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A prática do desenho pelo olhar de 21 artistas de diferentes gerações em “In Memorian”

(Rio de Janeiro, RJ) Abrindo neste fim de semana na Caixa Cultural RJ, “In Memoriam” trata das possibilidades de se pensar a prática do desenho em suportes diversos a partir do trabalho de 21 artistas. Entre os nomes, que vão de grandes dos anos 1960 até artistas contemporâneos, há quatro que participaram do Prêmio PIPA: Cinthia Marcelle, finalista em 2010; Ricardo Basbaum, indicado em 2011; e Marcius Galan e Cadu, que venceram o Prêmio, respectivamente, em 2012 e 2013.

“Retroperformance” traz materiais raros e inéditos da produção artística dos anos 80

(Rio de Janeiro, RJ) “Retroperformance”, exposição em curso na Caixa Cultural RJ até a primeira semana de outubro, abarca a produção artística da década de 1980 de alguns dos nomes mais representativos da performance do eixo Rio-São Paulo. Entre eles, os indicados ao Prêmio PIPA Lenora de Barros (2010), Guto Lacaz (2016), e Ricardo Basbaum (2011), que apresentam vídeos, fotografias, filipetas, jornais, cartazes, cadernos, croquis e storyboards de seus trabalhos.






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Ricardo Basbaum revisita produção dos anos 80 e 90 em individual

(São Paulo, SP) Extensa, mas pouco vista, a produção de Ricardo Basbaum dos anos 80 e 90 é o foco de “Corte-Contaminação-Contato”, individual do indicado ao Prêmio PIPA 2011 que abre neste sábado na Galeria Jaqueline Martins. Apesar do recorte temporal, a curadoria de Marta Mestre é pensada em um percurso não-cronológico e inclui séries como “Pinturas e experiências em espaço público” (1985-87), e “Cabelo” (1985-86).






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Coletiva inspira parceria entre galerias carioca e paulista

(São Paulo, SP) “É de ensaio que se trata esta exposição”, escreve o curador Ricardo Sardenberg sobre “A Gentil Carioca Jaqueline Martins”. A coletiva, que une obras de artistas de ambas as galerias – 16 deles já indicados ao Prêmio PIPA – a partir deste fim de semana na paulista Jaqueline Martins, questiona os discursos e meios de apresentação que normalmente se esperam de uma exposição artística.






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Últimos dias | “Sempre um ponto de identidade, sempre distinção”

(São Paulo, SP) Hoje e amanhã são os últimos dias para ver a coletiva “Sempre um ponto de identidade, sempre distinção”. Curada por Hércules Goulart Martins, a exposição em cartaz na Galeria Jaqueline Martins se baseia na ideia de mutualismo – que, em sua raiz latina, significava tanto reciprocidade (mutuus) quanto mudança (mutare) – para entrelaçar as propostas de 11 artistas nacionais e internacionais.






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Livro “Hélio Oiticica para além dos mitos” é lançado neste sábado

(Rio de Janeiro, RJ) O Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica lança neste sábado, 17 de dezembro, o livro “Seminário Internacional: Hélio Oiticica para além dos mitos”. Organizado pelos professores da UERJ Giuseppe Cocco e Barbara Szaniecki em colaboração com Izabela Pucu, o livro traz 24 textos de artistas, críticos e curadores – entre eles, o curador do Instituto PIPA Luiz Camillo Osorio e o artista Ricardo Basbaum, indicado ao Prêmio PIPA em 2011 – que discutem o legado de Oiticica, considerado um dos maiores artistas da história da arte brasileira.






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“Porque somos elas e eles”, coletiva explora o conceito de amizade

(São Paulo, SP) “Porque somos elas e eles”, coletiva que estreia hoje, tem como tema a amizade. Não espere, contudo, narrativas clássicas de confiança ou superação: para o curador Josué Mattos, a amizade fraternal aqui deriva do conceito de amor mundi, amor pelo mundo, e é caracterizada pelos encontros – e, consequentemente, tensões, conflitos – entre pessoas que vivem e pensam um mundo em comum. É a partir desse ângulo que os 27 artistas convidados apresentam suas obras, a todo o tempo questionando uns aos outros e a si mesmos.






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Reciprocidade e mudança na coletiva “Sempre um ponto de identidade, sempre distinção”

(São Paulo, SP) Mutualismo. Do latim mutuus, recíproco – que, por sua vez, vem do verbo mutare, mudar. É a partir do jogo entre os dois vocábulos latinos, origem da ideia de mutualismo, que o curador Hércules Goulart Martins define a chave de “Sempre um ponto de identidade, sempre distinção”. Estreando neste sábado, 12 de novembro, na Galeria Jaqueline Martins, a exposição apresenta obras de 11 artistas nacionais e internacionais, entre eles os já indicados ao Prêmio PIPA Adriano Amaral, Ana Mazzei, Daniel de Paula, Débora Bolsoni, Ícaro Lira, Lais Myrrha e Ricardo Basbaum.






Últimos dias de “Afetividades eletivas”, mostra coletiva da coleção de Luiz Sérgio Arantes

(Belo Horizonte, MG) As obras estão agrupadas em núcleos, tendo em vista o valor intrínseco de cada uma delas e as ideias que determinadas relações permitem discutir: o emprego da letra, da palavra ou da caligrafia como elemento visível constitutivo; o corpo como suporte em diferentes operações artísticas; o espaço questionado pela arte, seja como representação, seja como campo, lugar da experiência; e a arte como questão da arte, na relação com a sua história, com o mercado e com o próprio colecionismo. Com Carla Zaccagnini, Cinthia Marcelle, Dora Longo Bahia, Laura Vinci, Mabe Bethônico, Marcelo Moscheta, Marcius Galan, Milton Marques, Ricardo Basbaum, Rodrigo Andrade, Tatiana Blass e Thiago Rocha Pitta.






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