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A geografia humana na paisagem de 22 artistas

(Curitiba, PR) ” ‘Toda janela é um projétil, é um projeto, é uma paisagem’ é um ensaio expositivo com alguns dos mais relevantes paisagistas modernos brasileiros (junto a seus ideais de tempo, espaço e vida) e diversos artistas contemporâneos que se dedicam contínua ou pontualmente a reencontrar imaginários possíveis para a existência em seus territórios.” explica o curador

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Abertura da mostra coletiva “HIATO” com curadoria de Luisa Duarte

(Curitiba, PR) “A mostra torna-se assim uma aposta no murmúrio em meio a cacofonia generalizada em que estamos imersos. Uma aposta na delicadeza, na falha, no momento em que a palavra nos falta, na permanência no vazio que gera tempo para algum tipo de elaboração. Ou seja, trata-se de recordar que é ali, no espaço em branco entre um verso e outro de um poema que encontra-se guardado o sentido daquilo que está sendo dito.”

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Últimos dias | “Carbono 14”, mostra individual de Marcelo Moscheta

(Curitiba, PR) “Na obra de Moscheta, tudo que havia de peculiar, pesado e artificioso na organização dos já nostálgicos ficheiros das bibliotecas retorna ampliado e reformado por desígnios poéticos muitas vezes alimentados por imersões em paisagens desconhecidas e por projeções de forma, desenho e enquadramento. Assim, o que é dura artificialidade da organização do saber recebe uma paródia sagaz e se transmuta em lúdico arranjo”, comenta o curador da mostra, Paulo Miyada.

Marcelo Moscheta e Paulo Miyada recebem o público para bate papo sobre a exposição “Carbono14”

Acontece hoje o lançamento do catálogo e um bate papo som artista e curador da exposição “Carbono 14”. Marcelo Moscheta e Paulo Myiada recebem o público a partir das 19h30. “Na obra de Moscheta, tudo que havia de peculiar, pesado e artificioso na organização dos já nostálgicos ficheiros das bibliotecas retorna ampliado e reformado por desígnios poéticos muitas vezes alimentados por imersões em paisagens desconhecidas e por projeções de forma, desenho e enquadramento. Assim, o que é dura artificialidade da organização do saber recebe uma paródia sagaz e se transmuta em lúdico arranjo.”

“Carbono 14”, mostra de Marcelo Moscheta

(Curitiba, PR) É sabido que o pensamento analítico torna-se mais e mais cego para a totalidade do contexto quanto mais se aprofunda na tarefa de nomear e estruturar partículas menores e mais recortadas da realidade concreta – Marcelo Moscheta não corrige essa miopia, mas se aproveita dela para trapacear no jogo do pensamento moderno e criar suas máquinas de sonho presente.

Nova individual de Rodrigo Torres apresenta linguagem que atravessa a pintura

(Curitiba, PR) Em “Trompe-l’oeil”, Torres apresenta a série “Esquecidos”, de 2014, abrindo um outro direcionamento nesse diálogo constante de Rodrigo Torres com a pintura. Aproximando-se da técnia renascentista do sfumato e levando-a a uma radicalização, o artista constrói um objeto que permanece numa zona de fronteira: ele não se faz presente de forma inteiriça, porque está quase que desaparecendo sob uma neblina. Não se consegue perceber as linhas e bordas do desenho já que o artista usa suaves diferenças entre as tonalidades.

“Trompe-l’oeil”, nova individual de Rodrigo Torres em cartaz

(Curitiba, PR) “A reunião de obras para essa exposição passa por distintos suportes e materiais mas fundamentalmente a linguagem que as atravessa é a pintura. “Sistema de desinformação geográfica” talvez seja a série de obras apresentadas que mais provoque um ruído, para olhos mais conversadores, ao ser comparada a uma pintura.Ao sobrepor diversas imagens – capturadas em sites de buscas ou documentadas pelo próprio artista – de paisagens, pedras, montanhas e bairros do Rio de Janeiro, e depois colá-las, recortá-las, quase como que as esculpindo, e finalmente aplicando leves retoques, Torres não só cria volume e textura para a “pintura de paisagem” mas cria uma experiência óptica que nos embaralha ao apontar definitivamente a proporção e a altura daquelas elevações.”

Abertura | “Trompe-l’oeil”, individual de Rodrigo Torres

(Curitiba, PR) “A reunião de obras para essa exposição passa por distintos suportes e materiais mas fundamentalmente a linguagem que as atravessa é a pintura. E mais especificamente uma técnica, com truques de perspectiva, que cria uma ilusão óptica na qual o espectador se questiona sobre a qualidade do real. Sem uma data precisa para a sua origem, com aparições remotas na Grécia e Roma antigas, o trompe-l’oeil é resgatado por Rodrigo Torres.”

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