Tagged Rodrigo Bueno

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Crítica social é marcante em videoartes exibidas no Galpão VB

(São Paulo, SP) Como parte da programação da SP-Arte, que começa esta semana, a Associação Cultural Videobrasil abre nesta quinta-feira, 06 de abril, “Nada levarei quando morrer, aqueles que me devem cobrarei no inferno”. Co-curada pela diretora da Videobrasil, Solange Farkas, e Gabriel Bogossian, a mostra reúne obras críticas às transformações sociais hoje em curso no Brasil assinadas por artistas como Virgínia de Medeiros, Rodrigo Braga, e Miguel Rio Branco – o nome da exposição, aliás, é inspirado em uma obra de sua autoria.

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“Transparência e Reflexo” e a capacidade do olhar

(São Paulo, SP) Nos trabalhos de “Transparência e Reflexo” há sempre um elemento que permanece invisível, inalcançável, mesmo diante de um olhar direto, há algo de impenetrável. As obras em exibição estabelecem uma relação franca e direta com o ar, a atmosfera e o espaço ao redor delas. O invisível se revela e o mundo perde sua concretude.

Mais de 100 artistas participam de exposição em ponto histórico paulista

(São Paulo, SP) Uma “invasão criativa”, assim o curador Marc Pottier define a mostra “Made by…Feito por Brasileiros”. Ocupando o Hospital Matarazzo, uma área de 27 mil metros quadrados a poucas quadras da avenida Paulista, a exposição apresenta obras de mais de 100 artistas brasileiros e estrangeiros. Ainda ostentando as marcas do tempo e do abandono, os prédios antigos são ocupados pela energia irreverente da arte contemporânea. A maioria das obras que integram essa mega exposição foi concebida pelos artistas especificamente para o lugar e tem a efêmera existência de 35 dias. Importantes nomes da cena contemporânea mundial, como Adel Abdessemed, Moataz Nasr e Jean Michel Othoniel, estão ao lado de consagrados nomes da arte contemporânea brasileira, como Tunga, Henrique Oliveira, Carlito Carvalhosa, Iran do Espírito Santo, Nuno Ramos e Vik Muniz.

“Experimentando Espaços 2”, com André Komatsu, José Rufino e Marcius Galan

(São Paulo, SP) Mostra coletiva que retoma a ocupação de 2009 do jardim do Museu da Casa Brasileira, está nos seus últimos dias de exibição. “O objetivo dessa edição continua sendo o de apresentar algumas das mais variadas e instigantes experiências espaciais realizadas por nossos artistas”, revela o curador Agnaldo Farias. “Especulando sobre os significados e as formas de ser que as cidades, as paisagens, as arquiteturas, e até mesmo a extensa gama de objetos com quê mobiliamos os espaços domésticos, os artistas, por meio das mais variadas modalidades de suportes expressivos, terminam por reinventar a noção de espaço”.

“Experimentando Espaços 2” reúne o trabalho de nove artistas brasileiros

(São Paulo, SP) Os jardins do Museu da Casa Brasileira são a área designada para as instalações inéditas dos artistas André Komatsu, José Rufino, Marcius Galan e outros nomes da arte contemporânea brasileira. Com curadoria de Agnaldo Farias, a mostra traz obras com diferentes propostas que trafegam entre a arquitetura, a paisagem, a casa e os objetos com que a povoamos. Lembrando que a primeira edição da mostra aconteceu em 2009, o curador explica que “o objetivo dessa edição continua sendo o de apresentar algumas das mais variadas e instigantes experiências espaciais realizadas por nossos artistas”.

Exposição coletiva reúne obras inéditas de André Komatsu, José Rufino e Marcius Galan

(São Paulo, SP) “Experimentando Espaços 2” retoma a ocupação de 2009 do jardim do museu, que também contou com a seleção de conteúdo de Agnaldo Farias. “Especulando sobre os significados e as formas de ser que as cidades, as paisagens, as arquiteturas e até mesmo a extensa gama de objetos com que mobiliamos os espaços domésticos, os artistas, por meio das mais variadas modalidades de suportes expressivos, terminam por reinventar a noção de espaço”, diz o curador. 

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