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“Quando o mar virou Rio” narra a história da relação entre a cidade maravilhosa e o mar

(Rio de Janeiro, RJ) É um paradoxo: apesar de ter “rio” no nome, a cidade do Rio de Janeiro é muito mais associada ao mar e à praia do que a qualquer outra formação natural. A história dessa relação é narrada em “Quando o mar virou Rio”, que começa hoje no Museu Histórico Nacional. Curada por Isabel Seixas, Diogo Rezende e Letícia Stallone, a mostra reúne obras de 25 artistas, seis deles já indicados ao Prêmio PIPA.

Hoje | “Ambiguidades” – visitação e conversa com artistas e curador

(Rio de Janeiro, RJ) Alexandre Dacosta, André Sheik, Bob N, Eduardo Mariz, Felipe Barbosa,Greice Rosa, Julio Castro, Leonardo Ramadinha, Lia do Rio, Marcio Zardo, Marco Antonio Portela, Mirela Luz, Osvaldo Carvalho, Patricia Gouvêa, Raimundo Rodriguez, Rogério Reis, Rosana Ricalde, Suely Farhi e Xico Chaves integram a mostra, que reúne artistas que, de alguma forma, utilizam a ambiguidade como valor fundamental na construção do seu discurso, frequentemente valorizando os ideais de informalidade, do acaso, da fragmentação, da descontinuidade, do inacabado, e da indeterminação dos resultados. “Ambiguidades” tem curadoria de Marcio Zardo

Últimos dias | “Ambiguidades”, com Felipe Barbosa, Marco Antonio Portela e Rosana Ricalde

(Rio de Janeiro, RJ) Nesta exposição, estão reunidos artistas que de alguma forma utilizam a ambiguidade como valor fundamental na construção do seu discurso, frequentemente valorizando os ideais de informalidade, do acaso, da fragmentação, da descontinuidade, do inacabado, e da indeterminação dos resultados. Suas narrativas plástico – poético – visuais não caminham em linha reta, mas se bifurcam, entrecruzam-se, potencializando descobertas e rompimentos que desconcertam percepções e sensações.

Em cartaz | “Ambiguidades”, com Felipe Barbosa, Marco Antonio Portela e Rosana Ricalde

(Rio de Janeiro, RJ) Incompletude, imprecisão, enigma, ambiguidade são termos recorrentes para designar as formas do mistério, ou as que geram a possibilidade de descoberta e da participação. Nesta exposição, estão reunidos artistas que, de alguma forma, utilizam a ambiguidade como valor fundamental na construção do seu discurso, frequentemente valorizando os ideais de informalidade, do acaso, da fragmentação, da descontinuidade, do inacabado, e da indeterminação dos resultados. Felipe Barbosa, Marco Antonio Portela e Rosana Ricalde são alguns dos artistas que integram a mostra.

Dezenove artistas integram a coletiva “Ambiguidades”

(Rio de Janeiro, RJ) Incompletude, imprecisão, enigma, ambiguidade são termos recorrentes para designar as formas do mistério, ou as que geram a possibilidade de descoberta e da participação. Nesta exposição, estão reunidos artistas que, de alguma forma, utilizam a ambiguidade como valor fundamental na construção do seu discurso, frequentemente valorizando os ideais de informalidade, do acaso, da fragmentação, da descontinuidade, do inacabado, e da indeterminação dos resultados. Felipe Barbosa, Marco Antonio Portela e Rosana Ricalde são alguns dos artistas que integram a mostra.

Em cartaz | “Ambiguidades”, com Felipe Barbosa, Marco Antonio Portela e Rosana Ricalde

(Rio de Janeiro, RJ) Incompletude, imprecisão, enigma, ambiguidade são termos recorrentes para designar as formas do mistério, ou as que geram a possibilidade de descoberta e da participação. Nesta exposição, estão reunidos artistas que, de alguma forma, utilizam a ambiguidade como valor fundamental na construção do seu discurso, frequentemente valorizando os ideais de informalidade, do acaso, da fragmentação, da descontinuidade, do inacabado, e da indeterminação dos resultados.

19 artistas integram a coletiva “Ambiguidades”

(Rio de Janeiro, RJ) Mostra coletiva apresenta obras de dezenove artistas que, de alguma forma, utilizam a ambiguidade como valor fundamental na construção do seu discurso, frequentemente valorizando os ideais de informalidade, do acaso, da fragmentação, da descontinuidade, do inacabado e da indeterminação dos resultados. “Suas narrativas plástico – poético – visuais não caminham em linha reta, mas se bifurcam, entrecruzam-se, potencializando descobertas e rompimentos”, explica o curador Marcio Zardo.

Últimos dias | “Afluência”, com Marco Antonio Portela

(Rio de Janeiro, RJ) O termo ‘Afluência’ representa situação de aumento ou elasticidade de situação ou coisas em quantidade além do normal, abundância, afluxo, convergência, enxurrada, festival, profusão. A ideia da mostra é atrelar o significado da palavra à proposta conceitual apresentada para o ano de 2015. Vinte e um artistas participam da mostra, entre eles Marco Antonio Portela.

Abertura | “Ambiguidades”, com Felipe Barbosa, Marco Antonio Portela e Rosana Ricalde

(Rio de Janeiro, RJ) Mostra coletiva apresenta obras de dezenove artistas que, de alguma forma, utilizam a ambiguidade como valor fundamental na construção do seu discurso, frequentemente valorizando os ideais de informalidade, do acaso, da fragmentação, da descontinuidade, do inacabado e da indeterminação dos resultados. “Suas narrativas plástico – poético – visuais não caminham em linha reta, mas se bifurcam, entrecruzam-se, potencializando descobertas e rompimentos”, explica o curador Marcio Zardo.

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