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Novos e antigos olhares sobre a Avenida Paulista em exposição do MASP

(São Paulo, SP) Não só de cartões-postais vive a Avenida Paulista. Símbolo de São Paulo, o endereço carrega consigo as contradições e tensões da própria cidade. Foi pensando nisso que o MASP decidiu organizar “Avenida Paulista”, coletiva que apresenta antigos e novos olhares sobre a avenida centenária. Os antigos correspondem a documentos dos mais diversos, entre fotografias, objetos, cartazes e outros, produzidos de 1891 a 2016; já os novos aparecem através do olhar de 17 artistas contemporâneos – nove deles já indicados ao PIPA –, em projetos comissionados especialmente para a exposição.

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38 artistas contemporâneos brasileiros se reúnem na mostra “Soft Power. Arte Brasil.”

(Amersfoort, Holanda) A mostra é inspirada na perspectiva do Rio Olímpico: o segundo evento esportivo a ser sediado no Brasil em alguns meses, após a Copa do Mundo da FIFA em 2014. Na exposição, é questionado que tipo de país escolhe se apresentar dessa forma. Parte da resposta pode ser vista através do trabalho de artistas visuais e coletivos atualmente ativos no Brasil. A arte deles aborda uma grande variedade de questões, desde a posição dos indígenas no norte do país até a falta de água em São Paulo e a política econômica do governo.






“Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas” | Mostra sobre a relação entre arte e educação

(Rio de Janeiro, RJ) Por que é importante para a arte estar perto da educação, e vice-versa? Quais os usos sociais dessa relação? Ao acreditar na “necessidade da arte”, ou da educação, que outras necessidades podemos entrever na relação entre ambos? A exposição é uma análise da relação entre arte e educação através de pinturas, fotografias, esculturas, instalações, objetos e documentos. Participam artistas como Ana Miguel, Cinthia Marcelle, Felipe Barbosa, Felipe Cohen, Grupo Empreza, Gustavo Speridião, Jonathas de Andrade, Lenora de Barros, Luciana Paiva, Marilá Dardot, Paulo Meira, Regina de Paula e Roberto Winter.






A relação entre arte e educação é tema de mostra coletiva no Rio

(Rio de Janeiro, RJ) “Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas” tem mais de 180 obras de artistas como Ana Miguel, Cinthia Marcelle, Felipe Barbosa, Felipe Cohen, Grupo Empreza, Gustavo Speridião, Jonathas de Andrade, Lenora de Barros, Luciana Paiva, Marilá Dardot, Paulo Meira, Regina de Paula e Roberto Winter. Pinturas, fotografias, esculturas, instalações, objetos e documentos foram dividios em quatro núcleos – Dispositivos, Linguagem, Processos e Teorias.






“Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas” | Mostra sobre a relação entre arte e educação

(Rio de Janeiro, RJ) Ana Miguel, Cinthia Marcelle, Felipe Barbosa, Felipe Cohen, Grupo Empreza, Gustavo Speridião, Jonathas de Andrade, Lenora de Barros, Luciana Paiva, Marilá Dardot, Paulo Meira, Regina de Paula e Roberto Winter são apenas alguns dos artistas que participam dessa mostra, de título inspirado por uma citação de Rubem Alves, cujo foco é analisar a relação entre arte e educação através de pinturas, fotografias, esculturas, instalações, objetos e documentos.






Mostra coletiva analisa a relação entre arte e educação com mais de 180 peças

(Rio de Janeiro, RJ) “Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas” (título inspirado por uma citação de Rubem Alves) faz parte do projeto Arte e Sociedade no Brasil, iniciado com a exposição “O abrigo e o terreno” (2013) e que dedica-se a pensar a atuação da arte brasileira no campo da alteridade e das relações sociais. Participam Ana Miguel, Cinthia Marcelle, Felipe Barbosa, Felipe Cohen, Grupo Empreza, Gustavo Speridião, Jonathas de Andrade, Lenora de Barros, Luciana Paiva, Marilá Dardot, Paulo Meira, Regina de Paula, Roberto Winter, dentre muitos outros.






“Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas”

(Rio de Janeiro, RJ) Ana Miguel, Cinthia Marcelle, Felipe Barbosa, Felipe Cohen, Grupo Empreza, Gustavo Speridião, Jonathas de Andrade, Lenora de Barros, Luciana Paiva, Marilá Dardot, Paulo Meira, Regina de Paula e Roberto Winter são alguns dos nomes que participam dessa mostra, uma análise da relação entre arte e educação através de pinturas, documentos, esculturas, instalações e objetos. Dividida em núcleos – Dispositivos, Linguagem, Processos e Teorias – a exposição faz parte do projeto Arte e Sociedade no Brasil, que dedica-se a pensar a atuação da arte brasileira no campo da alteridade e das relações sociais.






Abertura | “Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas”

(Rio de Janeiro, RJ) Ana Miguel, Cinthia Marcelle, Felipe Barbosa, Felipe Cohen, Grupo Empreza, Gustavo Speridião, Jonathas de Andrade, Lenora de Barros, Luciana Paiva, Marilá Dardot, Paulo Meira, Regina de Paula e Roberto Winter são alguns dos nomes que participam dessa mostra, uma análise da relação entre arte e educação através de pinturas, documentos, esculturas, instalações e objetos. Dividida em núcleos – Dispositivos, Linguagem, Processos e Teorias – a exposição faz parte do projeto Arte e Sociedade no Brasil, que dedica-se a pensar a atuação da arte brasileira no campo da alteridade e das relações sociais.






SP Arte Brasília | Veja as galerias e artistas participantes

(Brasília, DF) Realizada pelos mesmos idealizadores da SP-Arte que chega no ano de sua 10ª edição, foi inaugurada esta semana a primeira edição da Feira Internacional de Arte de Brasília, que reúne 33 galerias nacionais na capital do país. “Realizar a Feira Internacional de Arte de Brasília, reunindo dezenas de galerias de vários estados brasileiros e exibindo centenas de artistas, brasileiros e estrangeiros, no coração do pais, é, para todos, a retomada de um período de grande euforia, e um momento de celebração”, afirma Fernanda Feitosa, idealizadora e diretora da SP-Arte.






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