Tagged Marcelo Cidade

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Alice Miceli e Marcelo Cidade participam de coletiva “Basta!” em Nova York

(Nova York, EUA) A exposição pretende mostrar os mecanismos de injustiça, violência e desigualdade existentes. Os artistas latino-americanos trazem para a mostra suas próprias experiências e reações às diversas formas de crime, brutalidade e exploração. Enquanto Alice Miceli mostra a série fotográfica “In Depth (landmines) – Colombian series”, na qual inclui, em sua estrutura, o lugar excluído, Marcelo Cidade apresenta imagens colecionadas a partir da internet em que figuram tentativas de invasão a domicílios.

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Últimos dias | 35ª edição da ARCOmadrid

(Madri, Espanha)Nomes como Adriano Costa, Alexandre Brandão, Daniel Lannes, Daniel Steegmann Mangrané, Eduardo Berliner, Erika Verzutti, Ivan Grilo, Lais Myrrha, Lourival Cuquinha, Lucia Koch, Marcelo Cidade, Maria Laet, Mariana Palma, Paulo Nazareth, Runo Lagomarsino, Sandra Cintro, Vivian Caccuri e Vânia Mignone terão seus trabalhos apresentados no evento.






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Abertura | 35ª edição da ARCOmadrid

(Madri, Espanha)Nomes como Adriano Costa, Alexandre Brandão, Daniel Lannes, Daniel Steegmann Mangrané, Eduardo Berliner, Erika Verzutti, Ivan Grilo, Lais Myrrha, Lourival Cuquinha, Lucia Koch, Marcelo Cidade, Maria Laet, Mariana Palma, Paulo Nazareth, Runo Lagomarsino, Sandra Cintro, Vivian Caccuri e Vânia Mignone terão seus trabalhos apresentados no evento.






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Em cartaz | “Quarta-feira de cinzas”, coletiva com 27 artistas

(Rio de Janeiro, RJ) Essas são algumas das questões que deflagraram a organização das obras reunidas aqui em torno do título “Quarta-feira de cinzas”, em uma tentativa de construir outras temporalidades. Ao longo da exposição, determinados trabalhos lidam com a incompletude, outros acolhem uma quebra na linearidade temporal, sugerem desacelerações, pausas ou ainda caminham em direção a ruínas, sabendo que ali reside um solo fértil para outros mundos (im)possíveis.






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Coletiva “Quarta-feira de cinzas” apresenta 30 obras de 27 artistas brasileiros e estrangeiros

(Rio de Janeiro, RJ) O título da exposição é retirado do filme homônimo feito em 2006 por Cao Guimarães e Rivane Neuenschwander que surge como uma origem importante do pensamento desenvolvido pela curadora. É nesse clima pós-carnaval, quando a euforia dá lugar a uma tonalidade afetiva de caráter melancólico, que a exposição se insere para refletir as consequências de uma época pós-utópica; a aceleração do tempo e a perda da experiência, e a ruína como símbolo de uma época inconclusa e uma imagem potente para novas construções.






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Últimos dias | “Fire and forget”, coletiva com Clara Ianni e Marcelo Cidade

(Berlim, Alemanha) “Fire and forget” vem do jargão militar e é um termo para sistemas de armas que perdem o uso no combate direto com o inimigo e invés são lançados de uma distância segura. A exposição “Fire and forget. On violence” usa dessa expressão militar como ponto de partida para uma observação das ideias convencionais sobre guerra e força. A mostra é norteada pelo agente de violência mais visível: a arma.






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Clara Ianni e Marcelo Cidade têm obras expostas em mostra coletiva

(Berlim, Alemanha) “Fire and forget” [“Atire e esqueça”] vem do jargão militar e é um termo para sistemas de armas que perdem o uso no combate direto com o inimigo e invés são lançados de uma distância segura. A exposição “Fire and forget. On violence” usa dessa expressão militar como ponto de partida para uma observação das ideias convencionais sobre guerra e força. A mostra é norteada pelo agente de violência mais visível: a arma.






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Em cartaz | “Fire and Forget”, coletiva com Clara Ianni e Marcelo Cidade

(Berlim, Alemanha) “Fire and forget” aplica o uso da arte contemporânea para abordar os efeitos a longo prazo das novas armas no nosso psicológico. A perda de um conflito direto e físico e o consequente risco de vida separaram a situação de violência de consequências como relutância, simpatia ou ódio. O que isso pode representar para ações políticas? Que significado esse contexto histórico recebe: a memória e o esquecimento de uma explosão e agravamento, ou a prevenção? Qual é o interesse da arte nisso tudo?






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