Daily Archives: 2 de fevereiro de 2015

Em cartaz | “Mais Pintura”, com curadoria de Bruno Miguel e Luiz Ernesto

(Petrópolis, RJ) Em nova temporada de exposição, “Mais Pintura”, mostra coletiva de alunos da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, segue em cartaz. O projeto surgiu como desdobramento do curso “Questões prático-teóricas da pintura na contemporaneidade”, orientado pelos curadores Bruno Miguel e Luiz Ernesto. Nos últimos anos, acompanhamos o desenvolvimento vertiginoso das tecnologias digitais. As mais corriqueiras experiências do dia-a-dia transformam-se, pelos mais variados dispositivos, em imagens que, instantaneamente são postadas nas redes sociais e distribuídas por todos os lugares. Com vida curta, são vistas por segundos apenas, dando lugar a outras e outras que as sucederão em um fluxo sem fim. Mas, longe de se opor a este mundo da tecnologia, a pintura fertiliza-se com ele. “Mais Pintura” pretende alimentar o debate.

Em cartaz | “Resistir ao passado, ignorar o futuro e a incapacidade de conter o presente”, de Vijai Patchineelam

(Rio de Janeiro, RJ) O ateliê e as ruas estão presentes no trabalho de Vijai Patchineelam e nesta exposição, através do uso da vídeo, do livro de artista e do cartaz, testemunhando modos de apreensão da realidade. A exposição conta ainda com a apresentação de “Equilíbrio I, II e III” do artista Carlos Zilio. “Resistir ao passado, ignorar o futuro e a incapacidade de conter o presente” tem curadoria de Luiz Camillo Osorio e Marta Mestre.

Abertura | “Autorretrato em branco sobre preto”, mostra individual de Jaime Lauriano

(São Paulo, SP) Autorretrato em Branco sobre Preto busca elaborar traumas históricos ao referir-se às diversas formas de dominação derivadas do Brasil colônia e que persistem ainda hoje, apenas performadas por agentes atualizados. O papel da linguagem no processo de colonização é uma das questões centrais nos trabalhos de Jaime Lauriano expostos nesta individual. Questões acerca da linguagem oral, da narração e das formas de se contar uma história nos levam a pensar sobre como o colonialismo vai além da subordinação material e física do sujeito, incrustando-se também no sistema epistemológico.

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