Tagged Letícia Parente

Coletiva e individual lado a lado em galeria paulista

(São Paulo, SP) A Galeria Millan inaugurou duas exposições esta semana. Com curadoria da indicada ao Prêmio PIPA 2010 e 2017 Regina Parra, “Respirar sem oxigênio” explora como o corpo contemporâneo pode se transformar em lugar de potência através do trabalho de 24 artistas, seis deles indicados ao Prêmio PIPA. Já “Miss Natural e outras pinturas” individual da indicada ao Prêmio PIPA 2017 Ana Prata, apresenta cerca de 20 pinturas à óleo.

“Tatu: futebol, adversidade e cultura da caatinga”, mostra coletiva que politiza o mascote da Copa do Mundo

(Rio de Janeiro, RJ) A exposição que chega aos seus últimos dias de exibição, propõe politizar a figura da mascote da Copa do Mundo, o tatu-bola ou Fuleco. Com uma combinação de surpresas, diversão e questionamento crítico, a mostra aborda o universo simbólico do futebol e da caatinga, o habitat natural e exclusivo desse tatu, que ao virar bola para se defender de seu predador torna-se presa fácil do homem. Participam da mostra, que tem curadoria de Eduardo Frota e Paulo Herkenhoff, os artistas Julio Leite, Lenora de Barros, Pablo Lobato, Tony Camargo, Rodrigo Braga, dentre outros.

Exposição busca politizar o mascote da Copa do Mundo através da arte

(Rio de Janeiro, RJ) Julio Leite, Lenora de Barros, Pablo Lobato, Rodrigo Braga e Tony Camargo são alguns artistas que participam de “Tatu: futebol, adversidade e cultura da caatinga”, exposição que ombina surpresas, diversão e questionamento crítico ao abordar o universo simbólico do futebol e da caatinga, o habitat natural e exclusivo do mascote da Copa, o tatu-bola, espécie ameaçada de extinção, que ao virar bola para se defender de seu predador torna-se presa fácil do homem.

Mostra coletiva propõe questionamento crítico sobre futebol e caatinga

(Rio de Janeiro, RJ) “Tatu: futebol, adversidade e cultura da caatinga” reflete uma diversidade cultural, a face anti-heroica do futebol brasileiro, ainda que pentacampeão, surge em peladas ladeira abaixo ou na lama e num time que nunca marcou um gol. Assim, com bolas quadradas, campos com três traves e teses marxistas, a arte exposta vai do drama social às alegrias das partidas de várzea por meio de imagens históricas e trabalhos contemporâneos como os dos artistas Julio Leite, Lenora de Barros, Pablo Lobato, Rodrigo Braga e Tony Camargo.

“Tatu: Futebol, Adversidade e Cultura da Caatinga” propõe politizar a figura da mascote da Copa do Mundo

(Rio de Janeiro, RJ) “A exposição não vai mostrar grandes jogadas, mas cativar o público com a maneira pela qual o futebol é capaz de gerar ideias, poética, imagens críticas, situações comoventes e estabelecer relações territoriais”, explica o curador Paulo Herkenhoff. “É como um microcosmo, uma microfísica da sociedade. Por isso o jogo não é tão importante quanto tudo aquilo que o futebol representa em termos de política.”
Além do espaço expositivo, a mostra ocupa outros espaços do museu como os pilotis, onde grama sintética em todo piso, mesas de futebol totó, e futebol de botão proporcionam atividades inusitadas aos visitantes.

“Arquivo Vivo” | Últimos dias

(São Paulo, Brasil) A mostra, que tem curadoria de Priscila Arantes, discute o status do arquivo na arte contemporânea. A exposição apresenta 22 trabalhos de artistas nacionais e internacionais, divididos em instalações multimídia, projetos em vídeo, arte digital, fotografia, entre outros.

Coletiva recebe obras de Artistas PIPA

(São Paulo, Brasil) “Artistas que se apropriam de material de arquivo, que criam arquivos fictícios, que desenvolvem projetos a partir de uma modalidade arquival, que reencenam obras de arte, criadores que colocam em debate os processos de catalalogação e arquivamento, e os que incorporam o arquivo no próprio tecido corporal são alguns dos selecionados para Arquivo Vivo”, Priscila Arantes, curadora da mostra.

“Arquivo Vivo” | Exposição Coletiva

(São Paulo, Brasil) A mostra, que tem curadoria de Priscila Arantes, discute o status do arquivo na arte contemporânea. A exposição apresenta 22 trabalhos de artistas nacionais e internacionais, divididos em instalações multimídia, projetos em vídeo, arte digital, fotografia e outros. Dentre os participantes estão Berna Reale, Marilá Dardot, Pablo Lobato e Regina Parra.

Artistas PIPA em coletiva no Paço das Artes

(São Paulo, Brasil) “Artistas que se apropriam de material de arquivo, que criam arquivos fictícios, que desenvolvem projetos a partir de uma modalidade arquival, que reencenam obras de arte, criadores que colocam em debate os processos de catalalogação e arquivamento, e os que incorporam o arquivo no próprio tecido corporal são alguns dos selecionados para Arquivo Vivo”, Priscila Arantes, curadora da mostra.

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