Tagged Laís Myrrha

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“Encontros no espaço” reúne esculturas de Lais Myrrha, Adriana Vignoli e Francisco Klinger Carvalho

(Belo Horizonte, MG) O Complexo Cultural da Funarte Minas Gerais inaugura, a partir desta quarta-feira a coletiva “Encontros no espaço”, com esculturas de Francisco Klinger Carvalho, Adriana Vignoli e Lais Myrrha – as duas últimas, já indicadas ao Prêmio PIPA. Curada por Graça Ramos, a mostra explora temas como a arquitetura, o tempo, a história da arte, e questões éticas.






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16 artistas abordam temas urgentes do cotidiano brasileiro em “Travessias 5: Emergência”

(Rio de Janeiro, RJ) O Observatório de Favelas apresenta amanhã a quinta edição do projeto “Travessias”, criado em 2011. Intitulada “Emergência” a mostra ocupa o Galpão Bela Maré e tem participação de 16 artistas contemporâneos. Entre eles, três dos quatro finalistas ao PIPA no ano passado, Clara Ianni, Gustavo Speridião e Paulo Nazareth (grande vencedor da sétima edição), além de muitos outros indicados ao prêmio ao longo de sua história.






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Coletiva inspira parceria entre galerias carioca e paulista

(São Paulo, SP) “É de ensaio que se trata esta exposição”, escreve o curador Ricardo Sardenberg sobre “A Gentil Carioca Jaqueline Martins”. A coletiva, que une obras de artistas de ambas as galerias – 16 deles já indicados ao Prêmio PIPA – a partir deste fim de semana na paulista Jaqueline Martins, questiona os discursos e meios de apresentação que normalmente se esperam de uma exposição artística.






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Cinco vezes indicada ao Prêmio PIPA, Lais Myrrha inaugura “Corpo de Prova”

(São Paulo, SP) Indicada a cinco das oito edições do Prêmio PIPA, a mineira Lais Myrrha inaugura hoje, 23 de março, a exposição “Corpo de Prova” no Sesc Bom Retiro. Curada por Júlia Rebouças, membro do Comitê de Indicação do PIPA 2015, a mostra consiste em uma instalação de mesmo nome acompanhada de 17 fotografias da série “Breve Cronografia dos Desmanches” (2014), retratos de construções em estado de demolição.






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14 artistas participam de “Um piano na selva”, em Belo Horizonte

(Belo Horizonte, MG) Se Fitzcarraldo, obra de Werner Herzog lançada em 1982, pudesse ser resumida em uma imagem, é possível que ela consistisse naquela do piano perdido em meio a selva – uma ideia absolutamente fora do lugar. A imagem dá nome à coletiva “Um Piano na Selva”, que abre na Periscópio Arte Contemporânea neste sábado, 11 de março. Com curadoria de Germano Dushá, a exposição conta a participação de 14 artistas, sete deles já indicados ao Prêmio PIPA: Daniel Steegmann Mangrané, Daniel de Paula, Deyson Gilbert, Lais Myrrha, Pedro Motta, Rafael RG e Rodrigo Braga.






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Novos e antigos olhares sobre a Avenida Paulista em exposição do MASP

(São Paulo, SP) Não só de cartões-postais vive a Avenida Paulista. Símbolo de São Paulo, o endereço carrega consigo as contradições e tensões da própria cidade. Foi pensando nisso que o MASP decidiu organizar “Avenida Paulista”, coletiva que apresenta antigos e novos olhares sobre a avenida centenária. Os antigos correspondem a documentos dos mais diversos, entre fotografias, objetos, cartazes e outros, produzidos de 1891 a 2016; já os novos aparecem através do olhar de 17 artistas contemporâneos – nove deles já indicados ao PIPA –, em projetos comissionados especialmente para a exposição.






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Artistas refletem sobre a palavra como construção e discurso

(Rio de Janeiro, RJ) “Essa é uma exposição interessada em pensar o lugar da fala e da escuta”. É assim que a curadora Fernanda Lopes define “Permissão para falar”, coletiva que entra em cartaz na galeria Athena Contemporânea a partir da próxima terça-feira, 14 de fevereiro. Apresentando dez obras que refletem sobre “a palavra como construção e discurso”, a exposição reúne artistas que vêm ganhando cada vez mais reconhecimento na cena artística nacional, como Lais Myrrha, indicada a cinco edições do Prêmio PIPA.






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Últimos dias | “Sempre um ponto de identidade, sempre distinção”

(São Paulo, SP) Hoje e amanhã são os últimos dias para ver a coletiva “Sempre um ponto de identidade, sempre distinção”. Curada por Hércules Goulart Martins, a exposição em cartaz na Galeria Jaqueline Martins se baseia na ideia de mutualismo – que, em sua raiz latina, significava tanto reciprocidade (mutuus) quanto mudança (mutare) – para entrelaçar as propostas de 11 artistas nacionais e internacionais.






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Reciprocidade e mudança na coletiva “Sempre um ponto de identidade, sempre distinção”

(São Paulo, SP) Mutualismo. Do latim mutuus, recíproco – que, por sua vez, vem do verbo mutare, mudar. É a partir do jogo entre os dois vocábulos latinos, origem da ideia de mutualismo, que o curador Hércules Goulart Martins define a chave de “Sempre um ponto de identidade, sempre distinção”. Estreando neste sábado, 12 de novembro, na Galeria Jaqueline Martins, a exposição apresenta obras de 11 artistas nacionais e internacionais, entre eles os já indicados ao Prêmio PIPA Adriano Amaral, Ana Mazzei, Daniel de Paula, Débora Bolsoni, Ícaro Lira, Lais Myrrha e Ricardo Basbaum.






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