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Últimos dias | “Museu do Estrangeiro”, de Ícaro Lira

(São Paulo, SP) Com curadoria de Marta Mestre, “Museu do Estrangeiro” é parte do Projeto: Bom Retiro, coordenado pelo artista. Trata-se de uma investigação artística sobre os vários ciclos de migração que a cidade de São Paulo passou e vem passando. Com foco no bairro do Bom Retiro, o artista irá apresentar um mapeamento de onde vivem e trabalham as várias colônias de imigrantes, numa tentativa de entender como esses ciclos de migração para o bairro interferiram diretamente na formação atual e na concepção que temos da cidade de São Paulo. Ao longo do projeto, haverá um seminário com críticos, pesquisadores, urbanistas, antropólogos, geógrafos e arqueólogos que colaboraram com a pesquisa.

Veja a programação completa do MAM-Rio

(Rio de Janeiro, RJ) Recém-inaugurada, a mostra “O Fim da Matéria”, de Damián Ortega, conta com uma grande instalação inédita que ocupa o salão monumental do Museu carioca. “O artista altera, decompõe e transforma os objetos, revelando seus componentes implícitos e simbólicos e criando formas híbridas. Em paralelo, conduz uma investigação sobre formas escultóricas fundamentais, como o cubo minimalista construído com materiais banais ou mesmo desconstruído ou deformado.” – explica o curador do MAM-Rio, Luiz Camillo Osorio. Veja esta e outras exposições em cartaz, além da programação educativa e da cinemateca do Museu, que exibe filmes do cinema novo alemão durante o final de semana.

“Poucas e boas…!” traz obras da coleção internacional do MAM-Rio

(Rio de Janeiro, RJ) A coleção de um museu é seu esqueleto, sobre ela o museu se sustenta, se mantém de pé. A coleção do MAM desde o início teve um perfil internacional. No Brasil, apesar de sua preocupação com a identidade brasileira, no fundo o que se pretendia, a partir daí, de uma mítica brasilidade, era a participação no concerto das nações civilizadas – como dizia Mário de Andrade. O MAM, criado no final da década de 1940, partilhou de um momento especial da cultura brasileira, quando essa abertura cosmopolita foi determinante.

“Ações, estratégias e situações nas coleções do MAM” tem curadoria de Marta Mestre

(Rio de Janeiro, RJ) Há, nas coleções do MAM-Rio, um foco na produção de artistas que reinterpretaram o lugar da obra (a sua presença artística), no qual o objeto cede a sua relevância à linguagem ou à experiência. Esta exposição dirige-se a essas problemáticas sem pretender cunhar o termo “conceitual” aos artistas aqui reunidos, mas reunindo diversos materiais que questionam algumas noções aceitas e tradicionais do campo da arte. Ações, estratégias e situações…” reúne histórias da arte brasileira e estrangeira que, segundo o artista argentino Luis Camnitzer, devem ser medidas com relógios diferentes, embora tenham em comum a mesma emergência relativamente à modificação dos lugares tradicionais da arte.

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Débora Bolsoni participa do PIPA pela terceira vez

Débora Bolsoni foi indicada ao PIPA 2015 e já confirmou sua participação nesta edição. É a terceira vez que ela é indicada. Logo nas duas primeiras edições do Prêmio Bolsoni também fez parte da seleção de artistas indicados pelo Comitê de Indicação. Naquelas edições, a artista carioca concedeu entrevistas exclusivas ao Prêmio, e este ano será convidada a gravar um novo depoimento. Em 2013, Luiz Camilo Osorio escreveu o texto “Desejo de arquivos”, no qual falava da importância da memória, do arquivo, do registro dos acontecimentos, e sobre como os vídeos do PIPA têm essa intenção. Reveja as entrevistas de Bolsoni, e saiba um pouco mais sobre os vídeos do PIPA.

Obras da coleção internacional do MAM-Rio reunidas em exposição

(Rio de Janeiro, RJ) A coleção do MAM desde o início teve um perfil internacional. A ideia de arte moderna tinha na sua origem uma perspectiva universal, de construção de um vocabulário visual e poético no qual as variações locais, os muitos idiomas específicos, se integrariam e se comunicariam, constituindo uma linguagem comum e cosmopolita. “Poucas e Boas…!” reúne obras da coleção internacional do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, com uma seleção de trabalhos que remontam, sem pretensão totalizante, a história da arte do século XX e se articulam com a exposição permanente “Genealogias do Contemporâneo”, em que o foco é arte brasileira.

Últimos dias | “Limiares” – a Coleção Joaquim Paiva no MAM-Rio

(Rio de Janeiro, RJ) Últimos dias da exposição “Limiares” no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Prorrogada até março, a mostra exibe a Coleção Joaquim Paiva, que em 2005, sob a forma de comodato, o MAM passou a abrigar a Coleção Joaquim Paiva que conta atualmente com 1.963 trabalhos de fotógrafos brasileiros e estrangeiros, adquiridos a partir do início dos anos 80. Trata-se de um importante acervo que incorpora diferentes espectros artísticos, desde a fotografia clássica, o retrato, a reportagem, as práticas documentais contemporâneas ou os tangenciamentos da fotografia com as artes visuais.

Marcius Galan integra mostra no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro

(Rio de Janeiro, RJ) “Ações, estratégias e situações…” reúne histórias da arte brasileira e estrangeira que, segundo o artista argentino Luis Camnitzer, devem ser medidas com relógios diferentes, embora tenham em comum a mesma emergência relativamente à modificação dos lugares tradicionais da arte. O horizonte temporal vai desde a poesia experimental e concreta no Brasil (“Décio Pignatari, Cloaca”, 1957), momento fértil da flutuação visual do significado e do significante, até ao contrato de Marcius Galan (“Obra de arte em 5 vias”, 2012) acerca da composição do sistema de arte e a sua análise crítica.

“Limiares” segue em cartaz no MAM-Rio, com mais de mil trabalhos de fotógrafos brasileiros e estrangeiros

(Rio de Janeiro, RJ) Em 2005, sob a forma de comodato, o MAM passou a abrigar a Coleção Joaquim Paiva que conta atualmente com 1.963 trabalhos de fotógrafos brasileiros e estrangeiros, adquiridos a partir do início dos anos 80. Embora tenha sido iniciada como uma coleção privada, o gesto do colecionador é invariavelmente público e coloca ao escrutínio coletivo o que foi acervo privado ou criação individual. É sobre diferentes representações do público e do privado no mundo da arte que fala “Limiares – a Coleção Joaquim Paiva no MAM-Rio”, propondo ser um recorte sobre as naturezas dos espaços representados na materialidade da imagem, em especial a imagem fotográfica.

“Ações, estratégias e situações no MAM-Rio” conta com obra de Marcius Galan e tem curadoria de Marta Mestre

(Rio de Janeiro, RJ) “Ações, estratégias e situações…” reúne histórias da arte brasileira e estrangeira que, segundo o artista argentino Luis Camnitzer, devem ser medidas com relógios diferentes, embora tenham em comum a mesma emergência relativamente à modificação dos lugares tradicionais da arte.Há, nas coleções do MAM-Rio, um foco na produção de artistas que reinterpretaram o lugar da obra (a sua presença artística), no qual o objeto cede a sua relevância à linguagem ou à experiência. Esta exposição dirige-se a essas problemáticas sem pretender cunhar o termo “conceitual” aos artistas aqui reunidos, mas reunindo diversos materiais que questionam algumas noções aceitas e tradicionais do campo da arte, especialmente até aos anos 60, tais como objeto, instituição, circuito, recepção e história.

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