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O delírio como potência de criação em “Lugares do delírio”

(Rio de Janeiro, RJ) Se o século XXI tem nos impelido a rever o senso (em especial, o “bom senso” e o “senso comum”), não poderíamos fazê-lo sem reconsiderar também o “dissenso” e o nonsense, aquilo que hipoteticamente não possuiria laços de sentido. Foram essas indagações que deram origem à exposição no Museu de Arte do Rio (MAR) sobre o delírio, “que concerne a todos em sua capacidade política de reposicionar a razão”.

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Noção de reciprocidade norteia individual de Lucia Laguna no MAR

(Rio de Janeiro, RJ) A trajetória de Lucia Laguna, indicada ao Prêmio PIPA em 2011 e 2015, é, no mínimo, idiossincrática: foi só aos 52 anos que a até então professora de Português e Literatura começou a pintar. Hoje aos 75 anos, a artista acumula passagens por galerias e museus ao redor do globo. Sua mais nova individual, “Enquanto bebo a água, a água me bebe”, com curadoria de Cadu (vencedor do Prêmio PIPA 2013) e Clarissa Diniz, pode ser vista no Museu de Arte do Rio (MAR) até o fim de fevereiro.

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Em cartaz | Exposição “Rio Setecentista” comemora os 450 anos do Rio de Janeiro

(Rio de Janeiro, RJ) “O encontro da cidade com o poder público é um dos aspectos mais fortes de sua história setecentista: capital por quase 200 anos, o Rio percebeu o envolvimento do poder com o dinheiro, com a religião, com a cultura e com a exclusão social. Deixamos de ter vice-reis ou eles apenas mudaram de nome? Mais de um século após a abolição, estamos livres das sombras da escravidão? Essas são perguntas que esta exposição não permite calar, questionando qualquer pretensão a uma ordem natural das coisas”.

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“Rio Setecentista”, coletiva com Ivan Grilo, questiona a história da cidade do Rio de Janeiro

(Rio de Janeiro, RJ) “O encontro da cidade com o poder público é um dos aspectos mais fortes de sua história setecentista: capital por quase 200 anos, o Rio percebeu o envolvimento do poder com o dinheiro, com a religião, com a cultura e com a exclusão social. Deixamos de ter vice-reis ou eles apenas mudaram de nome? Mais de um século após a abolição, estamos livres das sombras da escravidão? Essas são perguntas que esta exposição não permite calar.”

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“Trair Macunaíma e avacalhar o Papagaio” apresenta cerca de 180 obras

(Rio de Janeiro, RJ) Com curadoria de Paulo Herkenhoff e cocuradoria de Clarissa Diniz e Leno Veras, a exposição, composta por quatro núcleos, traz desenhos, ilustrações, pinturas e esculturas do acervo e autoria de Lindote, e também assinadas por outros artistas, como Sergio Allevato, J. Carlos, Albert Eckhout, Victor Brecheret, Maria Martins, Glauco Rodrigues, Walmor Corrêa e Rivane Neueschwander.

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Amanhã | POLIFONIA – Arte Sonora: pausa na emissão, com Michel Groisman​ e Cadu Tenório

(Rio de Janeiro, RJ) O programa Polifonia se constitui de uma série de encontros para refletir sobre questões contemporâneas das artes a partir do debate com artistas que apresentam suas obras e processos artísticos. Uma parceria entre a Escola do Olhar e o Programa de Pós-graduação em Estudos Contemporâneos das Artes e o bacharelado em Artes da UFF, coordenada pelos professores Hélio Carvalho e Tato Taborda.

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