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Últimos dias | “Lona”, individual de Gustavo Speridião

(Rio de Janeiro, RJ) Esta série de lonas é um desenvolvimento do trabalho de Gustavo Speridião, que tem como foco a pintura e a política, “explorar o plano pictórico e questões políticas, utilizando tinta, carvão e colagens (palavras, abstrações e cartazes)”. O título da exposição é extraído do suporte utilizado, lona de algodão, e as pinturas são expostas sem chassi, presas diretamente na parede, “em uma montagem simples”, conta o artista. Speridião fez uma colagem nas lonas com material gráfico coletado entre 2007 e 2014 em vários países, como Brasil, Bolívia, Portugal, Espanha, México, França, Grécia, Rússia e Turquia.

Últimos dias | “Das Amarras”, individual de Afonso Tostes

(Rio de Janeiro, RJ) “Das Amarras” é composta por obras que encontram na Odisséia sua motivação maior: as chamas e as tochas que encerram a Ilíada cedem agora à continuidade da narrativa homérica, cujas palavras desembarcam num novo cenário, talhado entre o céu e o mar, um cenário que (des)abriga Odisseu em suas venturas e desventuras na busca pelo caminho de regresso à casa. A busca de Odisseu é também a busca de Homero em revelar essa poesia e o quanto ela tem de sonho e invenção. Na tradução de Afonso Tostes para as palavras épicas de Homero, a realidade de Odisseu só se completa quando se completa o seu cenário, acrescentando à paisagem os traços de seu engenho e as marcas da sua arte.

Gustavo Speridião traz os movimentos sociais à tona em mostra individual

(Rio de Janeiro, RJ) Esta série de lonas é um desenvolvimento do trabalho de Gustavo Speridião, que tem como foco a pintura e a política, “explorar o plano pictórico e questões políticas, utilizando tinta, carvão e colagens (palavras, abstrações e cartazes)”. O artista fez uma colagem nas lonas com material gráfico coletado entre 2007 e 2014 em vários países, como Brasil, Bolívia, Portugal, Espanha, México, França, Grécia, Rússia e Turquia. “Apresentarei obras cujos temas refletem o processo revolucionário mundial e outras que, não se ligando à este processo pelo tema, estão profundamente tomadas e coloridas pela emnova consciência que dele surgiu. Utilizo o mesmo plano para campos aparentemente distintos; abstrações panfletárias, pinturas escritas e panfletos abstratos”.

“Uma diva, uma louca, uma macumbeira, meu deus ela é demais!”, individual de Camila Soato

(Rio de Janeiro, RJ) Se encerra esta semana a mostra individual da artista brasiliense Camila Soato. A exposição apresenta 50 pinturas inéditas em tamanhos variados, nas quais cenas esdrúxulas tiram o véu do nonsense político e social em que vivemos. Com uma narrativa maliciosa e inusitada, Camila penetra na complexidade do que parece banal. Escracha para desmascarar contradições morais através de cenas corriqueiras.

Em cartaz | “Das Amarras”, individual de Afonso Tostes

(Rio de Janeiro, RJ) Em seu trabalho anterior, “Tronco”, Afonso Tostes incluiu uma série de nove pinturas a óleo dedicadas às imagens do fogo e da fogueira, fazendo alusão ao seu uso ancestral como signo de comunicação entre os homens. A imagem seminal do fogo fora então colhida de sua cena mais remota, sua primeira pintura, delineada pelas palavras de Homero, de onde o artista viu irromper a imagem e a ideia da chama como sinal e anúncio da vitória dos gregos em Troia. A visita a Homero desdobra-se agora nesta nova série, “Das Amarras”, composta por obras que encontram na Odisséia sua motivação maior: as chamas e as tochas que encerram a Ilíada cedem agora à continuidade da narrativa homérica, cujas palavras desembarcam num novo cenário, talhado entre o céu e o mar, um cenário que (des)abriga Odisseu em suas venturas e desventuras na busca pelo caminho de regresso à casa.

“Lona”, individual de Gustavo Speridião, abre hoje ao público

(Rio de Janeiro, RJ) O título da exposição é extraído do suporte utilizado, lona de algodão, e as pinturas estarão expostas sem chassi, presas diretamente na parede, “em uma montagem simples”, conta o artista. Esta série de lonas é um desenvolvimento do trabalho de Gustavo Speridião, que tem como foco a pintura e a política, “explorar o plano pictórico e questões políticas, utilizando tinta, carvão e colagens (palavras, abstrações e cartazes)”. O artista fez uma colagem nas lonas com material gráfico coletado entre 2007 e 2014 em vários países, como Brasil, Bolívia, Portugal, Espanha, México, França, Grécia, Rússia e Turquia. “São cartazes de rua, políticos, de movimentos sociais”. “Este material ilustra o início da crise econômica mundial de 2008, e seus desdobramentos políticos”, diz.

“Coquetel” reintroduz centro cultural do Rio de Janeiro no circuito de arte contemporânea

(Rio de Janeiro, RJ) O local em questão já foi cenário de trabalhos de artistas como Marcos Chaves, Ana Miguel, Claudia Bakker e Renato Bezerra de Melo. Agora se torna palco de instalações de artistas emergentes. O grupo de artistas escolhidos para o projeto enfatiza a variedade de mídias e estratégias usadas na arte contemporânea ― objeto, escultura, fotografia, apropriações. Coquetel traz para o público uma amostragem da diversidade e da maleabilidade com as quais a arte de hoje trabalha, não se intimidando diante de diferentes espaços e situações, mas criando a partir de diversos contextos e suas particularidades.

André Griffo apresenta nova individual “Predileção pela Alegoria”

(Rio de Janeiro, RJ) Como parte do Circuito Integrado de Galerias de Arte, André Griffo apresenta nova exposição, com texto assinado por Ivair Reinaldim. “Mais do que o título de uma das pinturas apresentadas, podemos argumentar que “Predileção pela Alegoria” sintetiza a atitude artística de André Griffo em relação ao conjunto de trabalhos que vem desenvolvendo. Embasado na noção e na prática alegórica, Griffo não deixa de explicitar sua afinidade eletiva por esse conceito-chave, importante porta de entrada para a compreensão de alguns de seus procedimentos bem como de certos elementos visuais presentes em sua produção.”

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