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Últimos dias | Projeto Parede: Wagner Malta Tavares – “Círios”

(São Paulo, SP) O trabalho consiste numa espécie de régua confeccionada com faixas de fita adesiva eletrificada ao longo de 15 metros da parede do corredor. Distantes um metro umas das outras, lâmpadas incandescentes respondem à presença ou ausência de pessoas. Ao detectar a passagem do visitante, um sensor de movimento acende todas as luzes do corredor e, à medida que alguém passa por sua extensão, sensores individuais apagam cada uma das lâmpadas, criando uma linha do tempo que evidencia o que já foi vivido e o que virá pela frente.

Projeto Parede apresenta “Círios”, instalação de Wagner Malta Tavares

(São Paulo, SP) Para o primeiro Projeto Parede de 2015, o MAM-SP convidou o artista Wagner Malta Tavares – WMT, que concebeu especialmente para ocupar o corredor de acesso entre o saguão de entrada e a Grande Sala, a obra “Círios”, elaborada pelo artista a partir da leitura do poema homônimo de Konstantínos Kaváfis, poeta grego. O trabalho consiste numa espécie de régua confeccionada com faixas de fita adesiva eletrificada ao longo de 15 metros da parede do corredor.

Vivian Caccuri apresenta trabalhos inéditos em “Condomínio”

(São Paulo, SP) “Condomínio” é um desdobramento da pesquisa do trabalho “Caminhada Silenciosa”. Enquanto a artista pesquisa os locais para a deriva em silêncio, encontra pessoas, objetos e situações que tornam-se cumulativamente elementos para projetos como os dessa exposição. Vivian Caccuri mostra quatro diferentes séries de trabalhos inéditos, fazendo uso da tecnologia – muitas vezes cerceada – entre espaço público e espaço privado.

Últimos dias | “Do Objeto para o Mundo – Coleção Inhotim”

(São Paulo, SP) “Do Objeto para o Mundo” é a primeira exposição itinerante da Coleção Inhotim e reúne obras de 29 artistas de diversas gerações e partes do mundo, como Cinthia Marcelle, Daniel Steegmann Mangrané, Marcellvs L. e Marcius Galan. As obras apresentadas na exposição propõem uma entre muitas possíveis antologias do acervo. No 1º piso, a mostra se subdivide em salas que examinam quatro momentos de formação da arte contemporânea: o neoconcretismo brasileiro, a produção dos anos 1960, o grupo japonês de vanguarda Gutai e as práticas de acionismo e de performance dos anos 1970.

Amanhã | Finissage de “Akakor”, coletiva com Felipe Cohen e Marcius Galan

(São Paulo, SP) Felipe Cohen e Marcius Galan integram a mostra “Akakor”, que segue em seus últimos dias. O título da exposição refere-se a uma cidade subterrânea situada em algum lugar da Amazônia onde, reza a lenda, uma antiga civilização viveu e prosperou há milhares de anos atrás. O curioso é que tudo o que sabemos sobre tal cidade é através do relato de uma única pessoa, chamada Tatunca Nara: um alemão radicado no Brasil e auto proclamado príncipe de Akakor. Sua história é envolta em mistérios, mortes e mitos. Akakor é uma exposição que reúne atos de charlatanismo no meio artístico. As curadoras estão interessadas em métodos através dos quais artistas enganaram, iludiram, traíram e enrolaram seu público, usando tais estratégias ora na forma, ora no conteúdo de seus trabalhos – e, muitas vezes, em ambos.

Últimos dias | “Eu quero ver”, individual de Ivan Grilo

(São Paulo, SP) “Eu quero ver” é o cruzamento de duas pesquisas aparentemente distintas feitas por Ivan Grilo, porém unificadas por um ponto em comum: a busca pela necessidade narrativa do homem brasileiro, nesse caso em especial na região nordeste. O titulo da exposição surge parcialmente do uso de camadas e visibilidades presente na obra do artista, e também faz alusão à uma canção de 1974 de Jorge Ben, que diz “Eu quero ver quando Zumbi chegar, o que vai acontecer”. Segundo o artista, “a exposição faz referência [e reverência] a ícones da historia brasileira como Zumbi dos Palmares e Antônio Conselheiro. Há trabalhos que fazem menção à exposição Civilização do Nordeste, montada em Roma em 1965, com curadoria de Lina Bo Bardi, porém nunca aberta ao público em função da censura realizada pela ditadura militar brasileira através de suas embaixadas.”

Acontece este sábado a abertura de “Reverta – Arte e Sustentabilidade”

(São Paulo, SP) A exposição reúne ciência e arte em um mesmo ambiente, o que permite ao visitante a compreensão de todo o processo envolvido na produção, descarte, destinação e reciclagem dos resíduos sólidos pós-consumo. A ideia é despertar no público uma mudança na percepção de que o que muitos pensam ser lixo é, na verdade, resíduo e se tratado como tal, pode representar preservação ambiental, economia de recursos naturais, inclusão social e renda. Participam da mostra Gisela Motta e Leandro Lima, Lenora de Barros, Lucia Koch, Marilá Dardot e OPAVIVARÁ!, entre outros.

“Eu quero ver”, individual de Ivan Grilo segue em cartaz

(São Paulo, SP) A individual de Ivan Grilo, recentemente prorrogada, apresenta um conjunto de obras que aparecem como desdobramentos de duas pesquisas recentes do artista nos últimos anos: a herança cultural africana na sociedade brasileira, principalmente os conhecimentos transmitidos através de gerações pela oralidade, os quais Grilo observou durante sua pesquisa de campo em 2014 na Bahia motivado por um projeto de Mario de Andrade dos anos 1930/40. Somado a isso, a continuação de sua investigação sobre a obra de Lina Bo Bardi, com foco principal no período em que a arquiteta italiana viveu na região nordeste do Brasil.

Trabalhos inéditos de Renato Pera são apresentados em individual

(São Paulo, SP) Em “Reminiscências”, o artista discute a vacuidade do projeto de uma cidade; em oposição ao preenchimento do ato de habitar. Formas simplificadas tornam-se modelos não apenas sobre a vida contemporânea mas também sobre o descompasso entre o mundo como ele é e o mundo individualmente internalizado. Entre desenhos, vídeo, instalação e fotografias muito se diz sobre a cidade e o universo sensível reproduzido sob as estrelas a um só tempo. A memória agindo como elo entre os temas sugeridos e discutidos por este artista.

“As Margens dos Mares”, coletiva com participações de Chiara Banfi e O Grivo

(São Paulo, SP) “As Margens dos Mares” é um encontro entre artistas expoentes de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e Portugal que busca apresentar, por meio das artes visuais e da música, uma expressão da cultura contemporânea destes países lusófonos. Para a exposição foram selecionadas obras de doze artistas – entre eles Chiara Banfi e O Grivo – que refletem sobre questões como memória, espaço e arquitetura a partir de instalações, fotografias, vídeos e objetos. Além da mostra acontecem – somente neste final de semana – encontros musicais inéditos com a presença de músicos dos países convidados.

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