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Crítica social é marcante em videoartes exibidas no Galpão VB

(São Paulo, SP) Como parte da programação da SP-Arte, que começa esta semana, a Associação Cultural Videobrasil abre nesta quinta-feira, 06 de abril, “Nada levarei quando morrer, aqueles que me devem cobrarei no inferno”. Co-curada pela diretora da Videobrasil, Solange Farkas, e Gabriel Bogossian, a mostra reúne obras críticas às transformações sociais hoje em curso no Brasil assinadas por artistas como Virgínia de Medeiros, Rodrigo Braga, e Miguel Rio Branco – o nome da exposição, aliás, é inspirado em uma obra de sua autoria.

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“Quando o mar virou Rio” narra a história da relação entre a cidade maravilhosa e o mar

(Rio de Janeiro, RJ) É um paradoxo: apesar de ter “rio” no nome, a cidade do Rio de Janeiro é muito mais associada ao mar e à praia do que a qualquer outra formação natural. A história dessa relação é narrada em “Quando o mar virou Rio”, que começa hoje no Museu Histórico Nacional. Curada por Isabel Seixas, Diogo Rezende e Letícia Stallone, a mostra reúne obras de 25 artistas, seis deles já indicados ao Prêmio PIPA.

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Gisela Motta e Leandro Lima recriam clássico de Hitchcock

(São Paulo, SP) Clássico de suspense cinematográfico, Psicose (1960), dirigido por Alfred Hitchcock, é razão da obsessão de muitos artistas. Em 2015, foi a vez da dupla Gisela Motta e Leandro Lima, indicada ao Prêmio PIPA em 2012, de recriar a obra. Sua versão – que ocupa a Sala Antonio da Galeria Vermelho desde a quinta-feira passada, 06 de março –, baseia-se, porém, em um detalhe fundamental: ela é inteiramente constituída a partir de imagens e sons adquiridos em bancos de “royalty free media”.

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38 artistas contemporâneos brasileiros se reúnem na mostra “Soft Power. Arte Brasil.”

(Amersfoort, Holanda) A mostra é inspirada na perspectiva do Rio Olímpico: o segundo evento esportivo a ser sediado no Brasil em alguns meses, após a Copa do Mundo da FIFA em 2014. Na exposição, é questionado que tipo de país escolhe se apresentar dessa forma. Parte da resposta pode ser vista através do trabalho de artistas visuais e coletivos atualmente ativos no Brasil. A arte deles aborda uma grande variedade de questões, desde a posição dos indígenas no norte do país até a falta de água em São Paulo e a política econômica do governo.

“Corpo Humano: da célula ao homem” evidencia a arte e a ciência do corpo

(Vitória, ES) Com curtíssima duração, esta exposição “científico-cultural” oferece uma excursão inédita pelas forças que regem a composição misteriosa da vida na Terra. É um passeio por mundos interiores e exteriores, repletos de informações sobre biologia, química e física e também história, cultura e arte. Com participações de Carla Zaccagnini, Jared Domício, Laércio Redondo e Leandro Lima (entre outros), a mostra estará em cartaz somente entre os dias 12 e 15 de novembro, na Galeria de Arte e Pesquisa do Campus de Goiabeiras.

“Chora Chuva”: nova instalação por Gisela Motta e Leandro Lima

(Vancouver, Canadá) “Nossa proposta é recriar uma situação onde a chuva invade um espaço fechado, onde precária e provisoriamente se tenta controlar a situação instável. O que deve ser mantido do lado de fora invade o lado de dentro. A instalação consiste de uma bagunça de vários baldes, aleatoriamente posicionados na tentativa de conter todos os vazamentos no cômodo”, dizem os artistas sobre o projeto.

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