Tagged RJ

Últimos dias | “Das Amarras”, individual de Afonso Tostes

(Rio de Janeiro, RJ) “Das Amarras” é composta por obras que encontram na Odisséia sua motivação maior: as chamas e as tochas que encerram a Ilíada cedem agora à continuidade da narrativa homérica, cujas palavras desembarcam num novo cenário, talhado entre o céu e o mar, um cenário que (des)abriga Odisseu em suas venturas e desventuras na busca pelo caminho de regresso à casa. A busca de Odisseu é também a busca de Homero em revelar essa poesia e o quanto ela tem de sonho e invenção. Na tradução de Afonso Tostes para as palavras épicas de Homero, a realidade de Odisseu só se completa quando se completa o seu cenário, acrescentando à paisagem os traços de seu engenho e as marcas da sua arte.

“Uma diva, uma louca, uma macumbeira, meu deus ela é demais!”, individual de Camila Soato

(Rio de Janeiro, RJ) Se encerra esta semana a mostra individual da artista brasiliense Camila Soato. A exposição apresenta 50 pinturas inéditas em tamanhos variados, nas quais cenas esdrúxulas tiram o véu do nonsense político e social em que vivemos. Com uma narrativa maliciosa e inusitada, Camila penetra na complexidade do que parece banal. Escracha para desmascarar contradições morais através de cenas corriqueiras.






Em cartaz | “Das Amarras”, individual de Afonso Tostes

(Rio de Janeiro, RJ) Em seu trabalho anterior, “Tronco”, Afonso Tostes incluiu uma série de nove pinturas a óleo dedicadas às imagens do fogo e da fogueira, fazendo alusão ao seu uso ancestral como signo de comunicação entre os homens. A imagem seminal do fogo fora então colhida de sua cena mais remota, sua primeira pintura, delineada pelas palavras de Homero, de onde o artista viu irromper a imagem e a ideia da chama como sinal e anúncio da vitória dos gregos em Troia. A visita a Homero desdobra-se agora nesta nova série, “Das Amarras”, composta por obras que encontram na Odisséia sua motivação maior: as chamas e as tochas que encerram a Ilíada cedem agora à continuidade da narrativa homérica, cujas palavras desembarcam num novo cenário, talhado entre o céu e o mar, um cenário que (des)abriga Odisseu em suas venturas e desventuras na busca pelo caminho de regresso à casa.






Abertura | “Lona”, individual de Gustavo Speridião

(Rio de Janeiro, RJ) O título da exposição é extraído do suporte utilizado, lona de algodão, e as pinturas estarão expostas sem chassi, presas diretamente na parede, “em uma montagem simples”, conta o artista. Esta série de lonas é um desenvolvimento do trabalho de Gustavo Speridião, que tem como foco a pintura e a política, “explorar o plano pictórico e questões políticas, utilizando tinta, carvão e colagens (palavras, abstrações e cartazes)”. O artista fez uma colagem nas lonas com material gráfico coletado entre 2007 e 2014 em vários países, como Brasil, Bolívia, Portugal, Espanha, México, França, Grécia, Rússia e Turquia. “São cartazes de rua, políticos, de movimentos sociais”. “Este material ilustra o início da crise econômica mundial de 2008, e seus desdobramentos políticos”, diz.






Abertura | “Das Amarras”, individual de Afonso Tostes

(Rio de Janeiro, RJ) “Em seu trabalho anterior, “Tronco” (2013), Afonso Tostes incluiu uma série de nove pinturas a óleo dedicadas às imagens do fogo e da fogueira, fazendo alusão ao seu uso ancestral como signo de comunicação entre os homens. A imagem seminal do fogo fora então colhida de sua cena mais remota, sua primeira pintura, delineada pelas palavras de Homero, de onde o artista viu irromper a imagem e a ideia da chama como sinal e anúncio da vitória dos gregos em Troia. A visita a Homero desdobra-se agora nesta nova série, “Das Amarras”, composta por obras que encontram na Odisséia sua motivação maior: as chamas e as tochas que encerram a Ilíada cedem agora à continuidade da narrativa homérica, cujas palavras desembarcam num novo cenário, talhado entre o céu e o mar, um cenário que (des)abriga Odisseu em suas venturas e desventuras na busca pelo caminho de regresso à casa.






