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Últimos dias |”Novos talentos: Fotografia Contemporânea no Brasil”, com Arthur Scovino, Berna Reale, Gustavo Speridião, Matheus Rocha Pitta, Rodrigo Braga e Yuri Firmeza

(Rio de Janeiro, RJ) Cinquenta trabalhos de dez consagrados artistas brasileiros fazem parte da exposição “Novos Talentos: Fotografia Contemporânea no Brasil”, com curadoria de Vanda Klabin. “As obras apresentadas servem como um interessante panorama de visualização da produção da fotografia contemporânea nacional. A ideia da curadoria é tirar partido deste frescor em uma mostra que reúne as obras mais próximas ao espírito inquieto desses artistas”, afirma a curadora.

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Série “Brasil Visual” discute a arte política com Lourival Cuquinha e Yuri Firmeza neste sábado

Brasil Visual vai mostrar que artes visuais não é assunto chato. Os programas são descontraídos e divididos entre conversas e visitas a ateliês, entre outros ambientes onde a arte é produzida. Toda semana, um episódio inédito propõe uma nova abordagem ligada ao tema. Explorando a produção de diversas gerações e desvendando como essas gerações se comunicam, os documentários revelam diferentes formas de expressão e múltiplos modos de falar do Brasil, do mundo e do homem através da arte.

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Salão Arte Pará 2015 busca ampliar a compreensão da arte em sua dimensão social e política

(Belém, PA) Com obras de artistas como Fabiana Faleiros, qUALQUER qUOLETIVO, Romy Pocztaruk, Virgínia de Medeiros e Yuri Firmeza, o projeto Arte Pará visa o estimulo à produção artística local, incentivando e viabilizando oportunidades a artistas que hoje detém significativa carreira nacional e internacional, por meio de premiações e do fluxo de críticos e curadores, tendo se transformado em um dos mais importantes projetos educativos focados na arte do norte do país.

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Exposição-experimento “O Tempo da Duração” apresenta trabalhos de oito artistas em ocupação

(Rio de Janeiro, RJ) Maria Laet, Matheus Rocha Pitta, Rodrigo Braga, Sofia Borges e Yuri Firmeza são alguns dos artistas que integram “O Tempo da Duração”, mostra com curadoria de Manoela Medeiros e Romain Dumesnil que parte do trabalho do escritor e filosofo francês Albert Camus e através de obras que dialogam com a noção de mineralidade, propondo uma reflexão sobre questões da experiência humana e do seu lugar no mundo.

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Festival VISUALISMO apresenta trabalhos de Alice Miceli, Marilá Dardot, Virgínia de Medeiros e Yuri Firmeza

(Rio de Janeiro, RJ) O projeto VISUALISMO ARTE TECNOLOGIA E CIDADE apresenta a ideia do diálogo entre arte e espaço urbano, mediado pelo uso sensível e crítico de tecnologias aplicadas às linguagens visuais. A cidade do Rio de Janeiro e seus contornos históricos e sociais é a inspiração e a paisagem para a edição de estreia do projeto, que apresenta trabalhos de Alice Miceli, Marilá Dardot, Virgínia de Medeiros e Yuri Firmeza.

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Festival VISUALISMO, com Alice Miceli, Marilá Dardot, Virgínia de Medeiros e Yuri Firmeza

(Rio de Janeiro, RJ) O projeto VISUALISMO ARTE TECNOLOGIA E CIDADE apresenta a ideia do diálogo entre arte e espaço urbano, mediado pelo uso sensível e crítico de tecnologias aplicadas às linguagens visuais. A cidade do Rio de Janeiro e seus contornos históricos e sociais é a inspiração e a paisagem para a edição de estreia do projeto, que apresenta trabalhos de Alice Miceli, Marilá Dardot, Virgínia de Medeiros e Yuri Firmeza.

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Dez artistas brasileiros integram mostra sobre a fotografia contemporânea no país

(Rio de Janeiro, RJ) Cinquenta trabalhos de dez consagrados artistas brasileiros fazem parte da exposição “Novos Talentos: Fotografia Contemporânea no Brasil”, com curadoria de Vanda Klabin. “As obras apresentadas servem como um interessante panorama de visualização da produção da fotografia contemporânea nacional. A ideia da curadoria é tirar partido deste frescor em uma mostra que reúne as obras mais próximas ao espírito inquieto desses artistas”, afirma a curadora.

“Perdeu a memória e matou o cinema”, de Solon Ribeiro, tem curadoria por Yuri Firmeza

(Rio de Janeiro, RJ) Cerca de trinta mil fotogramas de cinema pertencem ao arquivo que Solon Ribeiro herdou de seu avô. Este, quando dono de uma sala de cinema no interior do Ceará, selecionou minuciosamente cada um dos frames que compõem a coleção. Parte desses frames repousa condicionada a álbuns e conservam a aura implicada em cada um desses pequenos organismos – cada um deles catalogado, nomeado, datado. Ao rearticular o arquivo, Solon faz falar os fantasmas e assombrações de nosso próprio tempo.

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