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Museu da USP apresenta mais de cem trabalhos de seu acervo

(São Paulo, SP) Os indicados ao Prêmio PIPA Julio Leite, João Loureiro, Luiz Braga, Sandra Cinto, Felipe Cama, Jonathas de Andrade e Vânia Mignone são alguns dos artistas que, recentemente, tiveram suas obras adicionadas ao acervo do Museu de Arte Contemporânea da USP (MAC USP). Celebrando essa incorporação, a instituição organizou “MAC no Século XXI – A Era dos Artistas”, que exibe a partir deste sábado mais de 100 trabalhos de artistas contemporâneos do acervo.

Mostra dos indicados ao Prêmio Marcantonio Vilaça, coletiva com participações de diversos artistas

(São Paulo, SP) A 5ª edição do Prêmio Marcantonio Vilaça para as Artes Plásticas acontece hoje em São Paulo e terá pela primeira vez uma mostra coletiva com obras dos 30 artistas selecionados. Entre eles, estão Bárbara Wagner, Berna Reale, Beto Shwafaty, Cinthia Marcelle, Daniel Acosta, Gê Orthof, Grupo EmpreZa, Jorge Menna Barreto, Lais Myrrha, Lia Chaia, Lourival Cuquinha, Mabe Bethônico, Marcelo Moscheta, Milton Marques, Otavio Schipper, OPAVIVARÁ!, Paulo Nazareth, Raquel Stolf, Reginaldo Pereira, Rodrigo Braga , Thiago Martins de Melo, Virginia de Medeiros e Waléria Américo.

Últimos dias | “Cenários” e “Transarquitetônica”, mostras de Vânia Mignone e Henrique Oliveira

(São Paulo, SP) Através das 58 obras selecionadas, “Cenários” não se preocupa com a cronologia, mas em acentuar dois aspectos importantes do trabalho de Vânia Mignone. Serpenteando a série de colunas desenhadas pelo arquiteto, como que desviando de obstáculos, a “Transarquitetônica” de Henrique Oliveira não se configura como um espaço de travessia, mas como um lugar, um percurso com múltiplas possibilidades que termina onde começou.

Mostras individuais de Vânia Mignone e Henrique Oliveira em cartaz

(São Paulo, SP) O MAC USP recebe as mostras individuais “Transarquitetônica” e “Cenários”, dos artistas Henrique Oliveira e Vânia Mignone, respectivamente. Sobre “Transarquitetônica”, o curador Tadeu Chiarelli comenta: “a mostra de Henrique recupera a dimensão narrativa presente em alguns (poucos) trabalhos anteriores do artista e, numa proporção que busca o épico, repropõe a fusão entre as mais diversas modalidades artísticas”. Em “Cenários”, a curadoria não se preocupa com a ordem cronológica das 58 obras dispostas, e sim com dois aspectos marcantes de Vânia: a constituição de um repertório singular de temas e elementos, e a passagem que a artista faz da gravura e da colagem em pequeno formato para pintura de grande formato.

“Cenários” e “Transarquitetônica” | Mostras de Vânia Mignone e Henrique Oliveira

(São Paulo, SP) O público paulista tem a oportunidade de visitar duas mostras individuais de dois importantes artistas do cenário da arte contemporânea em um mesmo espaço, simultaneamente. Henrique Oliveira apresenta “Transarquitetônica”, enquanto Vânia Mignone expõe “Cenários”. Para Vânia, a pintura é uma continuação do desenho, da gravura e da colagem, por vezes combinando todos esses meios. Em seus trabalhos, enfatiza a crueza e precariedade dos materiais ao trabalhar com placas de MDF e montar suas composições como peças de um tabuleiro. Henrique propõe uma discussão poética sobre a história da arquitetura, do racionalismo das últimas décadas aos abrigos e cavernas do passado, vencendo o desafio de ocupar os 1600m² de um edifício com forte marca da escultura moderna de Oscar Niemeyer.

Últimos dias | “Fronteiras Incertas: Arte e Fotografia no Acervo do MAC USP”

(São Paulo, SP) “Um dos principais desafios do MAC USP é refletir de forma crítica sobre o legado que nos deixaram as várias vertentes da arte das últimas décadas e suas supostas superações. De que maneira? Colocando determinadas obras produzidas há algum tempo em franco confronto com a produção mais atual. Neste sentido, Fronteiras Incertas: Arte e Fotografia no Acervo do MAC USP , com curadoria de Helouise Costa, responde a esse propósito, fazendo aderir à produção mais recente uma espessura histórica, uma espécie de “antes” pouco conhecido pelo meio artístico em geral apenas preocupado com o “agora”.”, Tadeu Chiarelli , diretor do MAC-USP.

“Fronteiras Incertas: Arte e Fotografia no Acervo do MAC USP”

(São Paulo, SP) A mostra reúne registros adquiridos pelo museu em diferentes períodos. Ao todo, 120 trabalhos de artistas como Waldemar Cordeiro, Claudia Andujar, Mario Cravo Neto, Marcelo Moscheta e Odires Mlászho delineiam um recorte temporal que abrange de 1970 a 2010. A exposição busca falar sobre as possibilidades de ampliação da fotografia para além do seu aspecto bidimensional.

Exposição coletiva discute relação entre arte e fotografia

(São Paulo, SP) A mostra “Fronteiras Incertas: Arte e Fotografia no Acervo do MAC USP” é composta por 120 obras do acervo do museu, que expressam um período histórico efervescente entre artistas e fotógrafos, com possibilidades de ampliação da fotografia para além do seu aspecto bidimensional. Trabalhos que exploraram outros suportes, como objetos, livros e instalações. Helouise Costa é responsável pela curadoria. Dentre os artistas participantes estão Marcelo Moscheta e Odires Mlászho.

Henrique Oliveira e Vânia Mignone em cartaz com mostras simultâneas num mesmo espaço de São Paulo

(São Paulo, SP) O MAC USP recebe as mostras individuais “Transarquitetônica” e “Cenários”, dos artistas Henrique Oliveira e Vânia Mignone, respectivamente. Sobre “Transarquitetônica”, o curador Tadeu Chiarelli comenta: “a mostra de Henrique recupera a dimensão narrativa presente em alguns (poucos) trabalhos anteriores do artista e, numa proporção que busca o épico, repropõe a fusão entre as mais diversas modalidades artísticas”. Em “Cenários”, a curadoria não se preocupa com a ordem cronológica das 58 obras dispostas, e sim com dois aspectos marcantes de Vânia: a constituição de um repertório singular de temas e elementos, e a passagem que a artista faz da gravura e da colagem em pequeno formato para pintura de grande formato.

Artista PIPA em exposição coletiva no MAC-USP

(São Paulo, SP) A mostra reúne registros adquiridos pelo museu em diferentes períodos. Ao todo, 120 trabalhos de artistas como Waldemar Cordeiro, Claudia Andujar, Mario Cravo Neto, Marcelo Moscheta e Odires Mlászho delineiam um recorte temporal que abrange de 1970 a 2010. A exposição busca falar sobre as possibilidades de ampliação da fotografia para além do seu aspecto bidimensional.

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