Tagged Sandra Gamarra

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A arquitetura de Paulo Mendes da Rocha dialoga com a arte no MuBE

(São Paulo, SP) O Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia (MuBE) abre no sábado “Pedra no Céu: Arte e arquitetura de Paulo Mendes da Rocha”. A coletiva busca estabelecer paralelos entre a arte e a obra do arquiteto do MuBE, hoje com 88 anos, reunindo tanto obras de artistas clássicos como Debret, grande referência do arquiteto, quanto de nomes contemporâneos, como os finalistas ao Prêmio PIPA André Komatsu e Daniel Steegmann Mangrané.

SITU #5, projeto discute o espaço urbano

(São Paulo, SP) O projeto de Gamarra se estrutura a partir da retícula construtiva do edifício, uma malha ortogonal marcada nas paredes de concreto aparente, resultante da modulação das fôrmas usadas na sua construção. Para a artista, a noção de retícula (grid) transcende a condição arquitetônica e se afirma com um elemento fundamental para entender a maneira como o homem tem estruturado o seu espaço físico e social.

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Coletiva “museu do louvre pau-brazyl” reúne artistas e pesquisadores

(São Paulo, SP) A exposição surge da relação entre os dois Louvres: o museu parisiense e o edifício de Artacho Jurado. O prédio, localizado na avenida São Luís e projetado nos anos 50, é um ícone da cidade, e um dos primeiros edifícios a comportar apartamentos de diferentes tamanhos e térreo e mezanino abertos para o espaço público, através de galerias comerciais em funcionamento até hoje.

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SITU #5, projeto da Galeria Leme

(São Paulo, SP) O projeto de Gamarra se estrutura a partir da retícula construtiva do edifício, uma malha ortogonal marcada nas paredes de concreto aparente, resultante da modulação das fôrmas usadas na sua construção. Para a artista, a noção de retícula (grid) transcende a condição arquitetônica e se afirma com um elemento fundamental para entender a maneira como o homem tem estruturado o seu espaço físico e social.

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SITU #5, projeto da Galeria Leme

(São Paulo, SP) O projeto de Gamarra se estrutura a partir da retícula construtiva do edifício, uma malha ortogonal marcada nas paredes de concreto aparente, resultante da modulação das fôrmas usadas na sua construção. Para a artista, a noção de retícula (grid) transcende a condição arquitetônica e se afirma com um elemento fundamental para entender a maneira como o homem tem estruturado o seu espaço físico e social.

Semana de encerramento de “Taipa-Tapume” | Coletiva sobre o desenvolvimento urbano paulista

(São Paulo, SP) No período de um século, São Paulo deixou de ser uma vila com ares coloniais feita de taipa, de menor importância no cenário econômico nacional, para se tornar uma rica cidade cafeeira e, depois, um polo industrial, comercial e financeiro. Tendo em vista este recorte histórico e esta perspectiva crítica, a exposição articula quatro núcleos de discussão: o prédio da galeria, processos de construção e destruição, o desenvolvimento urbano e arquitetônico de São Paulo e, por fim, a especulação imobiliária. Os trabalhos apresentados estruturam os núcleos, propondo relações entre a ideia de construção como edificação material, com a ideia de construção como elaboração conceitual. Participações de Alexandre Brandão, Ana Mazzei, Beto Shwafaty, Hector Zamora e Lais Myrrha.

Mostra coletiva aborda a urbanização cíclica de São Paulo

(São Paulo, SP) O desenvolvimento urbano de São Paulo é pautado por ciclos de construção, demolição e construção, afetando o modo como a cidade lida com sua memória. Esta dinâmica de ocupação do solo revela a maneira com que São Paulo lida com seu passado e como constrói suas narrativas históricas, evidenciado as forças de poder que moldam o tecido urbano e social da cidade. “Taipa-Tapume” pretende investigar esse desenvolvimento, através de obras de artistas como Alexandre Brandão, Ana Mazzei, Beto Shwafaty, Hector Zamora, Lais Myrrha, dentre outros.

Abertura | “Taipa-Tapume”, mostra coletiva sobre o desenvolvimento urbano paulista

(São Paulo, SP) No período de um século, São Paulo deixou de ser uma vila com ares coloniais feita de taipa, de menor importância no cenário econômico nacional, para se tornar uma rica cidade cafeeira e, depois, um polo industrial, comercial e financeiro. Os artistas Alexandre Brandão, Ana Mazzei, Beto Shwafaty, Hector Zamora e Lais Myrrha são alguns dos convidados desta coletiva que pretende investigar o processo de desenvolvimento urbano da cidade, que é pautado por ciclos de construção, demolição e construção.

“O que nos fez modernos / Imagens nítidas em ambientes úmidos” na Galeria Leme

(São Paulo, SP) Sandra Gamarra inclui, de forma quase imperceptível, imagens da violência terrorista no Peru nas 10 pinturas criadas para essa exposição, que cooperam com as medidas da galeria. Os trabalhos se rendem a arquitetura e se relacionam a ela sem atrito. Além das pinturas, estão em exibição vídeos que abordam a herança pré-colombiana, o presente rural e a cultural ocidental.

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