Tagged Luiz Braga

“Feito poeira ao vento”, no Museu de Arte do Rio, celebra a arte da fotografia

(Rio de Janeiro, RJ) É celebrando a apropriação artística da fotografia que o Museu de Arte do Rio (MAR) apresenta “Feito poeira ao vento”. Com abertura marcada para este sábado, a exposição revela ao público a coleção fotográfica do museu, que inclui, entre outros, obras de Marc Ferrez e Pierre Verger, além de contemporâneos como os indicados ao Prêmio PIPA Luiz Braga e Guy Veloso e o finalista e vencedor do Prêmio PIPA Voto Popular 2013 Rodrigo Braga.

0

Pina propõe discussão sobre fotografia a partir do próprio acervo em “Antilogias”

(São Paulo, SP) A ideia era, de um lado, contar os percursos da história do acervo fotográfico da Pinacoteca de São Paulo. De outro, propor uma abordagem mais livre, sem cronologias, sobre a produção artística contemporânea. O resultado? A exposição “Antilogias: O fotográfico na Pinacoteca”, que estreou na Pinacoteca de São Paulo (Pina Luz) nesse sábado, 20 de maio, exibindo obras de 60 artistas – entre eles, sete indicados ao Prêmio PIPA.






0

Museu da USP apresenta mais de cem trabalhos de seu acervo

(São Paulo, SP) Os indicados ao Prêmio PIPA Julio Leite, João Loureiro, Luiz Braga, Sandra Cinto, Felipe Cama, Jonathas de Andrade e Vânia Mignone são alguns dos artistas que, recentemente, tiveram suas obras adicionadas ao acervo do Museu de Arte Contemporânea da USP (MAC USP). Celebrando essa incorporação, a instituição organizou “MAC no Século XXI – A Era dos Artistas”, que exibe a partir deste sábado mais de 100 trabalhos de artistas contemporâneos do acervo.






0

Luiz Braga apresenta a individual “Sideral”

(São Paulo, SP) O artista faz um recorte de sua produção em cores, com vinte trabalhos, na maioria inéditos, realizados entre 1982 e 2015. “Sideral” era uma aparelhagem de som dessas itinerantes que tocam nos bailes populares e nas cidades do interior do Pará, título da principal obra em exposição e que sintetiza as cores e luzes presentes no universo do autor.






1

Luiz Braga, artista indicado ao PIPA 2015 | Entrevista exclusiva

No vídeo, o artista – que mora em Belém, no Pará e costuma fotografar pelas pequenas cidades vizinhas – fala de como se relaciona com a fotografia, de seus personagens, da necessidade de uma cumplicidade e de qual é o tipo do fotografia em que acredita. “Eu já fiz de tudo em fotografia, mas eu nunca deixei de exercer a fotografia como uma prática de expressão pessoal. Na verdade a minha origem é essa. Eu quando comecei a fotografia, não era pra me profissionalizar, pra ganhar dinheiro com ela, ou pra fazer a vida. Na verdade era uma fotografia que antes de tudo ela era lúdica, ela tinha um caráter de expressão, de relação com o mundo. E a fotografia acabou representando pra mim a minha maneira de me afirmar perante o mundo, de me colocar, me expressar, de me comunicar com o outro.” Assista ao vídeo.






Hoje | Programação de performances e conversa em torno da “Encruzilhada”

(Rio de Janeiro, RJ) As obras apresentadas estão organizadas em torno de seis núcleos que tratam do espaço físico da encruzilhada – onde acontecem as manifestações políticas, o carnaval, o flerte, o movimento de trânsito e a macumba, e também das situações em que se faz imperativa uma decisão. Hoje, uma programação especial de performances acontece durante todo dia. Uma conversa com os participantes da Agência Transitiva, espaço-veículo para ações e estudos não-convencionais em arte, política e história das ideias, também acontece.






0

Membro do Comitê de Indicação na 1ª edição do PIPA, Luiz Braga volta como artista indicado em 2015

Luiz Braga iniciou na fotografia aos 11 anos. Até 1981, fotografava principalmente em preto e branco. Após essa fase, descobre as cores vibrantes da visualidade popular amazônica e, convidado pela Funarte, viaja pela região aprofundando seu trabalho. Sua abordagem ímpar passa ao largo das visões estereotipadas e superficiais sobre a Amazônia e junto com o domínio da cor o transformaram em referência na fotografia brasileira contemporânea. Em 2009, foi um dos representantes do Brasil na 53ª Bienal de Veneza, na Itália. Membro do Comitê de Indicação – órgão responsável por indicar artistas ao PIPA – logo na primeira edição do Prêmio, Braga participa agora como artista indicado. Acesse sua página recém-criada para saber mais sobre a carreira e ver outras obras do artista.






Vivian Caccuri promove Caminhada Silenciosa como parte da mostra “Encruzilhada”

(Rio de Janeiro, RJ) Em “Encruzilhada”, as obras estão organizadas em torno de seis núcleos que tratam do espaço físico da encruzilhada – onde acontecem as manifestações políticas, o carnaval, o flerte, o movimento de trânsito e a macumba, e também das situações em que se faz imperativa uma decisão. Durante o período da exposição, haverá uma programação semanal de performances, encontros e conversas, além de alterações na montagem, resultando em novas vivências do público. Amanhã, uma programação nova de performances será realizada durante a exposição.






O PIPA respeita a liberdade de expressão e adverte que algumas imagens de trabalhos publicadas nesse site podem ser consideradas inadequadas para menores de 18 anos. Copyright © Instituto PIPA