Últimos dias | “Teto verde”, individual de Juan Parada

(Rio de Janeiro, RJ) Teto verde é uma instalação composta por uma centena de módulos ovais de porcelana preenchidos com terra, do qual brotam plantas. Alinhados, os módulos formam dois planos em ângulo, suspensos no ar por fios de nylon, sugerindo a forma de um telhado. Nesta instalação, o artista cria uma interseção entre a funcionalidade do design e a especificidade da arte, utilizando todo o espaço expositivo para, numa inversão, trazer o teto ao chão e desenhar uma paisagem na qual as pessoas circulam, criando um ambiente que é ao mesmo tempo artificial, mas também ditado pelo natural, pois o crescimento das plantas vai estabelecer formas e caminhos.






“Coquetel” reúne artistas em projeto sobre os mecanismo da arte

(Rio de Janeiro, RJ) O grupo de nove artistas escolhidos para o projeto enfatiza a variedade de mídias e estratégias usadas na arte contemporânea ― objeto, escultura, fotografia, apropriações. “Coquetel” trará para o público uma amostragem da diversidade e da maleabilidade com as quais a arte de hoje trabalha, não se intimidando diante de diferentes espaços e situações, mas criando a partir de diversos contextos e suas particularidades. Na abertura que acontece esta semana, haverá uma ação-ritual e uma leitura performática.






Em cartaz | “Da Escrita, Delas, Elas”, com Ana Miguel, Daniela Mattos, Gabriela Noujaim, Joana Cesar, Raïssa de Goes e Rosana Ricalde

(Rio de Janeiro, RJ) Projeto propõe o acompanhamento e mapeamento de “escritas” (vozes, falas) que possibilitem traçar perfis de profissionais brasileiras de arte e de cultura. Identificando poéticas, criando um lugar de troca e de visibilidade de processos criativos, de agenciamentos culturais que priorizem a produção escrita relacionada às artes visuais. Ana Miguel, Daniela Mattos, Gabriela Noujaim, Joana Cesar, Raïssa de Goes e Rosana Ricalde são algumas das artistas participantes, cuja utilização da escrita é um denominador comum que as agrega; seja como meio de expressão principal, seja como matéria, objeto e/ou suporte para trabalhos em artes visuais.






Antonio Saggese faz alusão ao cinema noir em nova individual

(Rio de Janeiro, RJ) Sem som ambiente, câmera e enquadramentos são fixos. O tempo do evento não é alterado e não há montagem, pois a cena é, quando muito, cortada em seu princípio ou fim. O registro em branco e preto acontece já na câmera, no momento da captura, não na pós-produção. As imagens são captadas com uma discreta câmera fotográfica portátil. Antonio Saggese capta tomadas noturnas, em uma fotografia alusiva ao cinema noir.






Hoje | “Ambiguidades” – visitação e conversa com artistas e curador

(Rio de Janeiro, RJ) Alexandre Dacosta, André Sheik, Bob N, Eduardo Mariz, Felipe Barbosa,Greice Rosa, Julio Castro, Leonardo Ramadinha, Lia do Rio, Marcio Zardo, Marco Antonio Portela, Mirela Luz, Osvaldo Carvalho, Patricia Gouvêa, Raimundo Rodriguez, Rogério Reis, Rosana Ricalde, Suely Farhi e Xico Chaves integram a mostra, que reúne artistas que, de alguma forma, utilizam a ambiguidade como valor fundamental na construção do seu discurso, frequentemente valorizando os ideais de informalidade, do acaso, da fragmentação, da descontinuidade, do inacabado, e da indeterminação dos resultados. “Ambiguidades” tem curadoria de Marcio Zardo






Copyright © Instituto Investidor Profissional