Tagged Ricardo Carioba

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Programação paralela da SP-Arte inclui inaugurações, conversas e até mesmo um show

(São Paulo, SP) Esta semana começa a SP-Arte e, com ela, uma série de eventos paralelos, que vão de visitas guiadas a performances e confraternizações nas galerias da cidade. Entre eles, o preview da individual do vencedor do Prêmio PIPA 2016 Paulo Nazareth na Mendes Woods DM, e o show da banda Cão, da qual participam dois indicados ao Prêmio PIPA, Dora Longo Bahia e Maurício Ianês.

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14 artistas participam de “Um piano na selva”, em Belo Horizonte

(Belo Horizonte, MG) Se Fitzcarraldo, obra de Werner Herzog lançada em 1982, pudesse ser resumida em uma imagem, é possível que ela consistisse naquela do piano perdido em meio a selva – uma ideia absolutamente fora do lugar. A imagem dá nome à coletiva “Um Piano na Selva”, que abre na Periscópio Arte Contemporânea neste sábado, 11 de março. Com curadoria de Germano Dushá, a exposição conta a participação de 14 artistas, sete deles já indicados ao Prêmio PIPA: Daniel Steegmann Mangrané, Daniel de Paula, Deyson Gilbert, Lais Myrrha, Pedro Motta, Rafael RG e Rodrigo Braga.






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“Paisagens Invisíveis” constrói cenários inteiros através de sons

(São Paulo, SP) É verdade que a programação do Museu Brasileiro de Escultura, o MuBE, jamais se limitou à arte que inspira o seu nome, indo da pintura à fotografia, do grafite ao cinema. Não deixa de ser curioso, porém, o fato de que sua exposição mais recente não tem um objeto sequer. Apresentando obras de 11 artistas e curada por Cauê Alves e Floriano Romano, a coletiva “Paisagens Invisíveis” é exclusivamente composta de sons.






“Vaguear, transitar, caminhar, errar…” | Curadoria de Cauê Alves

(Campinas, SP) Mostra gratuita de vídeos com curadoria de Cauê Alves, curador assistente do Pavilhão Brasileiro da Bienal de Veneza 2015, integra o projeto “Código Aberto” e tem exibição somente sexta (27) e sábado (28) deste mês. “Alguns trabalhos podem deslocar o cidadão da rotina e talvez romper com certa atitude blasé perante o mundo. É como se a ação do artista, desde a mais sutil até a mais estridente, pudesse gerar um desvio, uma mudança de percurso ou uma atitude imprevista e sem planejamento. Em vez de priorizar o alcance de objetivos, o fundamental é errar”, afirma Alves. Veja a programação, que inclui conversa com o curador.






Últimos dias | “VERBO 2014” – Mostra de performance arte

(São Paulo, SP) Para discutir questões relacionadas às práticas de documentação e registro de ações e de performances, por meio de fotos, vídeos, partituras e proposições, sua autonomia no tempo e o seu status e relevância no sistema da arte atual, o programa da 10ª edição da VERBO conta também com uma exposição de fotos e vídeos, além da 3ª edição do seminário “VERBO Conjugado”. As quatro mesas que integram o seminário foram elaboradas a partir de temas relacionados ao registro e a documentação de performances e ações. Inclui obras e performances de Jonathas de Andrade, Dora Longo Bahia, Lenora de Barros, Rodrigo Braga, Marcelo Cidade, Henrique Cesar, Maurício Ianês, Clara Ianni, Cristiano Lenhardt, Cinthia Marcelle, Fabio Morais, Gisela Motta & Leandro Lima e Carla Zaccagnini.






“VERBO 2014” – Mostra de performance na capital paulista

(São Paulo, SP) Em sua décima edição, a mostra conta com ações de artistas como Carla Zaccagnini, Cinthia Marcelle, Clara Ianni, Cristiano Lenhardt, Dora Longo Bahia, Fabio Morais, Gisela Motta & Leandro Lima, Henrique Cesar, Jonathas de Andrade, Lenora de Barros, Marcelo Cidade, Maurício Ianês e Rodrigo Braga além de outros brasileiros e estrangeiros.
Para discutir questões relacionadas às práticas de documentação e registro de ações e de performances, por meio de fotos, vídeos, partituras e proposições, sua autonomia no tempo e o seu status e relevância no sistema da arte atual, o programa desta edição conta com uma exposição de fotos e vídeos, além da 3ª edição do seminário “VERBO Conjugado”.






Encerramento | “Limites do Imaginário”

A exposição traz ao público uma seleção de obras de 25 artistas do acervo da FVCB, como Rodrigo Braga e Sandra Cinto e ainda contará com artistas convidados, como Tony Camargo, apresentando seus Videomódulos.
A exposição, numa espécie de reação ao rigor construtivo e racionalista da exposição anterior (dedicada à obra de Julio Plaza), propõe agora ao espectador o diálogo livre entre obras que provocam a imaginação do público sobre o que é real e o que é representação e inclui trabalhos em que se notam reverberações do surrealismo.






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