Daily Archives: 25 de julho de 2014

1º turno do PIPA Online acaba neste domingo

Os artistas participantes do PIPA Online 2014 têm somente até domingo para conquistar 500 votos e passar ao segundo turno. A votação será encerrada à meia noite do dia 27 de julho e reiniciada (com os votos zerados) no dia 3 de agosto, quando começa o segundo turno.
Este ano pela primeira vez, os artistas concorrem em duas categorias online. O vencedor do PIPA Online será escolhido por um Júri, dentre os cinco artistas mais votados no segundo turno, e receberá R$10 mil, além da participação por dois meses no programa de residência do Instituto Sacatar, na Bahia. Já o vencedor do PIPA Online Popular será o artista mais votado pelo público no segundo turno, e receberá R$5 mil.
Alguns artistas já se classificaram para o segundo turno, e outros estão quase lá. Veja quem são eles e vote no seu artistas favorito para que ele avance para a próxima etapa e concorra aos prêmios.

Assista às novas entrevistas exclusivas com artistas indicados ao PIPA 2014

Esta semana lançamos quatro novas entrevistas. Conversamos com os artistas Beto Shwafaty, Rodrigo Braga, Toz e Virgínia de Medeiros.
Beto Shwafaty desenvolve uma prática baseada em pesquisas sobre espaços, histórias e visualidades, na qual procura conectar formalmente e conceitualmente questões políticas, sociais e culturais convergentes ao campo da arte. Nesta entrevista, ele responde à pergunta de Alejandra Muñoz: “Em geral, na sua atividade, como começa um novo projeto artístico?”.
Rodrigo Braga foi finalista do PIPA em 2012, ano em que venceu a categoria PIPA Voto Popular Exposição. Neste vídeo o artista diz não trabalhar muito em seu ateliê já que não tem uma rotina de criação, segundo ele “A coisa geralmente acontece num estado de espírito, numa iminência de acontecimentos”.
O grafiteiro Toz cria personagens inspirados na vida urbana moderna. Neste vídeo ele responde a uma pergunta do também artista Cadu, que quer saber: “Onde começa a vida e termina a arte?”. Toz conta que na infância era levado por sua mãe, que estudava Belas Artes, para assistir algumas aulas, e que o pai o levou para fazer sua primeira tatuagem com apenas 9 anos.
O trabalho de Virginia de Medeiros converge de estratégias documentais, para ir além do testemunho, questionando os limites entre realidade e ficção. A artista lida com três pressupostos comuns aos campos da arte e do documentário: o deslocamento, a participação e a fabulação. Em sua entrevista a artista conta: “Eu me interesso por entrar em situações onde exista uma moral diferente dos padrões normativos, me afetar por esses códigos sociais e ver que conexão isso vai provocar em mim”.
Assista às novas entrevistas lançadas esta semana.

Programação de 26 de julho a 1º de agosto

Em São Paulo, estes são os últimos dias para visitar “Fronteiras Incertas”, coletiva com participações de Marcelo Moscheta e Odires Mlászho; e “Poente”, uma instalação site-specific de Felipe Cohen. Em Porto Alegre, última oportunidade para ver “Distrações da Memória: O Museu Como Modo de Rever o Mundo”, que tem participações de Camila Sposati, Daniel Escobar, Dirnei Prates, Mayana Redin, Pablo Lobato e Rommulo Vieira Conceição. No Rio de Janeiro, Paulo Miyada assina a curadoria de “Tcharafna”, individual do artista Gui Mohallem, que traz obras fruto de duas viagens ao Líbano, terra-natal dos seus pais. No exterior, Nova York recebe uma individual de Caio Reisewitz, enquanto a Cidade do México apresenta “El Teatro del Mundo”, uma coletiva com obras de Marcelo Cidade, entre outros.
Acesse a agenda, confira os eventos ligados aos artistas indicados ao PIPA, ao MAM-Rio e demais envolvidos com o Prêmio, que estão acontecendo ao redor do Brasil e do mundo, e programe sua semana.

Confira a programação desta semana no MAM-Rio

O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro apresenta, na próxima quarta-feira, dia 30, uma conversa com Felipe Ribenboim, idealizador da exposição “Alimentário arte e patrimônio alimentar brasileiro”. Na Cinemateca é apresentada a mostra Tesouros da Cinemateca, com filmes pertencentes ao arquivo da instituição. Além disso, sete exposições estão em cartaz no MAM-Rio, dentre elas as individuais de Arjan Martins e Lourival Cuquinha e a coletiva “artevida: política”, que explora a relação entre arte e vida nos anos 1950, 1960, 1970 e início da década de 1980. Veja a programação do Museu.

Abertura | “Mostra carioca: A impureza como mito”

(Belém, PA e Fortaleza, CE) Esta mostra itinerante não pretende “tematizar” o Rio, mas revelar o quanto a cidade foi e permanece sendo um espaço ao mesmo tempo caótico e criativo que alimentou uma vontade de arte que combina improvisação e rigor. Do final do modernismo, passando pelo concretismo, pelo neoconcretismo, pela pop e pelo conceitualismo, e chegando ao momento contemporâneo, uma espécie de “espírito carioca” se deixou insinuar. “Mostra carioca: A impureza do mito” chega primeiro a Belém para depois seguir para Fortaleza e tem curadoria de Luiz Camillo Osorio e Marta Mestre.

Filme de Cinthia Marcelle em exibição no festival VERBO 2014

(São Paulo, SP) Em uma via urbana de mão dupla, o trânsito de veículos flui aparentemente de acordo com o ritmo de um dia de trabalho. Mas quando os donos de seus veículos se descobrem escravos dos mesmos, o que se revela é um trabalho de Sísifo. Condenados a empurrar seus veículos, os condutores lentamente adentram a noite. Esta é a atmosfera de “Automóvel”, filme de Cinthia Marcelle que pode ser visto no dia 26.

Abertura | “Restoration”, mostra individual de Laercio Redondo

(Berlim, Alemanha) Parte da série “Lembrança de Brasília”, um projeto em andamento focado nas utopias arquitetônicas modernistas, “Restoration” é um olhar sobre o trabalho de Athos Bulcão, uma instalação feita juntamente ao arquiteto Birger Lipinski que reflete o interesse de Laercio Redondo pelo modernismo brasileiro e as ideologias por trás dele.

Mostra coletiva que apresenta trabalhos abstratos, “Colour on Paper” tem participação de Rodrigo Andrade

(São Paulo, SP) “Eu me apaixonei pela arte abstrata desde que entrei na faculdade de Belas Artes há mais de 40 anos atrás. Quando comecei a trabalhar com cor, há cerca de 20 anos, percebi que a arte abstrata tinha oferecido muitos dos melhores exemplos de vivacidade da cor para a Arte. Isto acontece porque nestes trabalhos a cor existe como ela mesma, sendo independente de qualquer perspectiva, modelos e dos requisitos de representação”, diz o artista David Batchelor, que selecionou os trabalhos expostos.

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