Tagged Laís Myrrha

Múltiplos relatos de um mesmo espaço em “Quando as formas se tornam relatos”

(Brasília, DF) Há muitas formas de se contar um fato: só depende de quem vê. Esse é o ponto de partida de “Quando as formas se tornam relatos”, exposição com curadoria de Ana Cândida de Avelar, integrante do Comitê de Indicação do Prêmio PIPA 2017, que começa na próxima quarta-feira na Casa da Cultura da América Latina (CAL). Participam da coletiva 12 artistas, sete deles já indicados ao Prêmio PIPA: Fernando Piola, Gustavo Von Ha, Jaime Lauriano, João Castilho, Laís Myrrha, Paul Setúbal e Renato Pera.

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“Encontros no espaço” reúne esculturas de Lais Myrrha, Adriana Vignoli e Francisco Klinger Carvalho

(Belo Horizonte, MG) O Complexo Cultural da Funarte Minas Gerais inaugura, a partir desta quarta-feira a coletiva “Encontros no espaço”, com esculturas de Francisco Klinger Carvalho, Adriana Vignoli e Lais Myrrha – as duas últimas, já indicadas ao Prêmio PIPA. Curada por Graça Ramos, a mostra explora temas como a arquitetura, o tempo, a história da arte, e questões éticas.






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16 artistas abordam temas urgentes do cotidiano brasileiro em “Travessias 5: Emergência”

(Rio de Janeiro, RJ) O Observatório de Favelas apresenta amanhã a quinta edição do projeto “Travessias”, criado em 2011. Intitulada “Emergência” a mostra ocupa o Galpão Bela Maré e tem participação de 16 artistas contemporâneos. Entre eles, três dos quatro finalistas ao PIPA no ano passado, Clara Ianni, Gustavo Speridião e Paulo Nazareth (grande vencedor da sétima edição), além de muitos outros indicados ao prêmio ao longo de sua história.






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Coletiva inspira parceria entre galerias carioca e paulista

(São Paulo, SP) “É de ensaio que se trata esta exposição”, escreve o curador Ricardo Sardenberg sobre “A Gentil Carioca Jaqueline Martins”. A coletiva, que une obras de artistas de ambas as galerias – 16 deles já indicados ao Prêmio PIPA – a partir deste fim de semana na paulista Jaqueline Martins, questiona os discursos e meios de apresentação que normalmente se esperam de uma exposição artística.






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Cinco vezes indicada ao Prêmio PIPA, Lais Myrrha inaugura “Corpo de Prova”

(São Paulo, SP) Indicada a cinco das oito edições do Prêmio PIPA, a mineira Lais Myrrha inaugura hoje, 23 de março, a exposição “Corpo de Prova” no Sesc Bom Retiro. Curada por Júlia Rebouças, membro do Comitê de Indicação do PIPA 2015, a mostra consiste em uma instalação de mesmo nome acompanhada de 17 fotografias da série “Breve Cronografia dos Desmanches” (2014), retratos de construções em estado de demolição.






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14 artistas participam de “Um piano na selva”, em Belo Horizonte

(Belo Horizonte, MG) Se Fitzcarraldo, obra de Werner Herzog lançada em 1982, pudesse ser resumida em uma imagem, é possível que ela consistisse naquela do piano perdido em meio a selva – uma ideia absolutamente fora do lugar. A imagem dá nome à coletiva “Um Piano na Selva”, que abre na Periscópio Arte Contemporânea neste sábado, 11 de março. Com curadoria de Germano Dushá, a exposição conta a participação de 14 artistas, sete deles já indicados ao Prêmio PIPA: Daniel Steegmann Mangrané, Daniel de Paula, Deyson Gilbert, Lais Myrrha, Pedro Motta, Rafael RG e Rodrigo Braga.






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Novos e antigos olhares sobre a Avenida Paulista em exposição do MASP

(São Paulo, SP) Não só de cartões-postais vive a Avenida Paulista. Símbolo de São Paulo, o endereço carrega consigo as contradições e tensões da própria cidade. Foi pensando nisso que o MASP decidiu organizar “Avenida Paulista”, coletiva que apresenta antigos e novos olhares sobre a avenida centenária. Os antigos correspondem a documentos dos mais diversos, entre fotografias, objetos, cartazes e outros, produzidos de 1891 a 2016; já os novos aparecem através do olhar de 17 artistas contemporâneos – nove deles já indicados ao PIPA –, em projetos comissionados especialmente para a exposição.






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Artistas refletem sobre a palavra como construção e discurso

(Rio de Janeiro, RJ) “Essa é uma exposição interessada em pensar o lugar da fala e da escuta”. É assim que a curadora Fernanda Lopes define “Permissão para falar”, coletiva que entra em cartaz na galeria Athena Contemporânea a partir da próxima terça-feira, 14 de fevereiro. Apresentando dez obras que refletem sobre “a palavra como construção e discurso”, a exposição reúne artistas que vêm ganhando cada vez mais reconhecimento na cena artística nacional, como Lais Myrrha, indicada a cinco edições do Prêmio PIPA.






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Últimos dias | “Sempre um ponto de identidade, sempre distinção”

(São Paulo, SP) Hoje e amanhã são os últimos dias para ver a coletiva “Sempre um ponto de identidade, sempre distinção”. Curada por Hércules Goulart Martins, a exposição em cartaz na Galeria Jaqueline Martins se baseia na ideia de mutualismo – que, em sua raiz latina, significava tanto reciprocidade (mutuus) quanto mudança (mutare) – para entrelaçar as propostas de 11 artistas nacionais e internacionais.






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