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Coletiva traça panorama da influência do ready made na arte brasileira

(São Paulo, SP) Há exatos 100 anos, Marcel Duchamp colocava um mictório em um museu e declarava que aquilo era arte. O marco motivou a organização de “Ready Made in Brazil”, que começa na segunda que vem no Centro Cultural Fiesp. A exposição cria uma linha do tempo do ready made no país, exibindo obras de artistas como a finalista do Prêmio PIPA 2017 Carla Guagliardi e o vencedor em 2013 Cadu.

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“A arte foi ao banheiro: crise ou solução?”, novo texto da coluna de Luiz Camillo Osorio

Este mês, Camillo fala sobre o trabalho “America”, de Maurizio Cattelan, uma privada de ouro maciço que pode ser vista – e usada – no Guggenheim, Nova York. A partir de uma análise da obra, que mistura luxo e lixo, o texto levanta uma reflexão sobre o lugar da arte e seu poder político em um cenário em que ela é, de um lado, capturada pelo mercado e, do outro, institucionalizada, perdendo a força e a acidez crítica que se propõe a ter.

Mostra coletiva aborda a influência de Marcel Duchamp sobre artistas contemporâneos | Com Marco Antonio Portela

(Rio de Janeiro, RJ) “Isto é arte? Isto não é arte?” tem como fio condutor as ideias de Marcel Duchamp que redefiniram o que a arte era e podia ser. Na mostra estão objetos, vídeos, backlight, obras interativas e performance de 20 artistas que foram desafiados a produzir obras inéditas dentro desta temática. Marco Antonio Portela expõe a obra “Solitário x Parceiro = Companheiro Solitário”, um anel de prata com um cristal brasileiro que traz dentro do vidro uma fotografia com o rosto de uma noiva, a mãe do artista.

Marco Antonio Portela participa de mostra coletiva inspirada na obra de Marcel Duchamp

(Rio de Janeiro, RJ) “Isto é arte? Isto não é arte?” tem como fio condutor as ideias de Marcel Duchamp que redefiniram o que a arte era e podia ser. Na mostra estão objetos, vídeos, backlight, obras interativas e performance de 20 artistas que foram desafiados a produzir obras inéditas dentro desta temática. Marco Antonio Portela expõe a obra “Solitário x Parceiro = Companheiro Solitário”.

Últimos dias | “Moving – Norman Foster on Art”

Norman Foster é um conhecido amante da arte e, junto de sua esposa, um grande colecionador. A seleção é feita, em sua maioria, de trabalhos dos artistas que ele coleciona. Inclui obras de artistas históricos como Alberto Giacometti ou Alexandre Calder até alguns artistas contemporâneos, como Jonathas de Andrade, alguns dos quais raramente são mostrados na França.

Jonathas de Andrade no Carré d’Art – Museu de Arte Contemporânea

Para marcar os 20 anos do museu Carré d’Art, o arquiteto Norman Foster foi convidado para fazer a curadoria da exposição de aniversário, que vai do dia 3 de maio até o dia 15 de setembro. Essa mostra é excepcional em dois aspectos: é a primeira vez que Norman Foster é o curador de uma exposição e porque a mostra fica em um edifício que ele mesmo construiu apenas 20 anos atrás. O finalista do PIPA 2011 é um dos participantes da mostra, que conta com Giacometti, Duchamp e Rothko, entre outros.

“Moving – Norman Foster on Art” | Carré d’Art – Musée d’art contemporain

Para marcar os 20 anos do museu Carré d’Art, o arquiteto Norman Foster foi convidado para fazer a curadoria da exposição de aniversário, que vai do dia 3 de maio até o dia 15 de setembro. Essa mostra é excepcional em dois aspectos: é a primeira vez que Norman Foster é o curador de uma exposição e porque a mostra fica em um edifício que ele mesmo construiu apenas 20 anos atrás.

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