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Em nova exposição, Raul Mourão tem a pintura como protagonista

(Rio de Janeiro, RJ) Se desde o final dos anos 1980, Mourão se dedica à observação de grades de segurança nas cidades, pesquisa que deu origem à série Grades, agora o artista se volta para a forma das janelas, usando sua geometria para criar esculturas cinéticas em aço corten e, sobretudo, pinturas. Fenestra é a primeira exposição de Mourão que tem a pintura como protagonista. As obras não são feitas de forma tradicional, com o uso de pincéis, mas com espécies de carimbos retangulares que, embebidos em tinta, marcam a tela.

Hoje | “Tombo”, instalação de Rodrigo Braga – visita guiada com o artista

(Rio de Janeiro, RJ) Amanhã será realizada uma visita guiada pelo artista Rodrigo Braga em sua individual “Tombo”, criada especialmente para o vão central da Casa França-Brasil. A instalação provoca uma imediata relação entre toras segmentadas de cinco palmeiras com as 24 colunas internas do espaço, um dos marcos neoclássicos do país, construído em 1820 pelo arquiteto francês Grandjean de Montigny (1776-1850), para ser a Praça do Comércio, em determinação de João VI.

Em cartaz | “Noir – a noite na metrópole”, individual de Antonio Saggese

(Rio de Janeiro, RJ) Saggese vem realizando exposições nos mais renomados espaços entre o Rio de Janeiro e São Paulo há 4 décadas. Sua personalidade inquieta o leva a experimentar sempre novas possibilidades técnicas, trazendo para a fotografia novas abordagens para temas instigantes. Seu trabalho mais recente lida com a fotografia expandida, que nas palavras do fotógrafo significa: “uma fotografia cinética, diversa da cinematografia, em que a cena, pela rarefação ou pela recorrência, resiste ao avançar.”

Juan Parada apresenta instalação inédita

(Rio de Janeiro, RJ) “Teto verde” é uma instalação composta por uma centena de módulos ovais de porcelana preenchidos com terra, do qual brotam plantas. Alinhados, os módulos formam dois planos em ângulo, suspensos no ar por fios de nylon, sugerindo a forma de um telhado. O artista cria uma interseção entre a funcionalidade do design e a especificidade da arte, utilizando todo o espaço expositivo para, numa inversão, trazer o teto ao chão e desenhar uma paisagem na qual as pessoas circulam, criando um ambiente que é ao mesmo tempo artificial, mas também ditado pelo natural, pois o crescimento das plantas vai estabelecer formas e caminhos.

Últimos dias | “Ambiguidades”, com Felipe Barbosa, Marco Antonio Portela e Rosana Ricalde

(Rio de Janeiro, RJ) Nesta exposição, estão reunidos artistas que de alguma forma utilizam a ambiguidade como valor fundamental na construção do seu discurso, frequentemente valorizando os ideais de informalidade, do acaso, da fragmentação, da descontinuidade, do inacabado, e da indeterminação dos resultados. Suas narrativas plástico – poético – visuais não caminham em linha reta, mas se bifurcam, entrecruzam-se, potencializando descobertas e rompimentos que desconcertam percepções e sensações.

“Ações, estratégias e situações…” propõe novo olhar aos diferentes tipos de acervo do MAM-Rio

(Rio de Janeiro, RJ) “Ações, estratégias e situações…” reúne histórias da arte brasileira e estrangeira que, segundo o artista argentino Luis Camnitzer, devem ser medidas com relógios diferentes, embora tenham em comum a mesma emergência relativamente à modificação dos lugares tradicionais da arte. A mostra, com curadoria de Marta Mestre, propõe reforçar as diversas formas de enunciação da arte para além dos suportes tradicionais (pintura, escultura, etc.), testemunhando o comprometimento do MAM com propostas experimentais a partir dos anos 60.

Mostra coletiva com o foco no estado do Pará apresenta oito artistas

(Rio de Janeiro, RJ) “Horizonte Generoso – uma experiência no Pará”, coletiva com curadoria de Bernardo Mosqueira, é o resultado de uma experiência pessoal de pesquisa e estadia. O curador foi a Belém depois de fazer sua pesquisa à distância. “A exposição parte da história de uma viagem de um pesquisador pela cidade, encontrando seus artistas, suas instituições, suas questões, pesquisas e, com isso, encontrando recorrências, interesses comuns, ritmos, ressonâncias”. Alberto Bitar, Alexandre Sequeira, Armando Queiroz, Elza Lima, Keyla Sobral, Luiz Braga, Orlando Maneschy e Guy Veloso são os artistas que representam a arte paraense nesta mostra.

Amanhã | “Tombo” – conversa aberta com Rodrigo Braga e a curadoria Thais Rivitti

(Rio de Janeiro, RJ) Rodrigo Braga criou a instalação “Tombo” especialmente para o vão central da Casa França-Brasil. Ali, estarão dispostas no chão mais de 15 toras de aproximadamente cinco metros de comprimento cada, segmentadas de cinco palmeiras imperiais centenárias. O site specific provoca uma imediata relação com as 24 colunas internas do espaço, um dos marcos neoclássicos do país, construído em 1820 pelo arquiteto francês Grandjean de Montigny. O artista e a curadora da mostra, Thais Rivitti, realizarão uma conversa aberta amanhã, no espaço da mostra.

Coletiva “Encruzilhada” reúne 115 trabalhos de 74 artistas

(Rio de Janeiro, RJ) Afonso Tostes, Alexandre Mazza, Ana Mazzei, André Komatsu, Antonio Dias, Armando Queiroz, Berna Reale, Beto Shwafaty, Cao Guimarães e Rivane Neuenschwander, Carla Zaccagnini, Carlos Vergara, Chico Fernandes, Cinthia Marcelle e Tiago Mata Machado, Daniel Steegmann Mangrané, Ivan Grilo, Joana Traub Csekö, Laura Lima, Lenora de Barros, Luiz Braga, Marcos Chaves, Maria Laet, Mauro Restiffe, Milton Marques, Nazareno Rodrigues, OPAVIVARÁ!, Paulo Nazareth, Rafael RG, Raquel Versieux, Regina Parra, Renata Lucas, Rodrigo Braga, Vivian Caccuri e Waltércio Caldas são alguns dos 74 nomes presentes na mostra que é parte do programa Curador Visitante da Escola de Artes Visuais do Parque Lage.

Visita guiada como o artista | “Tombo”, individual de Rodrigo Braga

(Rio de Janeiro, RJ) Rodrigo Braga criou a instalação “Tombo” especialmente para o vão central da Casa França-Brasil. Ali, estarão dispostas no chão mais de 15 toras de aproximadamente cinco metros de comprimento cada, segmentadas de cinco palmeiras imperiais centenárias. O site specific provoca uma imediata relação com as 24 colunas internas do espaço, um dos marcos neoclássicos do país, construído em 1820 pelo arquiteto francês Grandjean de Montigny. O artista realizará uma visita guiada pela exposição somente neste final de semana.

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