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Coletiva investiga distâncias e abismos contemporâneos

(Porto Alegre, RS) A falta de empatia e aproximação com o diferente nos dias de hoje guiam “Do Abismo e Outras Distâncias”, em cartaz desde o começo de março na galeria Mamute. Celebrando os cinco anos do espaço, a mostra reúne obras de todos os 18 artistas representados pela galeria – entre eles, Pablo Ferretti, indicado ao Prêmio PIPA em 2014 – e é curada por Bruna Fetter.

Últimos dias | Mostra coletiva “To see what is coming”

(Rio de Janeiro, RJ) Daniel Steegmann Mangrané, Gisela Motta & Leandro Lima, Laura Lima, Matheus Rocha Pitta, Pablo Ferretti, Rodolpho Parigi e Luiz Roque apresentam obras nessa exposição resultado da oficina “Prátics Curatoriais Contemporâneas”. Segundo a curadora Michelle Sommer, o objetivo é apresentar uma duplicidade dos sentidos na tentativa de antecipar o futuro e simultaneamente deixar-se ser surpreendido por ele. Aposta-se na saída do reinado do presente absoluto, da trama da homogeneidade considerando que há vários tempos em um só tempo que partilha diversos mundos de experiência, adensados e em contaminação visual.

Últimos dias | “Conscientia”, exposição coletiva com Pablo Ferreti

(Londres, Reino Unido) Apesar das significantes diferenças nos desenvolvimentos histórico e econômico dos países, a América Latina, cuja produção artística é tema nessa mostra, apresenta uma marcada coesão cultural. Essa qualidade distinta do seu povo e sua produção artística é de uma expressividade apaixonada, que pode ser vista como uma trindade indivisível de alegria, melancolia e drama. Essa energia atraiu atenção global para a arte latino-americana e promete ampliar ainda mais sua influência.

Anúncio do Vencedor do PIPA Online 2014 | Assista ao vídeo

Veja quem é o grande vencedor do PIPA Online 2014 que vai receber R$10 mil mais a participação por dois meses no programa de residência artística Sacatar, na Bahia. Assista ao depoimentos do vencedor em vídeo e também os comentários de Augusto Albuquerque (do Instituto Sacatar), Lucrécia Vinhaes (do Instituto IP que coordena o PIPA) e de Diego de Santos (artista que venceu a outra categoria online do PIPA 2014).

Mostra coletiva com performances, exibições e publicações ocupa galeria carioca

(Rio de Janeiro, RJ) Em “To see what is coming”, o público poderá conferir os trabalhos de Daniel Steegmann Mangrané, Gisela Motta & Leandro Lima, Laura Lima, Matheus Rocha Pitta, Pablo Ferretti, Rodolpho Parigi, Luiz Roque e vários outros, que apresentam uma duplicidade dos sentidos na tentativa de antecipar o futuro e simultaneamente deixar-se ser surpreendido por ele. Aposta-se na saída do reinado do presente absoluto, da trama da homogeneidade considerando que há vários tempos em um só tempo que partilha diversos mundos de experiência, adensados e em contaminação visual.

Coletiva “Conscientia” reúne artistas latino-americanos em Londres

(Londres, Reino Unido) Pablo Ferreti integra essa exposição, participando com suas pinturas contemporâneas. Obras contemporâneas como as de Ferreti juntam-se a coloniais, propondo um olhar sobre as três formas de consciência abordadas na mostra e que influenciam a produção artística latino-americana: espiritual, que tanto sustenta a existência latino-americana; racional, que molda como a vida é governada; e emocional, que impulsiona a auto-expressão.

Mostra coletiva “To see what is coming” em cartaz no Rio

(Rio de Janeiro, RJ) Dimensões fantásticas interagem com personagens irreconhecíveis em improvisação existencial absoluta, em formas nascidas do acidente que estendem os limites de transformação do corpo humano. O ciborgue problematiza o pensamento contemporâneo sobre subjetividade, tecnologia, ciência, gênero e sexualidade em suas dicotomias mente/corpo, organismo/máquina, natureza/cultura, humano/animal. Borramos fronteiras entre a filosofia, a ficção científica e a realidade social para construção de uma ilusão ótica. Inclui obras de Daniel Steegmann Mangrané, Gisela Motta & Leandro Lima, Laura Lima, Matheus Rocha Pitta, Pablo Ferretti, Rodolpho Parigi e Luiz Roque.

Mostra coletiva com Pablo Ferreti examina a consciência latino-americana através de quadros e esculturas

(Londres, Reino Unido) Uma compilação de obras coloniais e contemporâneas, “Conscientia” (consciência, em latim) observa uma América Latina com uma marcada coesão cultural. Essa qualidade distinta do seu povo e sua produção artística é de uma expressividade apaixonada, que pode ser vista como uma trindade indivisível de alegria, melancolia e drama. Essa energia atraiu atenção global para a arte latino-americana e promete ampliar ainda mais sua influência.

Vídeos da semana | Entrevistas com Daniel Steegmann Mangrané, Ivan Grilo e Pablo Ferretti

Dando continuidade às entrevistas com artistas indicados ao PIPA 2014, esta semana lançamos mais três vídeos.
O finalista Daniel Steegmann Mangrané conta que quando chegou ao Brasil não sabia falar português e teve que aprender a explicar as coisas mais complexas sobre seu trabalho, com as palavras mais simples que tinha no seu vocabulário. “De alguma maneira você vira, não exatamente um analfabeto, mas uma espécie de argila muito mole e muito fácil de ser alterada e modificada”.
Ivan Grilo nasceu e vive em Itatiba, SP e foi indicado ao PIPA pela primeira vez em 2012. Em sua entrevista ele fala de como vem revendo sua relação com a fotografia e conta que no ano passado elaborava um trabalho que tinha ligação com a neblina e com o apagamento. “Eu estava meio aficionado nessa coisa da neblina e acabei descobrindo que tem uma história em Portugal de um rei que desapareceu na neblina, o rei Sebastião.”
Pablo Ferreti usa figuração, abstração e alguns elementos de retrato e paisagem em suas obras.
O artista relata que, como pintor, precisa trabalhar com a rotina e com o entendimento do tempo que os materiais levam para processar, e explica que seu trabalho é muito uma negociação entre o acaso e o controle.
“O que eu gosto de ver em pintura, o que eu gosto de fazer, é ter essa abertura, ter a possibilidade de interpretação, sem ser uma necessidade de decifrar um enigma. Por que isso acontece muito em arte contemporânea, parece que você tem que achar uma resposta pra abrir a porta que vai permitir contemplar. E eu acho que não, eu gosto quando a coisa fica muito escancarada na sua frente.”
Assista às entrevistas exclusivas.

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