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14 artistas participam de “Um piano na selva”, em Belo Horizonte

(Belo Horizonte, MG) Se Fitzcarraldo, obra de Werner Herzog lançada em 1982, pudesse ser resumida em uma imagem, é possível que ela consistisse naquela do piano perdido em meio a selva – uma ideia absolutamente fora do lugar. A imagem dá nome à coletiva “Um Piano na Selva”, que abre na Periscópio Arte Contemporânea neste sábado, 11 de março. Com curadoria de Germano Dushá, a exposição conta a participação de 14 artistas, sete deles já indicados ao Prêmio PIPA: Daniel Steegmann Mangrané, Daniel de Paula, Deyson Gilbert, Lais Myrrha, Pedro Motta, Rafael RG e Rodrigo Braga.

Hoje | Programação de performances e conversa em torno da “Encruzilhada”

(Rio de Janeiro, RJ) As obras apresentadas estão organizadas em torno de seis núcleos que tratam do espaço físico da encruzilhada – onde acontecem as manifestações políticas, o carnaval, o flerte, o movimento de trânsito e a macumba, e também das situações em que se faz imperativa uma decisão. Hoje, uma programação especial de performances acontece durante todo dia. Uma conversa com os participantes da Agência Transitiva, espaço-veículo para ações e estudos não-convencionais em arte, política e história das ideias, também acontece.






Vivian Caccuri promove Caminhada Silenciosa como parte da mostra “Encruzilhada”

(Rio de Janeiro, RJ) Em “Encruzilhada”, as obras estão organizadas em torno de seis núcleos que tratam do espaço físico da encruzilhada – onde acontecem as manifestações políticas, o carnaval, o flerte, o movimento de trânsito e a macumba, e também das situações em que se faz imperativa uma decisão. Durante o período da exposição, haverá uma programação semanal de performances, encontros e conversas, além de alterações na montagem, resultando em novas vivências do público. Amanhã, uma programação nova de performances será realizada durante a exposição.






Hoje | Programação especial de performances na coletiva “Encruzilhada”

(Rio de Janeiro, RJ) As obras apresentadas estão organizadas em torno de seis núcleos que tratam do espaço físico da encruzilhada – onde acontecem as manifestações políticas, o carnaval, o flerte, o movimento de trânsito e a macumba, e também das situações em que se faz imperativa uma decisão. Durante o período da exposição, haverá uma programação semanal de performances, encontros e conversas. Hoje, uma programação especial de performances acontecerá durante a exposição. Saiba mais.






Conversa com curador e performances acontecem durante a semana em “Encruzilhada”

(Rio de Janeiro, RJ) As obras apresentadas estão organizadas em torno de seis núcleos que tratam do espaço físico da encruzilhada – onde acontecem as manifestações políticas, o carnaval, o flerte, o movimento de trânsito e a macumba, e também das situações em que se faz imperativa uma decisão. Durante o período da exposição, haverá uma programação semanal de performances, encontros e conversas. Amanhã, uma programação especial de performances acontecerá durante a exposição e na próxima quarta-feira, 13 de maio, haverá uma conversa entre o curador Bernardo Mosqueira e a diretora da Escola, Lisette Lagnado.






Coletiva “Encruzilhada” reúne 115 trabalhos de 74 artistas

(Rio de Janeiro, RJ) Afonso Tostes, Alexandre Mazza, Ana Mazzei, André Komatsu, Antonio Dias, Armando Queiroz, Berna Reale, Beto Shwafaty, Cao Guimarães e Rivane Neuenschwander, Carla Zaccagnini, Carlos Vergara, Chico Fernandes, Cinthia Marcelle e Tiago Mata Machado, Daniel Steegmann Mangrané, Ivan Grilo, Joana Traub Csekö, Laura Lima, Lenora de Barros, Luiz Braga, Marcos Chaves, Maria Laet, Mauro Restiffe, Milton Marques, Nazareno Rodrigues, OPAVIVARÁ!, Paulo Nazareth, Rafael RG, Raquel Versieux, Regina Parra, Renata Lucas, Rodrigo Braga, Vivian Caccuri e Waltércio Caldas são alguns dos 74 nomes presentes na mostra que é parte do programa Curador Visitante da Escola de Artes Visuais do Parque Lage.






“Pororoca” | Mostra coletiva com Armando Queiroz, Berna Reale, Ivan Grilo, Luiz Braga e Rodrigo Braga

(Rio de Janeiro, RJ) O museu selecionou cerca de cem artistas cujas obras apresentam algum vínculo com a região amazônica, ainda pouco conhecida no Brasil. Entre a visualidade amazônica, a violência social, a arte relacional e o processo de metropolização, dois séculos e meio de história crítica estão retratados em instalações, pinturas, esculturas, fotografias, artes gráficas e decorativas, vestuário, mapas e objetos arqueológicos.






Mostra coletiva tangencia debates sobre a região amazônica

(Rio de Janeiro, RJ) Cerca de cem artistas estão representados em “Pororoca”, muitos com suas obras-primas, entre eles Armando Queiroz, Berna Reale, Ivan Grilo, Luiz Braga e Rodrigo Braga. A mostra tem curadoria de Paulo Herkenhoff e inclui obras provenientes de diversos fundos da Coleção MAR, como a Fundação Rômulo Maiorana, o Fundo Berna Reale e o Fundo Z.






Abertura | “Pororoca – A Amazônia no MAR”

(Rio de Janeiro, RJ) Obras de Armando Queiroz, Ivan Grilo, Luiz Braga e Rodrigo Braga, da Coleção Amazônica do MAR, estarão em cartaz a partir de hoje. A proposta curatorial é tangenciar debates ecológicos, cosmológicos, sociais, antropológicos e políticos, abordando a produção estética da Amazônia em suas plurais dimensões, da iconografia à produção artística contemporânea.






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