Daily Archives: 3 de agosto de 2014

Entrevista com Fernando Mendonça

Fernando Mendonça é natural de São Bento de Bacurituba, no Maranhão, vive e trabalha na capital do Rio de Janeiro. Nesta entrevista ele responde à pergunta do artista Cadu: “Onde começa a vida e termina a arte?”. Mendonça afirma que não consegue dissociar uma coisa da outra. “Eu acho que a vida e a arte elas têm uma simbiose muito forte e profunda”.
O artista fala da sua relação com a gravura, de sua rotina “meu cotidiano é arte” e do seu espaço de trabalho, “a minha casa é meu estúdio. Eu já acordo e vou trabalhar.”
Assista ao vídeo.

Entrevista com artistas indicados ao PIPA 2014 | Ronald Duarte

Ronad Duarte vive no Rio de Janeiro, é mestre em História da Arte com habilitação em Linguagens Visuais, pela UFRJ e nos últimos 20 anos participou de importantes exposições e eventos culturais no Brasil e no Mundo.
Nesta entrevista, em resposta à pergunta da curadora Daniela Labra sobre qual é a principal carência que observa no meio da arte contemporânea brasileira, o artista fala da falta de diálogo com as outras linguagens, as outras artes, as diferenças e a vida.
Duarte comenta sobre sua relação e convívio direto com a violência urbana “conheci arma antes de conhecer arte” e afirma que não trabalha com o tema por uma questão estética ou de escolha, mas por necessidade.
Assista à entrevista.

Últimos dias | “Volúpia Construtiva”, mostra coletiva com Luciano Zanette e Mayana Redin

(Porto Alegre, RS) “Volúpia construtiva” examina como, no mesmo plano, com frequência se combinam vetores que apenas na aparência estariam em oposição. Essa percepção emerge de uma pesquisa junto ao acervo do museu. Não corresponde a um levantamento exaustivo da seção de desenhos dessa coleção, menos ainda equivale a um panorama da produção rio-grandense em torno dessa categoria de trabalhos ou de suas possibilidades expandidas.

Arjan Martins expõe pinturas em mostra individual no MAM-Rio

(Rio de Janeiro, RJ) Em “Américas”, o tema é o da alteridade, o da solidariedade étnica. Mas esse retorno que acompanhamos pelo menos nos últimos, agora, em Arjan, não eclipsa a qualidade pictórica. É evidente que a questão expressiva que está presente é uma escolha muito bem-sucedida. Arjan escolhe a tradição expressiva. Não está sozinho na pintura contemporânea brasileira nessa opção, mas existe algo muito importante que chama a atenção em sua linguagem e que o diferencia: não existem firulas nem macetes.

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