Tagged Marilá Dardot

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“Apodi 69”, com Cinthia Marcelle, Lais Myrrha, Marilá Dardot, Matheus Rocha Pitta e Sara Ramo

(São Paulo, SP) A exposição apresenta pela primeira vez em doze anos o trabalho desses artistas juntos. Apesar de nunca terem se considerado um coletivo, sempre foram grandes interlocutores, o que enriqueceu a produção individual de cada um. Com toda a liberdade, os próprios artistas escolheram as obras a serem expostas, pensando nos trabalhos que sempre quiseram ver lado a lado. 






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Em cartaz | “Quarta-feira de cinzas”, coletiva com 27 artistas

(Rio de Janeiro, RJ) Essas são algumas das questões que deflagraram a organização das obras reunidas aqui em torno do título “Quarta-feira de cinzas”, em uma tentativa de construir outras temporalidades. Ao longo da exposição, determinados trabalhos lidam com a incompletude, outros acolhem uma quebra na linearidade temporal, sugerem desacelerações, pausas ou ainda caminham em direção a ruínas, sabendo que ali reside um solo fértil para outros mundos (im)possíveis.






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Festival VISUALISMO apresenta trabalhos de Alice Miceli, Marilá Dardot, Virgínia de Medeiros e Yuri Firmeza

(Rio de Janeiro, RJ) O projeto VISUALISMO ARTE TECNOLOGIA E CIDADE apresenta a ideia do diálogo entre arte e espaço urbano, mediado pelo uso sensível e crítico de tecnologias aplicadas às linguagens visuais. A cidade do Rio de Janeiro e seus contornos históricos e sociais é a inspiração e a paisagem para a edição de estreia do projeto, que apresenta trabalhos de Alice Miceli, Marilá Dardot, Virgínia de Medeiros e Yuri Firmeza.






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Coletiva “Quarta-feira de cinzas” apresenta 30 obras de 27 artistas brasileiros e estrangeiros

(Rio de Janeiro, RJ) O título da exposição é retirado do filme homônimo feito em 2006 por Cao Guimarães e Rivane Neuenschwander que surge como uma origem importante do pensamento desenvolvido pela curadora. É nesse clima pós-carnaval, quando a euforia dá lugar a uma tonalidade afetiva de caráter melancólico, que a exposição se insere para refletir as consequências de uma época pós-utópica; a aceleração do tempo e a perda da experiência, e a ruína como símbolo de uma época inconclusa e uma imagem potente para novas construções.






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