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CCBB-Rio traça panorama histórico e artístico do biquíni em “Yes! Nós Temos Biquínis”

(Rio de Janeiro, RJ) “O biquíni revolucionou o mundo, mas o Brasil revolucionou o biquíni”, afirma Lilian Pacce, curadora de “Yes! Nós temos biquíni”. A exposição, que abre na quarta que vem no CCBB-Rio, traça um panorama histórico, poético e antropológico da peça de roupa, que completa 70 anos este ano. No processo, conta com a presença de muitos artistas brasileiros indicados ao Prêmio PIPA, como Lia Chaia, Eder Santos, Tiago Carneiro da Cunha e Jorge Luiz Fonseca.

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“Linguagens do corpo carioca [a vertigem do Rio]” reúne 800 obras de artistas que captaram a essência da alma carioca em seus trabalhos

(Rio de Janeiro, RJ) Em cartaz durante os Jogos Olímpicos, a exposição toma como ponto de partida o corpo de quem vive na cidade para pôr em discussão a identidade social como uma espécie de gíria gestual. A abordagem transversal se repete em na exposição, que é dividida em núcleos e traz à tona as mais diversas faces da vida na cidade.






“Pororoca” | Mostra coletiva com Armando Queiroz, Berna Reale, Ivan Grilo, Luiz Braga e Rodrigo Braga

(Rio de Janeiro, RJ) O museu selecionou cerca de cem artistas cujas obras apresentam algum vínculo com a região amazônica, ainda pouco conhecida no Brasil. Entre a visualidade amazônica, a violência social, a arte relacional e o processo de metropolização, dois séculos e meio de história crítica estão retratados em instalações, pinturas, esculturas, fotografias, artes gráficas e decorativas, vestuário, mapas e objetos arqueológicos.






Mostra coletiva tangencia debates sobre a região amazônica

(Rio de Janeiro, RJ) Cerca de cem artistas estão representados em “Pororoca”, muitos com suas obras-primas, entre eles Armando Queiroz, Berna Reale, Ivan Grilo, Luiz Braga e Rodrigo Braga. A mostra tem curadoria de Paulo Herkenhoff e inclui obras provenientes de diversos fundos da Coleção MAR, como a Fundação Rômulo Maiorana, o Fundo Berna Reale e o Fundo Z.






Abertura | “Pororoca – A Amazônia no MAR”

(Rio de Janeiro, RJ) Obras de Armando Queiroz, Ivan Grilo, Luiz Braga e Rodrigo Braga, da Coleção Amazônica do MAR, estarão em cartaz a partir de hoje. A proposta curatorial é tangenciar debates ecológicos, cosmológicos, sociais, antropológicos e políticos, abordando a produção estética da Amazônia em suas plurais dimensões, da iconografia à produção artística contemporânea.






Últimos dias | “As tramas do tempo na arte contemporânea: estética ou poética?”

(Ribeirão Preto, SP) Com obras adquiridas ao longo de 30 anos, a mostra pode ser dividida em três temas principais, todos relacionados à importantes períodos artísticos. No núcleo Construtivista, estão agrupadas obras geométricas que abordam questões cromáticas. No setor do Surrealismo, é possível perceber o onírico e seus ecos, principalmente no estranhamento provocado pelas obras ali expostas. Já a influência do Barroco, sobretudo o brasileiro, pode ser conferido em uma série de obras com formas orgânicas, de forte referência à temática do oceano.






“As tramas do tempo na arte contemporânea”

(Ribeirão Preto, SP) Para a curadora Daniela Bousso, esta mostra evidencia múltiplas formas de leitura possíveis na coleção e acolhe diferentes modos da expressão contemporânea, em diálogo aberto com a tradição do Modernismo, entre a década de 1980 e a atualidade pós-virada de milênio. “Ela é feita de resíduos, fragmentos, índices que nos auxiliam a perceber a fricção entre a estética e a poética, na arte contemporânea, nas tramas do tempo.”






Estética ou Poética?

(Ribeirão Preto, SP) A exposição “As tramas do tempo na arte contemporânea: estética ou poética?” conta com trabalhos de vários artistas, como Caetano Dias, Caio Reisewtiz, Dora Longo Bahia, Fabio Zimbres, José Bechara, Kilian Glasner, Marcelo Amorim, Marcelo Moscheta, Marcius Galan, Patricia Osses, Regina Parra, Tatiana Blass e Vanderlei Lopes.






Coletiva com 51 artistas em Ribeirão Preto

(Ribeirão Preto, SP) Com obras adquiridas ao longo de 30 anos, a mostra pode ser dividida em três temas principais, todos relacionados à importantes períodos artísticos. No núcleo Construtivista, estão agrupadas obras geométricas que abordam questões cromáticas. No setor do Surrealismo, é possível perceber o onírico e seus ecos, principalmente no estranhamento provocado pelas obras ali expostas. Já a influência do Barroco, sobretudo o brasileiro, pode ser conferido em uma série de obras com formas orgânicas, de forte referência à temática do oceano.






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