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Coletiva “Cromofilia vs. Cromofobia” ganha continuação no Rio de Janeiro

(Rio de Janeiro, RJ) Encerrada na semana passada, a exposição “Cromofilia vs. Cromofobia”, da galeria Nara Roesler, propunha uma batalha hipotética entre a tabela cromática, inventada nos anos 1960, e o círculo cromático, conhecido pelo menos desde o século XVII. Pois a guerra ainda não se deu por terminada pela curadora e diretora artística da galeria, Alexandra Garcia Waldman. Uma nova batalha se inicia, assim, ainda que em um novo território: “Cromofilia vs. Cromofobia: Continuação” abriu essa semana, dessa vez na sede carioca da galeria.

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Últimos Dias | Coletiva “Cromofilia vs. Cromofobia” investiga a cor

(São Paulo, SP) A invenção da tabela cromática na década de 1960 trouxe uma liberdade sem precedentes para os artistas ao oferecer uma alternativa ao tradicional e rígido círculo cromático. É essa liberdade que é celebrada em “Cromofilia vs. Cromofobia: investigações da cor”, coletiva da Galeria Nara Roesler que entra hoje em sua última semana. Com obras de 18 artistas – entre eles os já indicados ao Prêmio PIPA Antonio Dias, Bruno Dunley, Cao Guimarães, Lucia Koch e Rodolpho Parigi – a mostra desafia os espectadores a experimentar a cor.

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“cromofilia vs cromofobia” | Liberdade e autonomia no uso da cor

(São Paulo, SP) Antonio Dias, Bruno Dunley, Cao Guimarães, Lucia Koch e Rodolpho Parigi participam da coletiva “cromofilia vs cromofobia”, que gira em torno da batalha entre a cartela de cores versos o círculo cromático. Tomando como base teórica o ensaio de David Batchelors, “Cromofilia”, de seu livro Chromophobia, a exposição analisa como os artistas contemporâneos jogam, destroem e revelam a tensão entre o uso de cores industriais do período pós 1960 e o advento da cartela de cores. Batchelor descreve a tabela de cor como “uma lista descartável de cores prontas”.

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Exposição “A Máquina do Mundo” mistura verbo e imagens

(Rio de Janeiro, RJ) Inspirados no poema de Carlos Drummond de Andrade e Camões e na fortuna crítica sobre eles, Sergio e Clara (os curadores) instituíram as figuras dos dois grandes poetas da língua portuguesa como uma espécie de curadores imaginários. Afim de trazer o tempo poético para o processo criativo da mostra, os curadores organizaram rodas de leitura e análises sobre os poemas entre os artistas.

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