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“Na teoria, não há diferença entre teoria e prática. Na prática, há.” Essa é uma entre as diversas discussões do curso ‘O Processo Criativo’

(Rio de Janeiro, RJ) Para Charles Watson, não existe pílula mágica: o processo criativo exige paixão, persistência, e coragem para aceitar os muitos erros que virão pela frente. O escocês ensina cada um destes passos em “O processo criativo”, curso que inicia na Escola de Artes Visuais do Parque Lage na próxima quarta-feira com uma aula aberta.

Últimos dias | Exposição “Mais Pintura”, com curadoria de Bruno Miguel

(Rio de Janeiro, RJ) Entre trinta artistas, os 21 selecionados foram: André Andrade, Angela Od, Benjamin Rotstein, Bruno Belo, Caio Pacela, Cláudia Porto, Claudio Gabriel, Eduardo Borges, Fabiano Devide, Fernanda Leme, Gabriel Scchin, Henrique Aragão, Kakati de Paiva, Maia Bueloni, Marcos Diaas Corrêa, Mariana Corrêa, Makh Yosizawa, Paloma Ariston, Stella Margarita, Victor Mattina e Vitória Marini.






Exposição “Mais Pintura”, com curadoria de Bruno Miguel

(Rio de Janeiro, RJ) O curso “Questões prático-teóricas da pintura na contemporaneidade”, na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, orientado por Luiz Ernesto e Bruno Miguel, se desdobrou no projeto “Mais Pintura” desde 2013. O objetivo é apresentar pinturas de novos artistas que se encontram semanalmente para a discussão e análise crítica de seus trabalhos com os orientadores. Para esta edição do projeto, foram selecionados 21 artistas.






Últimos dias | artevida: política, no MAM-Rio

(Rio de Janeiro, RJ) “artevida” não tenta escrever uma história única, coerente, nem rastrear genealogias entre artistas, tampouco pretende identificar antecessores e predecessores, e muito menos ser enciclopédica. A mostra se propõe conectar e ler certas práticas artísticas deste período através de conceitos, referências e estruturas diversos, extraindo ligações e correspondência pelas narrativas múltiplas e, desta maneira, desafiar cânones históricos. É uma mostra mais fragmentada do que monolítica, mais provisória do que definitiva. Na busca de narrativas plurais e abertas que desenvolvam diálogos entre obras e documentos, a exposição tem foco em artistas que trabalham no hemisfério sul, bem como em artistas do sexo feminino.






Mostra coletiva sobra a relação entre arte e vida ocupa o MAM-Rio

(Rio de Janeiro, RJ) “artevida” focaliza especialmente a vida nas décadas de 195, 60, 70 e início dos anos 80 e a arte brasileira mas particularmente a carioca, partindo de artistas renomados como Lygia Clark, Hélio Oiticica e Lygia Pape, dentre outros. A mostra se propõe conectar e ler certas práticas artísticas deste período através de conceitos, referências e estruturas diversos, extraindo ligações e correspondência pelas narrativas múltiplas e, desta maneira, desafiar cânones históricos. É uma mostra mais fragmentada do que monolítica, mais provisória do que definitiva.






MAM-Rio recebe o segmento político da mostra coletiva “artevida”

(Rio de Janeiro, RJ) “artevida” pauta-se na necessidade de oferecer ao público um grande evento de arte contemporânea internacional, marcado por reflexões críticas e investigativas, algo inédito no Estado do Rio de Janeiro. O segmento político da mostra conta com trabalhos feitos sob ou em resistência a regimes autoritários e segregacionistas, em torno de temas como racismo e feminismo, democracia e eleições, mapas e bandeiras, guerra e violência, golpes e revoluções. Nesse contexto, o projeto pretende oferecer a primeira articulação em formato de exposição, publicação e um seminário desse dialogo entre a arte dos anos 50, 60 e 70 do Rio de Janeiro e a arte internacional.






Conversa sobre o projeto de artes integradas “Biozest”, com o coletivo Filé de Peixe

(Rio de Janeiro, RJ) “Biozest” é uma plataforma de artes integradas desenvolvido pela artista brasileira Tancha Dirickson. rata-se de um work-in-progress baseado em etapas colaborativas, que neste momento contará com a parceria do Filé de Peixe. A conversa contará com a presença da artista e do coletivo, além da performer de voz Sonia Mindlin, e abordará as etapas de desenvolvimento do projeto tendo em vista uma reflexão sobre os desafios da produção de alimentos e os seus aspectos sócio-culturais e econômicos, a sua relação com a dependência tecnológica e a migração humana. 






Abertura | Segmento político da mostra “artevida”, no MAM-Rio

(Rio de Janeiro, RJ) A exposição coletiva divide-se em dois segmentos principais: “artevida: corpo”, que compreende subseções como o autorretrato, o corte e o corpo em transformação; a linha orgânica e a trama como uma alternativa à ortodoxia da abstração geometria; obras interativas e articuladas, como os “Bichos” de Lygia Clark; e artevida: política, com trabalhos feitos sob ou em resistência a regimes autoritários e segregacionistas, em torno de temas como racismo e feminismo, democracia e eleições, mapas e bandeiras, guerra e violência, golpes e revoluções.






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