Tagged Thomaz Farkas

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Pina propõe discussão sobre fotografia a partir do próprio acervo em “Antilogias”

(São Paulo, SP) A ideia era, de um lado, contar os percursos da história do acervo fotográfico da Pinacoteca de São Paulo. De outro, propor uma abordagem mais livre, sem cronologias, sobre a produção artística contemporânea. O resultado? A exposição “Antilogias: O fotográfico na Pinacoteca”, que estreou na Pinacoteca de São Paulo (Pina Luz) nesse sábado, 20 de maio, exibindo obras de 60 artistas – entre eles, sete indicados ao Prêmio PIPA.

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Novos e antigos olhares sobre a Avenida Paulista em exposição do MASP

(São Paulo, SP) Não só de cartões-postais vive a Avenida Paulista. Símbolo de São Paulo, o endereço carrega consigo as contradições e tensões da própria cidade. Foi pensando nisso que o MASP decidiu organizar “Avenida Paulista”, coletiva que apresenta antigos e novos olhares sobre a avenida centenária. Os antigos correspondem a documentos dos mais diversos, entre fotografias, objetos, cartazes e outros, produzidos de 1891 a 2016; já os novos aparecem através do olhar de 17 artistas contemporâneos – nove deles já indicados ao PIPA –, em projetos comissionados especialmente para a exposição.

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“Linguagens do corpo carioca [a vertigem do Rio]” reúne 800 obras de artistas que captaram a essência da alma carioca em seus trabalhos

(Rio de Janeiro, RJ) Em cartaz durante os Jogos Olímpicos, a exposição toma como ponto de partida o corpo de quem vive na cidade para pôr em discussão a identidade social como uma espécie de gíria gestual. A abordagem transversal se repete em na exposição, que é dividida em núcleos e traz à tona as mais diversas faces da vida na cidade.

Últimos dias | “Viva Maria”, coletiva com Gustavo Speridião, Hector Zamora, Pablo Lobato e Traplev

(São Paulo, SP) Em meio ao verdadeiro suspense quanto aos rumos do cenário social e político do Brasil no momento de realização da Copa do Mundo, a curadora Maria Montero reuniu trabalhos que lançam mão de ironia, ou mesmo de afiado cinismo, para indagar a realidade ou propor utopias. No embate entre produções históricas e contemporâneas, a exposição propõe uma reflexão aberta, inconclusa, sobre a crítica social na arte – no caso do Brasil, antes condicionada pela repressão e pela censura, e agora marcada por uma confusão ético-moral onde a corrupção domina e a crítica se faz por vozes dispersas.

Gustavo Speridião, Hector Zamora, Pablo Lobato e Traplev participam de mostra coletiva em galeria paulista

(São Paulo, SP) “Viva Maria” dialoga de maneira pouco óbiva com o momento presente. A mostra propõe gerar ruídos em meio ao debate corrente, como no trabalho de Traplev, que interfere na fachada da galeria e a instaura como local de um virtual novo prostest. Já o mexicano Hector Zamora sugere uma espécie de utopia, fator reiterado pelo fato de o trabalho ser um projeto não integrado à 27ª Bienal de São Paulo por algumas inviabilidades.

“Viva Maria” | Mostra coletiva com Gustavo Speridião, Hector Zamora, Pablo Lobato e Traplev

(São Paulo, SP) Em meio ao verdadeiro suspense quanto aos rumos do cenário social e político do Brasil no momento de realização da Copa do Mundo, a curadora de “Viva Maria” reuniu trabalhos que lançam mão de ironia, ou mesmo de afiado cinismo, para indagar a realidade ou propor utopias. No embate entre produções históricas e contemporâneas, a exposição propõe uma reflexão aberta, inconclusa, sobre a crítica social na arte – no caso do Brasil, antes condicionada pela repressão e pela censura, e agora marcada por uma confusão ético-moral onde a corrupção domina e a crítica se faz por vozes dispersas.

Últimos dias | Exposição “Poder provisório”, com obras do acervo do MAM SP

(São Paulo, SP) Esses são os últimos dias para conferir a mostra coletiva “Poder provisório”, com curadoria do fotógrafo Eder Chiodetto. Estão expostas mais de 80 obras do acervo do Museu de Arte Moderna de São Paulo, com séries que marcaram época como os registros de Orlando Brito que vão dos anos 70 aos anos 90. Entre os artistas selecionados pelo curador estão Caio Reisewitz, Lenora de Barros, Odires Mlászho, Paulo Nazareth, Pedro Motta e Sandra Cinto.

Exposição fotográfica reúne obras conceituais e registros históricos

(São Paulo, SP) A mostra coletiva “Poder provisório”, com curadoria do fotógrafo Eder Chiodetto, apresenta ao público registros de acontecimentos que marcaram a vida social – como a posse do presidente João Figueiredo, fotografada por Orlando Brito, e as manifestações contra o aumento da passagem, fotografadas pelo coletivo Midia Ninja – e também trabalhos conceituais de artistas como Caio Reisewitz, Lenora de Barros, Odires Mlászho, Paulo Nazareth, Pedro Motta e Sandra Cinto.

Mostra coletiva “Poder provisório” reúne registros fotográficos históricos

(São Paulo, SP) Mais de 80 obras do acervo do Museu de Arte Moderna de São Paulo estarão expostas sob o tema ‘poder em diferentes esferas da vida social’, combinando imagens que funcionam como registros de acontecimentos marcantes – como a queda das Torres Gêmeas, fotografada por Alcir da Silva – e obras conceituais – como as dos artistas Paulo Nazareth e Lenora de Barros. A mostra conta ainda com obras de Caio Reisewitz, Odires Mlászho, Pedro Motta e Sandra Cinto, entre outros.

Mostra fotográfica coletiva “Poder provisório”, com participações de Pedro Motta, Sandra Cinto, Lenora de Barros, Odires Mlászho, Paulo Nazareth e Caio Reisewitz

(São Paulo, SP) Com curadoria de Eder Chiodetto, “Poder provisório” visa discutir a instância do poder em diferentes esferas da vida social, através de imagens documentais e obras conceituais, em sua maioria de cunho político, que utilizam a fotografia como suporte. A mostra inclui registros de acontecimentos históricos, como a guerrilha do Araguaia, de Orlando Brito e a queda das Torres Gêmeas, do fotógrafo Alcir da Silva.

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