“Profusão” e “Escalas Variáveis” | Individuais dos artistas Shima e Siri

(São Paulo, SP)

Os artistas plásticos Shima, vencedor do PIPA Online 2013, e Ricardo Siri apresentam obras inéditas nas mostras “Profusão” e “Escalas Variáveis”, respectivamente, a partir do dia 08 de outubro de 2016, na Galeria Mezanino.

Imagem potente
O paulista Shima revela obras da série ‘Entre Montanhas e Vales: geometria do voo’, em que brinca com imagens geométricas produzidas através de dobraduras, remetendo ao método japonês origami. Apresenta pinturas acrílicas sobre tela da série ‘Profusão’, realizadas em 2016. Nelas, o artista – que reside em Minas Gerais, explora o jogo de elementos e formas em tons da tríade: preto / branco / cinza. O texto crítico é da curadora Ana Luisa Lima.

Poder do som
O carioca Ricardo Siri apresenta escultura sonoras da terceira série, iniciada em 2010, em que explora a Harmonia (instrumentos de teclas). Previamente, ele focou na Melodia (instrumentos de sopro – que foram apresentados na exposição ‘OROBORO’, na Galeria Mezanino, em agosto/2015) e Ritmo (instrumentos de percussão). Algumas das peças serão apresentadas no stand da Galeria Mezanino na edição da ArtRio 2016 (29/09-02/10). O texto crítico foi realizado pelo curador Ricardo Resende, do Museu Bispo do Rosário – RJ.

Sobre Shima
Nasceu em 1978 em São Paulo, vive e trabalha em Carrancas – MG. Graduou-se em Design Gráfico na Faculdade de Belas Artes de São Paulo, em 2001. Utiliza da metodologia do design para desenvolver projetos em performance arte, além de objetos, instalações, filmes e fotografia.

Foi indicado ao prêmio PIPA em 2013, no qual conquistou a categoria Pipa Online, participou dos programas Rumos Artes Visuais (2008-2009), Interações Florestais Terra Una (2010), Bolsa Pampulha (2010-2011), e realizou residências na Holanda (European Ceramic Workcentre), Japão (Okinawa’s City Mayor), e Bélgica (Les Halles), entre outros. Recebeu prêmios como Melhor Curta, no I Frankenstein Filmfest, na Alemanha, pelo filme “Third Person” e Menção Honrosa no IX FestCine, em Goiânia.

Participou de exposições coletivas na Alemanha, Argentina, Áustria, Bélgica, Brasil, Chile, Espanha, Estados Unidos, Holanda, Itália, Japão, Polônia, Portugal, República Tcheca e Venezuela. Participou das duas edições da Movimenta (2015-2016), festival de performances da Galeria Mezanino.

Sobre Ricardo Siri
Nasceu em 1971, no Rio de Janeiro (RJ). Vive e trabalha no Rio de Janeiro (RJ). Percussionista por formação, em 1999/2000, graduou-se como baterista pela Los Angeles Music Academy, nos Estados Unidos, e aprofundou seus estudos de percussão indiana e africana na Sangeet World Music School (Pasadena/CA).

Em carreira solo desde 2004, lançou 3 CDs autorais e ganhou o Prêmio da Música Brasileira, em 2010. A partir de 2007, adentrou no universo das artes plásticas sem abandonar elementos constitutivos de sua experiência musical.

A exposição ‘Distorções’ (Casa França Brasil, RJ, 2011) por exemplo, é uma instalação sonora composta por diversas esculturas que podem ser reorganizadas e substituídas por outras peças em um processo análogo à dinâmica de alternância de membros em uma orquestra. Apresentou um carro Fusca como instrumento tocando sua lataria e motor, em outras instalações/performances, Siri substitui a pele de tambores e o som de instrumentos de sopro como tubas e trompetes condenados pela idade, por alto-falantes. A partir daí, em um processo que propõe ressuscitar os instrumentos, o artista faz composições únicas para cada peça, criando assim, uma base sonora para suas performances.

Foi selecionado para os projetos Rumos Itaú Cultural 2005/2006 e Programa Petrobrás Cultural 2007/2008. Participou do Festival Internacional de Linguagem Eletrônica – FILE (São Paulo, SP/2007),VERBO – Galeria Vermelho (São Paulo, SP/ 2007), XVII Bienal de Música Contemporânea (RJ). Apresentou seu trabalho na Portikus (Frankfurt, em 2013), NBK-Gallery (Berlim, em 2013), V22 e Victoria and Albert Museum (ambas em Londres, em 2012), Centro Cultural Helio Oiticica (Rio de Janeiro, RJ / 2012), entre outros. Realizou residências artísticas no Battersea Art Center (BAC), parte do projeto Olímpico – Rio London Ocupation (Londres, GB / 2012) e Cité International des Arts (Paris, FR / 2013).

“A Cor do Brasil”, coletiva com Julio Leite
Curadoria de Marcelo Campos Herkenhoff
Abertura: 02 de agosto
Em cartaz até 15 de Janeiro, 2017

Galeria Mezanino
R. Cunha Gago, 208 – Pinheiros, São Paulo – SP, Brazil
Funcionamento: terça a sábado, das 11h às 19h
T: 55.11.3436.6306
info@galeriamezanino.com



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