MAM-Rio | Programação

(Rio de Janeiro, RJ)

“CONFRONTOS” | Frida Baranek

29 de outubro – 05 de Janeiro

Sem pretender ser uma retrospectiva, as obras de Frida Baranek escolhidas para esta exposição obedecem a uma vontade de tornar visível um percurso iniciado em 1985.

Desde suas primeiras esculturas se elabora a relação que a artista vai entreter ao longo desses anos com a matéria, relação que desafia sua resistência para conduzir à sua metamorfose: construir com e contra.

A escultura de Frida Baranek desafia a lei da gravidade, mostra placas de aço dobradas como simples folhas de papel amassadas, constrói com ferro, aço e mármore uma forma orgânica e intimista numa experiência do fazer cada vez renovada. As referências ao corpo, sem jamais serem ilustrativas, propõem uma experiência perceptiva que se renova à cada nova peça.

A poética existencial, a necessidade de se confrontar e de confrontar sem nenhum pré-determinismo formal inscrevem esses objetos no centro de uma experiência fenomenológica.

Cada obra aparece como a narrativa de um momento de seu percurso.

A exposição deve revelar essa experiência singular no tempo – ou melhor no tempo da obra – e compartilhá-la.

“PINTAR A CHINA AGORA” | Ondrej Brody e Kristofer Paetau

7 de dezembro – 16 de fevereiro

Curadoria Luiz Camillo Osorio. A obra Pintar a China agora, da dupla de artistas checo-finlandesa Brody e Paetau, lida com um tema incômodo, mas necessário: a perseguição política e a tortura. A dificuldade é como fazer destas imagens algo mais do que mera denúncia.

A comodidade de contar com “fábricas de pintura” chinesas para reproduzir tudo como se fossem impressoras vivas – e ainda por preços imbatíveis. Ao mesmo tempo, o mundo com os olhos fechados para as condições de trabalho precário no país que tem o PIB que cresce na mesma proporção que a perseguição política e a tortura aos dissidentes. Diante dos elementos dessa realidade, a dupla de artistas tcheco-finlandesa Ondrej Brody e Kristofer Paetau concebeu a instalação “Pintar a China Agora”, em cartaz no Foyer do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.

“ANTONIO MANUEL”

12 de dezembro – 16 de fevereiro

A exposição no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro vai abranger a recente e inédita produção de um dos grandes nomes da arte contemporânea brasileira, Antonio Manuel, com duas instalações feitas especialmente para o local, e ainda obras emblemáticas, configurando um conjunto representativo de sua trajetória poética. A abertura acontece nesta quinta-feira, dia 12 de dezembro, das 19h às 22h. Curadoria de Luiz Camillo Osorio.

“EXPO 1: Rio”

17 de dezembro – 23 de fevereiro

Organizada pelo MOMA PS1, “EXPO 1: Rio” explora os desafios ecológicos no contexto da instabilidade econômica e sociopolítica do início do século XXI. Atuando à guisa de um ‘festival como instituição’, a “EXPO 1: Rio” pensa o museu de arte contemporânea como vitrine de algumas das questões ambientais e sociopolíticas mais urgentes do nosso tempo. Essas preocupações são descritas, analisadas e abordadas por meio de exposições em grupo. Subsequente à apresentação inicial da “EXPO 1” em Nova York, EUA, a exposição no Rio de Janeiro aproxima essas questões globais do nosso contexto brasileiro, por meio da participação de artistas do País cujos trabalhos investigam problemas urbanos e ecológicos prementes, incluindo Claudia Andujar, Jonathas de Andrade, Jarbes Lopes, Neuenschwander e Cao Guimares, e Thiago Rocha Pitta.

