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Últimos dias | “A Mão Negativa”, exposição com cerca de 50 obras de 38 artistas

(Rio de Janeiro, RJ) O curador visitante Bernardo José de Souza ressalta que conjunto de obras selecionadas não trata objetivamente de ficção científica, apesar de ser inspirado no tema, mas “sinaliza um mundo em transformação, onde o corpo e as formas reconhecíveis, quer na natureza ou mesmo no universo da cultura material, sofrem alguma espécie de abalo, mutação, tanto em seu organismo como em sua estrutura ou arquitetura”. Participam Cinthia Marcelle, Cristiano Lenhardt, Leticia Ramos, Maurício Ianês, Rafael RG, Rodolpho Parigi, Daniel Steegmann Mangrané e Sara Ramo.

Parque Lage conta com cerca de cinquenta obras espalhadas por muitos de seus espaços

(Rio de Janeiro, RJ) Cinthia Marcelle, Cristiano Lenhardt, Leticia Ramos, Maurício Ianês, Rafael RG, Rodolpho Parigi, Daniel Steegmann Mangrané e Sara Ramo estão entre os participantes da mostra “A Mão Negativa”. O curador Bernardo José de Souza ressalta que as obras, em sua maioria, “são essencialmente visuais, que causam um embate quase físico e fenomenológico com o espectador”.

“A Mão Negativa” apresenta 50 obras de 38 artistas

(Rio de Janeiro, RJ) Cinthia Marcelle, Cristiano Lenhardt, Leticia Ramos, Maurício Ianês, Rafael RG, Rodolpho Parigi, Daniel Steegmann Mangrané e Sara Ramo têm obras ocupando diversos espaços do Parque Lage, do palacete à gruta. A mostra, do curador visitante Bernardo José de Souza, foi “largamente inspirada na ficção-científica”.

Hoje | Programação de performances e conversa em torno da “Encruzilhada”

(Rio de Janeiro, RJ) As obras apresentadas estão organizadas em torno de seis núcleos que tratam do espaço físico da encruzilhada – onde acontecem as manifestações políticas, o carnaval, o flerte, o movimento de trânsito e a macumba, e também das situações em que se faz imperativa uma decisão. Hoje, uma programação especial de performances acontece durante todo dia. Uma conversa com os participantes da Agência Transitiva, espaço-veículo para ações e estudos não-convencionais em arte, política e história das ideias, também acontece.

Vivian Caccuri promove Caminhada Silenciosa como parte da mostra “Encruzilhada”

(Rio de Janeiro, RJ) Em “Encruzilhada”, as obras estão organizadas em torno de seis núcleos que tratam do espaço físico da encruzilhada – onde acontecem as manifestações políticas, o carnaval, o flerte, o movimento de trânsito e a macumba, e também das situações em que se faz imperativa uma decisão. Durante o período da exposição, haverá uma programação semanal de performances, encontros e conversas, além de alterações na montagem, resultando em novas vivências do público. Amanhã, uma programação nova de performances será realizada durante a exposição.

Hoje | Programação especial de performances na coletiva “Encruzilhada”

(Rio de Janeiro, RJ) As obras apresentadas estão organizadas em torno de seis núcleos que tratam do espaço físico da encruzilhada – onde acontecem as manifestações políticas, o carnaval, o flerte, o movimento de trânsito e a macumba, e também das situações em que se faz imperativa uma decisão. Durante o período da exposição, haverá uma programação semanal de performances, encontros e conversas. Hoje, uma programação especial de performances acontecerá durante a exposição. Saiba mais.

Conversa com curador e performances acontecem durante a semana em “Encruzilhada”

(Rio de Janeiro, RJ) As obras apresentadas estão organizadas em torno de seis núcleos que tratam do espaço físico da encruzilhada – onde acontecem as manifestações políticas, o carnaval, o flerte, o movimento de trânsito e a macumba, e também das situações em que se faz imperativa uma decisão. Durante o período da exposição, haverá uma programação semanal de performances, encontros e conversas. Amanhã, uma programação especial de performances acontecerá durante a exposição e na próxima quarta-feira, 13 de maio, haverá uma conversa entre o curador Bernardo Mosqueira e a diretora da Escola, Lisette Lagnado.

Coletiva “Encruzilhada” reúne 115 trabalhos de 74 artistas

(Rio de Janeiro, RJ) Afonso Tostes, Alexandre Mazza, Ana Mazzei, André Komatsu, Antonio Dias, Armando Queiroz, Berna Reale, Beto Shwafaty, Cao Guimarães e Rivane Neuenschwander, Carla Zaccagnini, Carlos Vergara, Chico Fernandes, Cinthia Marcelle e Tiago Mata Machado, Daniel Steegmann Mangrané, Ivan Grilo, Joana Traub Csekö, Laura Lima, Lenora de Barros, Luiz Braga, Marcos Chaves, Maria Laet, Mauro Restiffe, Milton Marques, Nazareno Rodrigues, OPAVIVARÁ!, Paulo Nazareth, Rafael RG, Raquel Versieux, Regina Parra, Renata Lucas, Rodrigo Braga, Vivian Caccuri e Waltércio Caldas são alguns dos 74 nomes presentes na mostra que é parte do programa Curador Visitante da Escola de Artes Visuais do Parque Lage.

Performances ao vivo integram a mostra “Ver e Ser Visto”

(Rio de Janeiro, RJ) “Ver e ser visto” é uma exposição que olha as coleções do MAM tendo como princípio norteador a ideia de que todo trabalho de arte é construído em torno do vazio: é nessa espécie de contorno de um espaço aberto que “a coisa” deve advir. Dito de outro modo, toda experiência estética éa de remissão ao objeto perdido e, por isso mesmo, incessantemente buscado por cada um de nós. Hoje, 18 de abril, performances ao vivo de Tiago Rivaldo, Raphael Couto, Daniel Toledo e Ana Hupe integrarão a mostra.

Abertura | “Ver e Ser Visto” no MAM-Rio

(Rio de Janeiro, RJ) “Ver e ser visto” é uma exposição que olha as coleções do MAM tendo como princípio norteador a ideia de que todo trabalho de arte é construído em torno do vazio: é nessa espécie de contorno de um espaço aberto que “a coisa” deve advir. Dito de outro modo, toda experiência estética é a de remissão ao objeto perdido e, por isso mesmo, incessantemente buscado por cada um de nós.

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