Tagged Lia Chaia

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CCBB-Rio traça panorama histórico e artístico do biquíni em “Yes! Nós Temos Biquínis”

(Rio de Janeiro, RJ) “O biquíni revolucionou o mundo, mas o Brasil revolucionou o biquíni”, afirma Lilian Pacce, curadora de “Yes! Nós temos biquíni”. A exposição, que abre na quarta que vem no CCBB-Rio, traça um panorama histórico, poético e antropológico da peça de roupa, que completa 70 anos este ano. No processo, conta com a presença de muitos artistas brasileiros indicados ao Prêmio PIPA, como Lia Chaia, Eder Santos, Tiago Carneiro da Cunha e Jorge Luiz Fonseca.

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“Metrópole” aborda a “experiência paulistana” na Pina Estação

(São Paulo, SP) A diversidade da “experiência paulistana” é tema de “Metrópole”, que estreia na Pina Estação neste sábado. Curada por Tadeu Chiarelli, a mostra reúne obras de 33 artistas paulistanos que vivem ou viveram na cidade, entre eles o vencedor do PIPA Voto Popular Exposição 2010 Marcelo Moscheta, além de outros oito artistas já indicados ao Prêmio.






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Programação paralela da SP-Arte inclui inaugurações, conversas e até mesmo um show

(São Paulo, SP) Esta semana começa a SP-Arte e, com ela, uma série de eventos paralelos, que vão de visitas guiadas a performances e confraternizações nas galerias da cidade. Entre eles, o preview da individual do vencedor do Prêmio PIPA 2016 Paulo Nazareth na Mendes Woods DM, e o show da banda Cão, da qual participam dois indicados ao Prêmio PIPA, Dora Longo Bahia e Maurício Ianês.






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Lia Chaia, João Castilho e Jorge Soledar exploram as relações entre corpo e espaço

(São Paulo, SP) É do embate e encaixe entre os corpos e o espaço que nasce “É como dançar sobre a arquitetura”, exposição que entra em cartaz nesta quinta-feira, 16 de janeiro, no Instituto Tomie Ohtake. A mostra é resultado da quinta edição do programa Arte Atual, que teve a participação de Lia Chaia, João Castilho e Jorge Soledar – os dois primeiros, indicados ao Prêmio PIPA em 2011 e 2015, respectivamente.






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“Coletiva” explora técnicas do desenho em obras de 24 artistas

(São Paulo, SP) Com obras de 24 artistas, a mostra “Coletiva” busca relações e convergências entre trabalhos que se baseiam nas técnicas próprias do desenho. Produzidas entre 2008 e 2016, as obras – um conjunto heterogêneo de pinturas, desenhos e esculturas – assumem suportes tão diversos quanto o veludo e o papelão. Ainda no dia da abertura, são lançados os livros-obra “Ressaca tropical”, do finalista do Prêmio PIPA 2011, Jonathas de Andrade, e “{[()]}”, do indicado à primeira edição do Prêmio PIPA Thiago Honório.






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Últimos dias | Mostra coletiva “Ficções” mergulha no universo das narrativas contemporâneas

(Rio de Janeiro, RJ) A exposição assinala a pluralidade da arte brasileira. Além de apostar na força da cena carioca, a mostra reúne obras de artistas de outras cidades e, também, de alguns que moram há muito tempo no Rio. “Recursos narrativos como a alegoria são muito importantes quando o assunto é arte brasileira. Esta é uma mostra formada a partir das encruzilhadas entre a arte contemporânea e a literatura, o cinema, o teatro e a música, entre outras linguagens. Em nenhum momento estamos ilustrando o livro de contos”, afirma Daniela Name.






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Encruzilhadas entre a arte contemporânea e outras linguagens marcam a coletiva “Ficções”

(Rio de Janeiro, RJ) A exposição assinala a pluralidade da arte brasileira. Além de apostar na força da cena carioca, a mostra reúne obras de artistas de outras cidades e, também, de alguns que moram há muito tempo no Rio. “Recursos narrativos como a alegoria são muito importantes quando o assunto é arte brasileira. Esta é uma mostra formada a partir das encruzilhadas entre a arte contemporânea e a literatura, o cinema, o teatro e a música, entre outras linguagens. Em nenhum momento estamos ilustrando o livro de contos”, afirma Daniela Name.






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Exposição “Ficções” observa a pluralidade da arte brasileira através de suas narrativas

(Rio de Janeiro, RJ) “Ficções” propõe ao espectador uma viagem pela narrativa por meio das obras dos artistas. “Recursos narrativos como a alegoria são muito importantes quando o assunto é arte brasileira. Esta é uma mostra formada a partir das encruzilhadas entre a arte contemporânea e a literatura, o cinema, o teatro e a música, entre outras linguagens. Em nenhum momento estamos ilustrando o livro de contos”, afirma a curadora Daniela Name.






“Ficções”, coletiva com participações de Ana Miguel, Ayrson Heráclito, Daniel Lannes, José Rufino, Lia Chaia, Lourival Cuquinha, Marcelo Moscheta, Marilá Dardot, Marcone Moreira, Mayana Redin, Nazareno, Nino Cais, Pedro Varela, Raquel Stolf, Reginaldo Pereira, Rosana Ricalde e Virginia de Medeiros

(Rio de Janeiro, RJ) A exposição assinala a pluralidade da arte brasileira. Além de apostar na força da cena carioca, a mostra reúne obras de artistas de outras cidades e, também, de alguns que moram há muito tempo no Rio. “Recursos narrativos como a alegoria são muito importantes quando o assunto é arte brasileira. Esta é uma mostra formada a partir das encruzilhadas entre a arte contemporânea e a literatura, o cinema, o teatro e a música, entre outras linguagens. Em nenhum momento estamos ilustrando o livro de contos”, afirma Daniela Name.






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