Tagged Sérgio Sister

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“Dentro” inaugura o programa “Sala de Encontro”, do MAR

(Rio de Janeiro, RJ) Indicada pela segunda vez ao Prêmio PIPA este ano, Carla Guagliardi foi uma dos artistas convidados a participar de “Dentro”, primeira exposição do programa “Sala de Encontro” do Museu de Arte do Rio (MAR). Além dela, Cildo Meireles, Sérgio Sister, Waltercio Caldas e outros 14 artistas do acervo do MAR expõem obras na mostra, que, curada por Evandro Salles, propõe ao público uma nova maneira de viver a arte.

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Coletiva “Cromofilia vs. Cromofobia” ganha continuação no Rio de Janeiro

(Rio de Janeiro, RJ) Encerrada na semana passada, a exposição “Cromofilia vs. Cromofobia”, da galeria Nara Roesler, propunha uma batalha hipotética entre a tabela cromática, inventada nos anos 1960, e o círculo cromático, conhecido pelo menos desde o século XVII. Pois a guerra ainda não se deu por terminada pela curadora e diretora artística da galeria, Alexandra Garcia Waldman. Uma nova batalha se inicia, assim, ainda que em um novo território: “Cromofilia vs. Cromofobia: Continuação” abriu essa semana, dessa vez na sede carioca da galeria.






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Últimos Dias | Coletiva “Cromofilia vs. Cromofobia” investiga a cor

(São Paulo, SP) A invenção da tabela cromática na década de 1960 trouxe uma liberdade sem precedentes para os artistas ao oferecer uma alternativa ao tradicional e rígido círculo cromático. É essa liberdade que é celebrada em “Cromofilia vs. Cromofobia: investigações da cor”, coletiva da Galeria Nara Roesler que entra hoje em sua última semana. Com obras de 18 artistas – entre eles os já indicados ao Prêmio PIPA Antonio Dias, Bruno Dunley, Cao Guimarães, Lucia Koch e Rodolpho Parigi – a mostra desafia os espectadores a experimentar a cor.






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Últimos dias | “Um desassosssego” mostra trabalhos de 21 novos pintores

(São Paulo, SP) Acaba hoje, dia 06 de dezembro, a coletiva “Um Desassossego”, que estreou na Galeria Estação no começo do mês passado. A mostra conta com obras de 21 novos artistas do eixo Rio-São Paulo – entre eles os já indicados ao Prêmio PIPA Gisele Camargo e Elvis Almeida –, selecionados pela curadora oficial Germana Monte-Mór e nove curadores-pintores por ela convidados, Dudi Maia Rosa, Fabio Miguez, Leda Catunda, Marco Giannotti, Marina Saleme, Paulo Monteiro, Paulo Pasta, Rodrigo Andrade e Sergio Sister.






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“cromofilia vs cromofobia” | Liberdade e autonomia no uso da cor

(São Paulo, SP) Antonio Dias, Bruno Dunley, Cao Guimarães, Lucia Koch e Rodolpho Parigi participam da coletiva “cromofilia vs cromofobia”, que gira em torno da batalha entre a cartela de cores versos o círculo cromático. Tomando como base teórica o ensaio de David Batchelors, “Cromofilia”, de seu livro Chromophobia, a exposição analisa como os artistas contemporâneos jogam, destroem e revelam a tensão entre o uso de cores industriais do período pós 1960 e o advento da cartela de cores. Batchelor descreve a tabela de cor como “uma lista descartável de cores prontas”.






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“Um desassossego”, mostra conta com 10 curadores pintores

(São Paulo, SP) Os indicados ao Prêmio PIPA Gisele Camargo e Elvis Almeida participam de “Um Desassossego”, coletiva que explora o mercado de pintura brasileiro. “Embora a arte contemporânea venha nos apresentando cada vez mais novas mídias como linguagem de expressão, pondo em xeque a pintura como meio, na cena paulistana, nos últimos anos, a pintura preenche uma fatia grande dos espaços dedicados à arte, seja no mercado de arte (galerias e feiras), seja nos espaços institucionais de museus e centros culturais”, explica a curadora Germana Monte-Mór.






“Quase figura, quase forma”, com participações de Felipe Cohen, Marina Rheingantz e Tatiana Blass

(São Paulo, SP) Exposição reúne obras de artistas contemporâneos brasileiros com a produção recente de arte popular. Curadoria acredita que embora os pontos de partida sejam variados, um território intermediário de possíveis trocas começa a assumir contornos mais distintos. “As fronteiras nunca foram rígidas: artistas de origem popular, como Emygdio de Souza, Agnaldo dos Santos, Djanira e Heitor dos Prazeres, circularam em ambiente culto, enquanto pintores de formação erudita (Guignard, Volpi, Pancetti) se aproximaram da linguagem popular”, explica o curador Lorenzo Mammì.






Mostra coletiva reúne artistas contemporâneos e produção recente popular

(São Paulo, SP) “Quase figura, quase forma” traz obras de Felipe Cohen, Marina Rheingantz e Tatiana Blass, e reúne obras de artistas contemporâneos brasileiros com a produção recente de arte popular. Segundo o curador Lorenzo Mammì, embora os pontos de partida sejam distintos, um território intermediário de possíveis trocas começa a assumir contornos mais distintos. “Uma análise criteriosa da produção de arte contemporânea e da popular dos últimos trinta anos revela possíveis convergências a serem exploradas.” Para Mammì, o final da década de 70 marca o início de uma valorização da figuração em relação à abstração na pintura contemporânea.






Abertura | “Quase figura, quase forma”, com Felipe Cohen, Marina Rheingantz e Tatiana Blass

(São Paulo, SP) Com curadoria de Lorenzo Mammi, a exposição reúne obras de artistas contemporâneos brasileiros dentre os quais destacam-se: Felipe Cohen, Marina Rheingantz e Tatiana Blass. Segundo o curador, enquanto muitos artistas contemporâneos estão se reaproximando de questões ligadas à representação ou encarando o problema do suporte de maneira mais individualizada e menos conceitual, a arte popular está gradativamente assumindo uma relação formalmente mais livre com seu repertório tradicional.






Últimos dias | “As tramas do tempo na arte contemporânea: estética ou poética?”

(Ribeirão Preto, SP) Com obras adquiridas ao longo de 30 anos, a mostra pode ser dividida em três temas principais, todos relacionados à importantes períodos artísticos. No núcleo Construtivista, estão agrupadas obras geométricas que abordam questões cromáticas. No setor do Surrealismo, é possível perceber o onírico e seus ecos, principalmente no estranhamento provocado pelas obras ali expostas. Já a influência do Barroco, sobretudo o brasileiro, pode ser conferido em uma série de obras com formas orgânicas, de forte referência à temática do oceano.






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