Tagged Rosana Ricalde

Em cartaz | “Da Escrita, Delas, Elas”, com Ana Miguel, Daniela Mattos, Gabriela Noujaim, Joana Cesar, Raïssa de Goes e Rosana Ricalde

(Rio de Janeiro, RJ) Projeto propõe o acompanhamento e mapeamento de “escritas” (vozes, falas) que possibilitem traçar perfis de profissionais brasileiras de arte e de cultura. Identificando poéticas, criando um lugar de troca e de visibilidade de processos criativos, de agenciamentos culturais que priorizem a produção escrita relacionada às artes visuais. Ana Miguel, Daniela Mattos, Gabriela Noujaim, Joana Cesar, Raïssa de Goes e Rosana Ricalde são algumas das artistas participantes, cuja utilização da escrita é um denominador comum que as agrega; seja como meio de expressão principal, seja como matéria, objeto e/ou suporte para trabalhos em artes visuais.

Hoje | “Ambiguidades” – visitação e conversa com artistas e curador

(Rio de Janeiro, RJ) Alexandre Dacosta, André Sheik, Bob N, Eduardo Mariz, Felipe Barbosa,Greice Rosa, Julio Castro, Leonardo Ramadinha, Lia do Rio, Marcio Zardo, Marco Antonio Portela, Mirela Luz, Osvaldo Carvalho, Patricia Gouvêa, Raimundo Rodriguez, Rogério Reis, Rosana Ricalde, Suely Farhi e Xico Chaves integram a mostra, que reúne artistas que, de alguma forma, utilizam a ambiguidade como valor fundamental na construção do seu discurso, frequentemente valorizando os ideais de informalidade, do acaso, da fragmentação, da descontinuidade, do inacabado, e da indeterminação dos resultados. “Ambiguidades” tem curadoria de Marcio Zardo






Últimos dias | “Ambiguidades”, com Felipe Barbosa, Marco Antonio Portela e Rosana Ricalde

(Rio de Janeiro, RJ) Nesta exposição, estão reunidos artistas que de alguma forma utilizam a ambiguidade como valor fundamental na construção do seu discurso, frequentemente valorizando os ideais de informalidade, do acaso, da fragmentação, da descontinuidade, do inacabado, e da indeterminação dos resultados. Suas narrativas plástico – poético – visuais não caminham em linha reta, mas se bifurcam, entrecruzam-se, potencializando descobertas e rompimentos que desconcertam percepções e sensações.






Em cartaz | “Ambiguidades”, com Felipe Barbosa, Marco Antonio Portela e Rosana Ricalde

(Rio de Janeiro, RJ) Incompletude, imprecisão, enigma, ambiguidade são termos recorrentes para designar as formas do mistério, ou as que geram a possibilidade de descoberta e da participação. Nesta exposição, estão reunidos artistas que, de alguma forma, utilizam a ambiguidade como valor fundamental na construção do seu discurso, frequentemente valorizando os ideais de informalidade, do acaso, da fragmentação, da descontinuidade, do inacabado, e da indeterminação dos resultados. Felipe Barbosa, Marco Antonio Portela e Rosana Ricalde são alguns dos artistas que integram a mostra.






19 artistas mulheres integram a mostra “Da Escrita, Delas, Elas”

(Rio de Janeiro, RJ) Projeto propõe o acompanhamento e mapeamento de “escritas” (vozes, falas) que possibilitem traçar perfis de profissionais brasileiras de arte e de cultura. Identificando poéticas, criando um lugar de troca e de visibilidade de processos criativos, de agenciamentos culturais que priorizem a produção escrita relacionada às artes visuais. Ana Miguel, Daniela Mattos, Gabriela Noujaim, Joana Cesar, Raïssa de Goes e Rosana Ricalde são algumas das artistas participantes, cuja utilização da escrita é um denominador comum que as agrega; seja como meio de expressão principal, seja como matéria, objeto e/ou suporte para trabalhos em artes visuais.






Dezenove artistas integram a coletiva “Ambiguidades”

(Rio de Janeiro, RJ) Incompletude, imprecisão, enigma, ambiguidade são termos recorrentes para designar as formas do mistério, ou as que geram a possibilidade de descoberta e da participação. Nesta exposição, estão reunidos artistas que, de alguma forma, utilizam a ambiguidade como valor fundamental na construção do seu discurso, frequentemente valorizando os ideais de informalidade, do acaso, da fragmentação, da descontinuidade, do inacabado, e da indeterminação dos resultados. Felipe Barbosa, Marco Antonio Portela e Rosana Ricalde são alguns dos artistas que integram a mostra.






Em cartaz | “Ambiguidades”, com Felipe Barbosa, Marco Antonio Portela e Rosana Ricalde

(Rio de Janeiro, RJ) Incompletude, imprecisão, enigma, ambiguidade são termos recorrentes para designar as formas do mistério, ou as que geram a possibilidade de descoberta e da participação. Nesta exposição, estão reunidos artistas que, de alguma forma, utilizam a ambiguidade como valor fundamental na construção do seu discurso, frequentemente valorizando os ideais de informalidade, do acaso, da fragmentação, da descontinuidade, do inacabado, e da indeterminação dos resultados.






Últimos dias | “Asas a Raízes” com Gê Orthof, José Rufino e Rosana Ricalde

(Rio de Janeiro, RJ) A exposição tem curadoria de Sonia Salcedo del Castillo e reúne pinturas, objetos, desenhos, fotografias, esculturas e instalações de 10 artistas brasileiros. A mostra coloca em pauta os limites do diálogo entre trabalhos distintos. “O público irá conhecer um pouco mais sobre estes artistas e perceber que entre suas diferenças e frestas, a curadoria pretende sublinhar a existência de um espaço de exposição, situado na fronteira entre o vivido e o imaginado. É importante ter raízes, mas não menos possuir asas”, resume a curadora, que realizará visita guiada somente neste final de semana, o último de exibição da mostra.






19 artistas integram a coletiva “Ambiguidades”

(Rio de Janeiro, RJ) Mostra coletiva apresenta obras de dezenove artistas que, de alguma forma, utilizam a ambiguidade como valor fundamental na construção do seu discurso, frequentemente valorizando os ideais de informalidade, do acaso, da fragmentação, da descontinuidade, do inacabado e da indeterminação dos resultados. “Suas narrativas plástico – poético – visuais não caminham em linha reta, mas se bifurcam, entrecruzam-se, potencializando descobertas e rompimentos”, explica o curador Marcio Zardo.






Abertura | “Ambiguidades”, com Felipe Barbosa, Marco Antonio Portela e Rosana Ricalde

(Rio de Janeiro, RJ) Mostra coletiva apresenta obras de dezenove artistas que, de alguma forma, utilizam a ambiguidade como valor fundamental na construção do seu discurso, frequentemente valorizando os ideais de informalidade, do acaso, da fragmentação, da descontinuidade, do inacabado e da indeterminação dos resultados. “Suas narrativas plástico – poético – visuais não caminham em linha reta, mas se bifurcam, entrecruzam-se, potencializando descobertas e rompimentos”, explica o curador Marcio Zardo.






O PIPA respeita a liberdade de expressão e adverte que algumas imagens de trabalhos publicadas nesse site podem ser consideradas inadequadas para menores de 18 anos. Copyright © Instituto PIPA