Tagged Yuri Firmeza

0

Festival VISUALISMO apresenta trabalhos de Alice Miceli, Marilá Dardot, Virgínia de Medeiros e Yuri Firmeza

(Rio de Janeiro, RJ) O projeto VISUALISMO ARTE TECNOLOGIA E CIDADE apresenta a ideia do diálogo entre arte e espaço urbano, mediado pelo uso sensível e crítico de tecnologias aplicadas às linguagens visuais. A cidade do Rio de Janeiro e seus contornos históricos e sociais é a inspiração e a paisagem para a edição de estreia do projeto, que apresenta trabalhos de Alice Miceli, Marilá Dardot, Virgínia de Medeiros e Yuri Firmeza.

0

Festival VISUALISMO, com Alice Miceli, Marilá Dardot, Virgínia de Medeiros e Yuri Firmeza

(Rio de Janeiro, RJ) O projeto VISUALISMO ARTE TECNOLOGIA E CIDADE apresenta a ideia do diálogo entre arte e espaço urbano, mediado pelo uso sensível e crítico de tecnologias aplicadas às linguagens visuais. A cidade do Rio de Janeiro e seus contornos históricos e sociais é a inspiração e a paisagem para a edição de estreia do projeto, que apresenta trabalhos de Alice Miceli, Marilá Dardot, Virgínia de Medeiros e Yuri Firmeza.






0

Dez artistas brasileiros integram mostra sobre a fotografia contemporânea no país

(Rio de Janeiro, RJ) Cinquenta trabalhos de dez consagrados artistas brasileiros fazem parte da exposição “Novos Talentos: Fotografia Contemporânea no Brasil”, com curadoria de Vanda Klabin. “As obras apresentadas servem como um interessante panorama de visualização da produção da fotografia contemporânea nacional. A ideia da curadoria é tirar partido deste frescor em uma mostra que reúne as obras mais próximas ao espírito inquieto desses artistas”, afirma a curadora.






“Perdeu a memória e matou o cinema”, de Solon Ribeiro, tem curadoria por Yuri Firmeza

(Rio de Janeiro, RJ) Cerca de trinta mil fotogramas de cinema pertencem ao arquivo que Solon Ribeiro herdou de seu avô. Este, quando dono de uma sala de cinema no interior do Ceará, selecionou minuciosamente cada um dos frames que compõem a coleção. Parte desses frames repousa condicionada a álbuns e conservam a aura implicada em cada um desses pequenos organismos – cada um deles catalogado, nomeado, datado. Ao rearticular o arquivo, Solon faz falar os fantasmas e assombrações de nosso próprio tempo.






Em cartaz | “Perdeu a memória e matou o cinema”, por Solon Ribeiro

(Rio de Janeiro, RJ) “Perdeu a memória e matou o cinema”, mostra individual de Solon Ribeiro com curadoria de Yuri Firmeza, rearticula arquivo de fotogramas que o artista herdou de seu avô. Solon faz falar os fantasmas e assombrações de nosso próprio tempo. Cria aproximações insuspeitas entre imagens de filmes diversos que passam a dialogar tanto na estrutura fílmica quanto na disposição espacial de suas videoinstalações.






“Perdeu a memória e matou o cinema”, de Solon Ribeiro

(Rio de Janeiro, RJ) “Cerca de trinta mil fotogramas de cinema pertencem ao arquivo que Solon Ribeiro herdou de seu avô. É com a leveza de quem reconhece o peso histórico da coleção, mas não se deixa sobrepujar pela mesma, que ele transita em meio a trinta mil fantasmas. Ao rearticular o arquivo, Solon faz falar os fantasmas e assombrações de nosso próprio tempo. Cria aproximações insuspeitas entre imagens de filmes diversos que passam a dialogar tanto na estrutura fílmica quanto na disposição espacial de suas videoinstalações”, explica o curador da mostra, Yuri Firmeza.






“Manifesto: Poder, desejo, intervenção” se despede de Porto Alegre

(Porto Alegre, RS) Com obras de Camila Sposati, Ding Musa, Dirnei Prates, Mayana Redin, Reginaldo Pereira, Rommulo Conceição, Tony Camargo e Yuri Firmeza, “Manifesto” procura fugir dos modelos recentemente estabelecidos que concebem a produção artística como exclusivamente militante, sem conteúdo e densidade artística. A exposição traz obras do acervo do MARGS e empréstimos de outras instituições, assim como obras de artistas recentemente produzidas.






Encerramento | 31ª Bienal de São Paulo – “Como (…) coisas que não existem”

(São Paulo, SP) O título da 31ª edição da Bienal, “Como (…) coisas que não existem” é uma invocação poética do potencial da arte e de sua capacidade de agir e intervir em locais e comunidades onde ela se manifesta. O leque de possibilidades para essa ação e intervenção está aberto – uma abertura que é a razão da constante alteração do primeiro dos dois verbos no título, antecipando as ações que poderiam tornar presentes as coisas que não existem. Veja os destaques desta edição deste que está entre os principais eventos do circuito de arte mundial e que se encerra neste final de semana. Participam artistas como Armando Queiroz, Arthur Scovino, Clara Ianni, Virgínia de Medeiros, Thiago Martins de Melo e Yuri Firmeza.






Art Basel em Miami Beach | Veja as galerias brasileiras em destaque

(Miami, Estados Unidos) As principais galerias de cada continente apresentam peças históricas dos mestres do modernismo e da arte contemporânea, assim como obras recentemente criadas por astros emergentes. Além de cerca de 200 galerias no hall principal, novas seções interativas como “Nova” – exclusivamente para obras criadas nos últimos três anos – e “Kabinett” – exposições em espaços separados – estarão abertas ao público. “Positions” oferece uma plataforma para um único artista criar um projeto de maiores proporções, enquanto “Public” apresenta esculturas, intervenções e performances em parceria com o Bass Museum of Art.






31ª Bienal de São Paulo aborda o potencial da arte e sua capacidade de agir e intervir

(São Paulo, SP) Armando Queiroz, Arthur Scovino, Clara Ianni, Virgínia de Medeiros, Thiago Martins de Melo e Yuri Firmeza são alguns dos artistas apresentando projetos recentes ou inéditos na 31ª edição da Bienal, cujo tema é uma invocação poética do potencial da arte e de sua capacidade de agir e intervir em locais e comunidades onde ela se manifesta. leque de possibilidades para essa ação e intervenção está aberto – uma abertura que é a razão da constante alteração do primeiro dos dois verbos no título, antecipando as ações que poderiam tornar presentes as coisas que não existem. Começamos por falar sobre elas, para em seguida viver com elas, e então usar, mas também lutar por e aprender com essas coisas, em uma lista sem fim.






O PIPA respeita a liberdade de expressão, e adverte que algumas imagens de trabalhos publicadas nesse site odem ser consideradas inadequadas para menores de 18 anos.
Copyright © Instituto PIPA