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Nove artistas repensam o gênero da paisagem em “À vista – paisagem em contorno”

(Brasília, DF) Se no Renascimento o gênero pictórico da paisagem buscava representar a conexão entre o terreno e o divino, hoje, ele ganha interpretações completamente distintas. É buscando repensar o gênero que a Galeria Funarte Fayga Ostrower abriu “À vista – Paisagem em contorno”. Apresentando obras de nove artistas mulheres, quatro delas já indicadas ao Prêmio PIPA, a exposição propõe investigar as relações entre espectador e paisagem.

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“O que vem com a aurora” reúne 20 artistas em galeria paulista

(São Paulo, SP) A mostra que fala sobre responsabilidade do trabalho de arte como movimento de transformação, reúne 27 trabalhos que apresentam imagens ou instrumentos comprometidos com a criação de um mundo diferente. Dentre os participantes estão Ayrson Heráclito, Felipe Meres, Ivan Grilo, Luciana Paiva, Luisa Nóbrega, OPAVIVARÁ!, Traplev e Vivian Caccuri.






“Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas” | Mostra sobre a relação entre arte e educação

(Rio de Janeiro, RJ) Por que é importante para a arte estar perto da educação, e vice-versa? Quais os usos sociais dessa relação? Ao acreditar na “necessidade da arte”, ou da educação, que outras necessidades podemos entrever na relação entre ambos? A exposição é uma análise da relação entre arte e educação através de pinturas, fotografias, esculturas, instalações, objetos e documentos. Participam artistas como Ana Miguel, Cinthia Marcelle, Felipe Barbosa, Felipe Cohen, Grupo Empreza, Gustavo Speridião, Jonathas de Andrade, Lenora de Barros, Luciana Paiva, Marilá Dardot, Paulo Meira, Regina de Paula e Roberto Winter.






Abertura | “Esforço Repetitivo”, mostra individual de João Angelini

(São Paulo, SP) Os trabalhos de João Angelini aqui reunidos, todos de alguma forma tributários de princípios da animação, navegam entre esses polos. Em “L.E.R.”, a rotina burocrática do protagonista carimbador ganha, pela justaposição de centenas de fotografias de longa exposição, caráter frenético, maquínico e surreal. Figura-se como imagem do trabalho repetitivo e alienado, construída por uma técnica também repetitiva, mas distante de qualquer automatismo: sem pós-produção, o vídeo é herdeiro direto da animação tradicional, com o cuidado quase coreográfico no registro de cada frame em que o ator se move em velocidades diferentes corpo e cabeça.






A relação entre arte e educação é tema de mostra coletiva no Rio

(Rio de Janeiro, RJ) “Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas” tem mais de 180 obras de artistas como Ana Miguel, Cinthia Marcelle, Felipe Barbosa, Felipe Cohen, Grupo Empreza, Gustavo Speridião, Jonathas de Andrade, Lenora de Barros, Luciana Paiva, Marilá Dardot, Paulo Meira, Regina de Paula e Roberto Winter. Pinturas, fotografias, esculturas, instalações, objetos e documentos foram dividios em quatro núcleos – Dispositivos, Linguagem, Processos e Teorias.






“Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas” | Mostra sobre a relação entre arte e educação

(Rio de Janeiro, RJ) Ana Miguel, Cinthia Marcelle, Felipe Barbosa, Felipe Cohen, Grupo Empreza, Gustavo Speridião, Jonathas de Andrade, Lenora de Barros, Luciana Paiva, Marilá Dardot, Paulo Meira, Regina de Paula e Roberto Winter são apenas alguns dos artistas que participam dessa mostra, de título inspirado por uma citação de Rubem Alves, cujo foco é analisar a relação entre arte e educação através de pinturas, fotografias, esculturas, instalações, objetos e documentos.






Mostra coletiva analisa a relação entre arte e educação com mais de 180 peças

(Rio de Janeiro, RJ) “Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas” (título inspirado por uma citação de Rubem Alves) faz parte do projeto Arte e Sociedade no Brasil, iniciado com a exposição “O abrigo e o terreno” (2013) e que dedica-se a pensar a atuação da arte brasileira no campo da alteridade e das relações sociais. Participam Ana Miguel, Cinthia Marcelle, Felipe Barbosa, Felipe Cohen, Grupo Empreza, Gustavo Speridião, Jonathas de Andrade, Lenora de Barros, Luciana Paiva, Marilá Dardot, Paulo Meira, Regina de Paula, Roberto Winter, dentre muitos outros.






“Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas”

(Rio de Janeiro, RJ) Ana Miguel, Cinthia Marcelle, Felipe Barbosa, Felipe Cohen, Grupo Empreza, Gustavo Speridião, Jonathas de Andrade, Lenora de Barros, Luciana Paiva, Marilá Dardot, Paulo Meira, Regina de Paula e Roberto Winter são alguns dos nomes que participam dessa mostra, uma análise da relação entre arte e educação através de pinturas, documentos, esculturas, instalações e objetos. Dividida em núcleos – Dispositivos, Linguagem, Processos e Teorias – a exposição faz parte do projeto Arte e Sociedade no Brasil, que dedica-se a pensar a atuação da arte brasileira no campo da alteridade e das relações sociais.






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