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“Empty House – Casa Vazia”, coletiva com participações de Adriano Costa, Erika Verzutti, Marcius Galan e Rodrigo Matheus

(Nova York, EUA) “Empty House – Casa Vazia” é exposição de esculturas que atravessa gerações de artistas brasileiros cujas obras se relacionam ao legado do Neoconcretismo. Desafiando o racionalismo e a objetividade universal da abstração antecedente, os artistas neoconcretos buscaram meios de se expressar que iam além das formas imutáveis do objeto e adotaram uma abordagem de modo a expandir o vocabulário da escultura.

Últimos dias | “Colour on Paper”, mostra coletiva com Rodrigo Andrade

(São Paulo, SP) “Nesta exposição eu quis unir essas três paixões: a Cor, o Papel e a Abstração. Há uma grande tradicão destes de trabalho no Brasil, dos anos 1950 até a atualidade. Ao mesmo tempo, muitos dos artistas no Reino Unido, Europa e America que conheço, são inspirados por este mesmo tipo de trabalho. A exposição traz um encontro de gerações, apresentando trabalhos desde os anos 1950 até o presente”, diz o artista britânico David Batchelor, responsável pelo conjunto de trabalhos abstratos sobre papel expostos.

Mostra coletiva que apresenta trabalhos abstratos, “Colour on Paper” tem participação de Rodrigo Andrade

(São Paulo, SP) “Eu me apaixonei pela arte abstrata desde que entrei na faculdade de Belas Artes há mais de 40 anos atrás. Quando comecei a trabalhar com cor, há cerca de 20 anos, percebi que a arte abstrata tinha oferecido muitos dos melhores exemplos de vivacidade da cor para a Arte. Isto acontece porque nestes trabalhos a cor existe como ela mesma, sendo independente de qualquer perspectiva, modelos e dos requisitos de representação”, diz o artista David Batchelor, que selecionou os trabalhos expostos.

Mostra em homenagem a Abraham Palatnik tem obras de Paulo Nenflídio e Rodrigo Andrade

(São Paulo, SP) “Diálogos com Palatnik” possui um núcleo de inventores, seguindo uma espécie de metodologia à la Palatnik. Destacam-se artistas e coletivos com trajetórias que não têm relação direta com as tendências construtivas e tampouco possuem signos geométricos nas obras apresentadas, porém flertam com a manufatura, o apuro técnico e a integração com a tecnologia, além de considerarem uma outra relação com o ateliê, variando entre uma semelhança com uma oficina ou um lugar multifacetado em que predomina o dado meticuloso no exercício da produção manual.

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