Tagged Lygia Clark

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Manifesto: Censura nunca mais!

A edição do Prêmio PIPA Online deste ano nos permitiu constatar o crescimento do contingente de aproveitadores e oportunistas que costumam atacar a cena artística contemporânea brasileira. As questões levantadas, independentemente de juízo de valor, fugiam do escopo e foco do Prêmio PIPA – apoiar e promover artistas contemporâneos brasileiros. Seriam do escopo de organizações…

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Com mais de 40 participantes, coletiva explora os “lugares do delírio”

(Rio de Janeiro, RJ) Idealizada originalmente por Paulo Herkenhoff, estreou essa semana no Museu de Arte do Rio (MAR) a exposição “Lugares do delírio”, dedicada a explorar as fronteiras entre a normalidade e a loucura. Curada por Tania Rivera, a mostra conta com cerca de 150 trabalhos, realizados tanto no circuito artístico tradicional como em instituições psiquiátricas; afinal, defende Rivera, se “os lugares do delírio são muitos e variados”, a arte talvez “seja o campo no qual o delírio mais se põe em jogo – e nunca se esgota”.

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“Superfícies Ressonantes” investiga as dualidades afetivas da forma na obra de 27 artistas

(São Paulo, SP) Com curadoria de Daniel Steegmann Mangrané, finalista do Prêmio PIPA 2014, “Superfícies Ressonantes” investiga as dualidades afetivas da forma na obra de vinte e sete artistas. Fortemente influenciada pela experiência de seu curador no Brasil, a mostra usa a inventividade das vanguardas brasileiras como lente de leitura de certo cânone internacional, usando-se tanto das conexões formais e conceituais entre trabalhos díspares, como da experiência do corpo no espaço em relação às obras.

“Empty House – Casa Vazia”, coletiva com participações de Adriano Costa, Erika Verzutti, Marcius Galan e Rodrigo Matheus

(Nova York, EUA) “Empty House – Casa Vazia” é exposição de esculturas que atravessa gerações de artistas brasileiros cujas obras se relacionam ao legado do Neoconcretismo. Desafiando o racionalismo e a objetividade universal da abstração antecedente, os artistas neoconcretos buscaram meios de se expressar que iam além das formas imutáveis do objeto e adotaram uma abordagem de modo a expandir o vocabulário da escultura.

Últimos dias | Exposição “Do Objeto para o Mundo – Coleção Inhotim”

(Belo Horizonte, MG) Segundo o diretor de arte e programas culturais do Inhotim e curador da exposição, Rodrigo Moura, essa é uma oportunidade de conhecer melhor a coleção do Instituto, uma vez que a maioria dos trabalhos nunca foi exibida no parque. “São obras que deixam perceber possíveis caminhos na história da arte dos últimos 50 anos, que permitiram ao Inhotim ser o que é”, explica. As mais de 50 obras apresentadas datam dos anos de 1950 até os dias de hoje e propõem um recorte do acervo que examina a formação do campo da arte contemporânea a partir da coleção e do programa da instituição, inaugurada ao público em 2006.

Retrospectiva de Amilcar de Castro

(Rio de Janeiro, RJ) A obra de Amilcar de Castro se apresenta como um dos elevados momentos da arte da segunda metado do século XX. O método de se construir escultura, na segunda metade do século XX, é a partir de um um plano quadrado, retangular, de um quadrilátero irregular ou circular, realizar um corte e a dobra, gerando não apenas a tridimensionalidade, mas, sobretudo, uma nova experiência do espaço. As possibilidades desse método, ao visitante, estão demonstradas desde esculturas monumentais no exterior do museu, nas de grande e pequeno porte, e nas 140 esculturas que têm em comum não se repetir e ter ao menos em uma de suas dimensões 23 cm.

Esculturas de variadas formas e tamanhos por Amilcar de Castro em cartaz no MAM-Rio

(Rio de Janeiro, RJ) Na escultura, são raríssimos os trabalhos em que se encontra a solda. O método foi partir de um plano quadrado, retangular, de um quadrilátero irregular ou circular, realizar um corte e a dobra, gerando não apenas a tridimensionalidade, mas, sobretudo, uma nova experiência do espaço. As possibilidades desse método, ao visitante, estão demonstradas desde esculturas monumentais no exterior do museu, nas de grande e pequeno porte, e nas 140 esculturas que têm em comum não se repetir e ter ao menos em uma de suas dimensões 23 cm.

“Do Objeto para o Mundo – Coleção Inhotim” conta com mais de 50 obras datadas desde 1950

(Belo Horizonte, MG) As mais de 50 obras apresentadas datam dos anos de 1950 até os dias de hoje e propõem um recorte do acervo que examina a formação do campo da arte contemporânea a partir da coleção e do programa da instituição, inaugurada ao público em 2006. A exposição toma como ponto de partida um momento histórico em que a arte deixa de se resumir a objetos para existir de maneira mais aberta para o mundo. Nesse contexto, elementos do cotidiano, do espaço real, da política e do corpo são incorporados e o espectador se transforma em participante.

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