Daily Archives: 28 de abril de 2014

“Fronteiras Incertas: Arte e Fotografia no Acervo do MAC USP”

(São Paulo, SP) “Um dos principais desafios do MAC USP é refletir de forma crítica sobre o legado que nos deixaram as várias vertentes da arte das últimas décadas e suas supostas superações. De que maneira? Colocando determinadas obras produzidas há algum tempo em franco confronto com a produção mais atual. Neste sentido, Fronteiras Incertas: Arte e Fotografia no Acervo do MAC USP , com curadoria de Helouise Costa, responde a esse propósito, fazendo aderir à produção mais recente uma espessura histórica, uma espécie de “antes” pouco conhecido pelo meio artístico em geral apenas preocupado com o “agora”.”, Tadeu Chiarelli , diretor do MAC-USP.

Patricia Osses em sua primeira exposição individual parisiense

(Paris, França) Revisitar uma cidade que nunca se esteve antes. Essa é a ideia por trás das obras recentes que Patrícia Osses irá apresentar em sua primeira mostra individual em Paris. O conjunto de trabalhos é resultado do tempo que a artista residiu na Buenos Aires de Jorge Luis Borges: para descobrir que tipo de visualidade pode emergir de espaços literários contidos em histórias, assim como da própria cidade.

Últimos dias | “Metamorfose”, por Toz

(Rio de Janeiro, RJ) Oportunidade de visitar a exposição individual do grafiteiro indicado ao PIPA 2014 está se encerrando. Duas entidades fortes criadas por Toz, Insônia e Vendedor de Alegria, estão reunidas pela primeira vez em “Metamorfose”, mostra inédita. O intuito do artista é, através de seus personagens, antagônicos como o sol e a lua, retratar a passagem da noite para o dia.

Mostra “Como dobrar uma bandeira como desdobrar”, de Marcius Galan, é prorrogada

(Rio de Janeiro, RJ) A exposição individual de Marcius Galan, em cartaz no Rio de Janeiro, foi prorrogada. Nela o artista lida com o paradoxo geométrico da divisão infinita de um plano, ou seja, com a premissa de que podemos dividir teoricamente uma área em duas partes iguais infinitamente em mais de dez obras. “O movimento de ida e volta (dobrar e desdobrar) aparece na construção do título assim como na montagem do trabalho na parede, onde a sequência pode ser lida como expansão ou contração. Esse movimento circular sugere um lugar suspenso entre uma tomada de posição (desdobrar uma bandeira) e uma sensação de impotência e apatia diante de um panorama sócio-político obscuro (dobrar uma bandeira)”, explica Galan.

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