Daily Archives: 13 de agosto de 2014

Mayana Redin concede vídeo-entrevista exclusiva para o Prêmio

É possível perceber, através do trabalho de Mayana Redin, interesses pelo imaginário geográfico, cosmológico, filosófico e por outras formas de ficção criadas pela imaginação e pelos objetos do mundo, usando, para isto, diversas linguagens artísticas: desde apropriações de imagens e objetos, até o desenho, passando pelo vídeo e a fotografia.
Com sua atuação no ateliê limitada pela atividade que exerce como professora universitária de Artes Visuais, a artista pondera que mesmo se tivesse tempo não ficaria sempre no “micro universo” de casa, do ateliê ou do escritório, já que sua prática se completa na rua, “onde talvez o pensamento consiga se abrir um pouco mais”.
Assista ao vídeo.

Camila Sposati cria instalação como projeto de residência na III Bienal da Bahia

(Itaparica, BA) Para a arquitetura de “Teatro Anatômico da Terra”, Camila usou como modelo o Teatro Anatômico de Padova, construído em 1595, com capacidade para 80 pessoas e modelo também para vários outros teatros anatômicos surgidos posteriormente. A característica da arquitetura do teatro de Padova é do tipo axial para o foco ao corpo, ideia originada a partir de uma criação conjunta entre o anatomista Hieronymi Fabricii (1533-1619), o teólogo Paolo Sarpi e o arquiteto Dario Varotari.

Últimos dias | A-PLAY.[ENTRE ARTISTAS]III, com Carla Zaccagnini, Laura Lima e Yuri Firmeza

(Brasília, DF) Com várias obras interativas os visitantes serão convidados a manipular e interagir com os trabalhos, entrando nos jogos propostos pelos artistas. Trata-se de um grande jogo onde tudo mundo poderá participar. A brincadeira segue três regras: Regra 1: Sem regras definidas. Regra 2: A regra 1 só pode ser cumprida quando todos (ou um) dos participantes não conhecer nenhuma regra de mais nenhum outro jogo. Regra 3: Vence quem atirar a primeira pedra.

“Chora Chuva”: nova instalação por Gisela Motta e Leandro Lima

(Vancouver, Canadá) “Nossa proposta é recriar uma situação onde a chuva invade um espaço fechado, onde precária e provisoriamente se tenta controlar a situação instável. O que deve ser mantido do lado de fora invade o lado de dentro. A instalação consiste de uma bagunça de vários baldes, aleatoriamente posicionados na tentativa de conter todos os vazamentos no cômodo”, dizem os artistas sobre o projeto.

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