Melancolia Otimista

“EXPO 1: Rio” assume para si a posição da ‘melancolia otimista’, uma atitude que aborda os desafios ecológicos estabelecidos em um cenário de crise econômica e instabilidade sociopolítica que teve dramático impacto na vida cotidiana. A melancolia otimista engloba tanto o suposto fim do mundo quanto o seu início, posiciona na iminência de um apocalipse e do início de uma revolução tecnológica sem precedentes. As mudanças climáticas vêm causando tempestades, secas e inundações mais frequentes e de maior gravidade. A volatilidade econômica em todo o mundo apressou ações políticas que suscitaram manifestações e revoltas. Simultaneamente, as inovações tecnológicas e iniciativas arquitetônicas originais oferecem a promessa tentadora de um futuro melhor. As obras expostas registram essas condições paradoxais e as instabilidades tanto dos sistemas naturais quanto artificiais.

O conceito original da EXPO 1 foi desenvolvido por Klaus Biesenbach, Diretor do MoMA PS1 e Curador-Chefe-Geral do MoMA, juntamente com Hans Ulrich Obrist, Codiretor da Serpentine Gallery; com consultoria de Peter Eleey, Curador do MoMA PS1; Paola Antonelli, Curadora Sênior do Departamento de Arquitetura e Design e Diretora de Pesquisa e Desenvolvimento do MoMA; Pedro Gadanho, Curador do Departamento de Arquitetura e Design do MoMA; Laura Hoptman, Curadora do Departamento de Pintura e Escultura do MoMA; Roxana Marcoci, Curadora do Departamento de Fotografia do MoMA; e Jenny Schlenzka, Curadora Associada do MoMA PS1.

A EXPO 1: Rio foi organizada em colaboração com Luiz Camillo Osorio, Curador do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, juntamente com Lizzie Gorfaine, Assistente Curatorial do MoMA PS1, e Mia Locks, Curadora Associada do MoMA PS1.

“GENEALOGIAS DO CONTEMPORÂNEO – Coleções Gilberto Chateaubriand e Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro”

Mostra de longa duração.

“Genealogias do Contemporâneo – Coleções Gilberto Chateaubriand e MAM” é uma exposição panorâmica que reúne artistas fundamentais da arte brasileira entre os anos 1920 e 1970. Alguns nomes importantes não couberam no recorte estabelecido pelo curador Luiz Camillo Osorio. As obras aparecem agrupadas tendo em vista o valor intrínseco de cada uma delas e as ideias que determinadas relações permitem discutir.

“MAM: SUA HISTÓRIA, SEU PATRIMÔNIO”

Exposição permanente com curadoria de Elizabeth Catoia Varela

Ainda parte das comemorações de 65 anos do Museu de Arte Moderna, a exposição “MAM: Sua história, Seu patrimônio” foi aberta no dia 6 de abril de 2013. A mostra, permanente, está montada no hall do Bloco Escola, ao lado da cinemateca, do Bar MAM e da loja Novo Desenho.
Segundo a curadora e responsável pelo departamento de pesquisa e documentação do museu, Elizabeth Catoia Varela, a escolha de montar a exposição num local diferente tem por objetivo mostrar que “o MAM Rio é mais que um local no qual o visitante vem fruir obras de arte”. “Aqui, antes mesmo de se apreciar a coleção do Museu, se tem contato também com o conjunto arquitetônico projetado por Affonso Eduardo Reidy – um dos ícones da arquitetura moderna brasileira –, os jardins de Burle Marx, em consonância com o próprio Aterro do Flamengo, e com a paisagem carioca”, acredita.

Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro
Veja a programação completa de dezembro para o MAM-Rio.

Horários de funcionamento:
De terça à sexta: das 12h, às 18hs;
Sábados, domingos e feriados: das 12h, às 19hs.

Ingressos:
Inteira – R$8,00
Estudantes maiores de 12 anos – R$4,00
Maiores de 60 anos – R$4,00
Amigos do MAM – grátis
Crianças até 12 anos – grátis
Ingresso família (somente aos domingos) para até 5 pessoas – R$8,00

Endereço:
Av. Infante Don Henrique, 85.
Parque do Flamengo.
Rio de Janeiro – RJ
Tel: (+5521) 2240-4944



O PIPA respeita a liberdade de expressão e adverte que algumas imagens de trabalhos publicadas nesse site podem ser consideradas inadequadas para menores de 18 anos. Copyright © Instituto PIPA