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Últimos dias | Exposição coletiva “Efígies”

(Rio de Janeiro, RJ) Últimos dias para conferir a mostra coletiva “Efígies”, com Celina Portella, Renan Cepeda e Marco Antonio Portela, que também assina a curadoria da exposição. A estética e os diálogos propostos pelos artistas se aproximam e se afastam do conceito de uma “representação icônica”, além de abrir espaço para diversas vias de análises poéticas distintas. Nos deparamos com uma investigação lírica, uma procura por atingir um grau de encantamento. E, também, com uma tentativa de nos eternizar, quase transformando todos nós em divindades.

Celina Portella, Marco Antonio Portela e Renan Cepeda integram mostra coletiva “Efígies”

(Rio de Janeiro, RJ) Partindo do pressuposto que sempre nos reconhecemos representados em toda e qualquer imagem humana, o autorretrato tornaria-se dispensável. No entanto, ele está cada vez mais presente, e fica difícil imaginar sua ausência em tempos de tantos selfies. Deitando o olhar no conceito de alegoria, quando se representa simbolicamente um objeto para significar outro, visualizamos, nesta exposição, trabalhos empenhados em dizer além das aparências do que surge na superfície, expressando pensamentos e emoções, ultrapassando, até mesmo, a ideia de metáfora.

Exposição coletiva “Efígies” tem curadoria de Marco Antonio Portela

(Rio de Janeiro, RJ) “As preocupações estéticas e os diálogos propostos na presente mostra ora se aproximam, ora se afastam desse conceito de representação, além de trazerem frescor e abrirem vias para análises poéticas distintas. Com isso, nos deparamos com uma investigação lírica, uma procura por atingir um grau de encantamento. E, também, com uma tentativa de nos eternizar, quase transformando todos nós em divindades.”

Mostra coletiva “Efígies” traz nomes como Celina Portella, Marco Antonio Portela e Renan Cepeda

(Rio de Janeiro, RJ) Temos, nessa exposição, propositores de imagens procurando, cada um a sua forma, pensar como transfigurar aquilo que nos é mais próximo: nossa própria simulação imagética. Deitando o olhar no conceito de alegoria, quando se representa simbolicamente um objeto para significar outro, visualizamos, nesta exposição, trabalhos empenhados em dizer além das aparências do que surge na superfície, expressando pensamentos e emoções, ultrapassando, até mesmo, a ideia de metáfora.

Abertura | Exposição coletiva “Efígies”

(Rio de Janeiro, RJ) Participam da mostra, que tem início hoje, artistas como Celina Portella, Renan Cepeda e Marco Antonio Portela, que também assina a curadoria da exposição. “As preocupações estéticas e os diálogos propostos na presente mostra ora se aproximam, ora se afastam do conceito de representação, além de trazerem frescor e abrirem vias para análises poéticas distintas. Com isso, nos deparamos com uma investigação lírica, uma procura por atingir um grau de encantamento. E, também, com uma tentativa de nos eternizar, quase transformando todos nós em divindades”.

Últimos dias | “Wave”, de Renan Cepeda

(Rio de Janeiro, RJ) Últimos dias para conferir a série de nove fotografias do artista Renan Cepeda, indicado ao PIPA 2012. Hoje um dos mais conhecidos fotógrafos contemporâneos brasileiros, Cepeda exibe o resultado de cerca de vinte anos de estudo e pesquisa sobre a técnica de radiação infravermelha. Essa frequência invisível, que compõe o espectro da luz, permite a manipulação de diferentes cores e matizes.

Série fotográfica de Renan Cepeda em cartaz no Rio

(Rio de Janeiro, RJ) Renan Cepeda é reconhecido pelas pesquisas sobre técnicas fotográficas incomuns, como a fotografia infravermelha e o light painting, tendo sido contemplado por vários prêmios no Brasil e no exterior. Essa exposição individual apresenta uma série de fotografias da paisagem natural carioca, obtidas com o uso da radiação infravermelha que caracteriza o trabalho do artista.

Fotografias inusitadas de Renan Cepeda em exibição no Rio

(Rio de Janeiro, RJ) O carioca Renan Cepeda está em cartaz com a mostra individual “Wave”, que consiste em uma série de fotografias obtidas através da radiação infravermelha, técnica que o artista vem elaborando há mais de duas décadas. Nove fotografias de paisagens naturais da baía de Guanabara foram manipuladas e ganharam matizes inusitadas (verdes viram azuis, azuis viram vermelhos), resultando em imagens surreais.

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