:

Patrícia Teles

Patrícia Teles é artista-pesquisadora e trabalha com performance, teatro, vídeo, autorretratos, GIFs e instalações participativas. Utiliza o próprio corpo como meio de experimentação e se interessa por narrativas autobiográficas, ‘tecnologias baixas’ e latino-americanidades.
Em 2019 participou do II Prêmio Vera Brant (Brasília-DF) e cruzou a América do Sul por terra, do Atlântico ao Pacífico, para integrar a exposição SACO 8 – Destino em Antofagasta no Chile. Em 2018 realizou sua primeira exposição individual, ‘Aquário Betta’, na Galeria Espaço Piloto (Brasília-DF).
É doutoranda em Arte e Tecnologia (Universidade de Brasília), mestre em Lenguajes Artísticos Combinados (Universidad Nacional de las Artes -Argentina) e bacharel em Direção Teatral (Universidade Federal do Rio de Janeiro).

Vídeo produzido pela Do Rio Filmes exclusivamente para o Prêmio PIPA 2021:

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