Daily Archives: 3 de abril de 2014

SP-Arte 2014 | Bate-papo sobre a série “Gelatina”, de Estela Sokol

(São Paulo, SP) O crítico de arte Rodrigo Naves e a pesquisadora de história da arte Taísa Palhares discutirão na SP-Arte a série “Gelatina” de Estela Sokol, exposta ano passado no Rio de Janeiro. Contrastando com os tons vibrantes geralmente preferidos por Estela, “Gelatina” aproveita as cores próprias dos materiais usados. A série consiste em 13 pinturas feitas de lâminas de PVC colorido, opaco e translúcido, sobre chassis de madeira. Será lançado também o catálogo sobre a exposição individual da artista na galeria Anita Schwartz, que a representa.

Mostra individual “Lugar Nenhum”, de Kilian Glasner

(Recife, PE) Nos trabalhos da série Infinito, Kilian utiliza elementos retirados de fotografias que colheu nas suas viagens. Pistas de decolagem, estradas, pontes e caminhos são transportados para ambientes improváveis. Os lugares retratados são aparentemente reais, porém inexistentes no mundo real, de acordo com Glasner. É desse conceito de um “não lugar” que surge o título da exposição, Lugar Nenhum.

“Acervo MAM – Obras restauradas” | Últimos dias

(Rio de Janeiro, RJ) O objetivo principal foi a recuperação de obras que fazem parte do antigo acervo. Para isso a pesquisa na documentação histórica precedeu a fase de restauro para que determinados documentos e imagens fotográficas das obras fossem localizados com antecedência pela pesquisadora contratada e que depois servissem de consulta nos trabalhos de restauração. Foi um trabalho de pesquisa detalhado e paciente já que muitos documentos e fotografias daquele período também ficaram perdidos para sempre.

SP-Arte | Lançamento dos livros “Partitura”, de Sandra Cinto e “Não”, de Fabio Morais

(São Paulo, SP) Como parte da programação da SP-Arte, hoje serão lançados dois livros produzidos pela Ikrek Edições: “Partitura”, de Sandra Cinto – 15 exemplares desenhados à mão, impressos em litografia e acondicionados em pastas de tecido – e “Não”, de Fabio Morais – textos, referências e diálogos sobre a história da impressão e da expressão no Brasil.

Marcius Galan traz exibição individual para o Rio

(Rio de Janeiro, RJ) Instalações que lidam com o paradoxo geométrico da divisão infinita e que sugerem simultaneamente a tomada de posição e uma sensação de apatia, dentro de um contexto sócio-político, definem a mostra individual “Como dobrar uma bandeira como desdobrar”.

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