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“Acervo Compulsório” reúne obras de um acervo “não-intencionado”

(Porto Alegre, RS) O acervo não-intencionado da Galeria Ecarta – obras que, exibidas em coletivas e individuais da instituição nos últimos cinco anos, lá permaneceram por um motivo ou outro – é o foco de “Acervo Compulsório”, em cartaz até meados de setembro. A exposição traz trabalhos em diversos formatos de 16 artistas, incluindo os já indicados ao Prêmio PIPA Luiz Roque, Traplev, Alexandre Navarro Moreira, Fabiana Faleiros e Rafael RG.

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Relação do humano com a terra guia coletiva com 12 artistas

(Rio de Janeiro, RJ) A prática de geofagia, ou ingestão de terra, inspirou “Sobre a terra”, coletiva inaugurada no último sábado na galeria A Gentil Carioca. Em uma experiência curatorial inicial, doze artistas – incluindo os indicados ao Prêmio PIPA Maria Laet e Rafael RG e os finalistas Matheus Rocha Pitta e Rodrigo Braga – exploram a relação material, conceitual, política e simbólica entre o humano e a terra.






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14 artistas participam de “Um piano na selva”, em Belo Horizonte

(Belo Horizonte, MG) Se Fitzcarraldo, obra de Werner Herzog lançada em 1982, pudesse ser resumida em uma imagem, é possível que ela consistisse naquela do piano perdido em meio a selva – uma ideia absolutamente fora do lugar. A imagem dá nome à coletiva “Um Piano na Selva”, que abre na Periscópio Arte Contemporânea neste sábado, 11 de março. Com curadoria de Germano Dushá, a exposição conta a participação de 14 artistas, sete deles já indicados ao Prêmio PIPA: Daniel Steegmann Mangrané, Daniel de Paula, Deyson Gilbert, Lais Myrrha, Pedro Motta, Rafael RG e Rodrigo Braga.






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Passado e presente se articulam na coletiva “Deus está solto!”

(São Paulo, SP) Um grito histórico, ainda que esquecido, dá nome à coletiva que é inaugurada na Galeria Jaqueline Martins neste fim de semana. Com curadoria de Germano Dushá, a exposição “Deus está solto!” (frase pronunciada por Caetano Veloso em 1968) se lança sobre dois diferentes contextos políticos nacionais, os anos da ditadura e o presente, para investigar nuances do imaginário social do Brasil.






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Coletiva “museu do louvre pau-brazyl” reúne artistas e pesquisadores

(São Paulo, SP) A exposição surge da relação entre os dois Louvres: o museu parisiense e o edifício de Artacho Jurado. O prédio, localizado na avenida São Luís e projetado nos anos 50, é um ícone da cidade, e um dos primeiros edifícios a comportar apartamentos de diferentes tamanhos e térreo e mezanino abertos para o espaço público, através de galerias comerciais em funcionamento até hoje.






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