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As múltiplas leituras da paisagem pelo olhar de cinco artistas

(Rio de Janeiro, RJ) Cinco artistas, incluindo a finalista do PIPA 2016 Luiza Baldan e Regina de Paula, lançam um olhar sobre a paisagem na exposição “Vista parcial”, que abre na próxima terça na Galeria Mercedes Viegas. Através da exploração do espaço urbano e natural, os participantes abordam diferentes aspectos da paisagem, ressignificando ou ampliando sua leitura por meio da fotografia.

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Cartografia e arte contemporânea lado a lado em “A vastidão dos mapas”

(Curitiba, PR) De um lado, um conjunto de mapas originais dos séculos XVI, XVII e XVIII. De outro, obras de artistas contemporâneos. A fórmula foi idealizada por “A vastidão dos mapas”, exposição que ocupa o Museu Oscar Niemeyer desde o final de maio. Exibindo 15 mapas do núcleo de cartografia da Coleção Santander Brasil em conjunto com obras de 33 artistas contemporâneos – entre eles, o vencedor do Prêmio PIPA 2012 Marcius Galan e o indicado Rodrigo Torres –, a mostra pretende questionar os espaços, as fronteiras, os fluxos territoriais e deslocamentos.

Mais de 100 artistas participam de exposição em ponto histórico paulista

(São Paulo, SP) Uma “invasão criativa”, assim o curador Marc Pottier define a mostra “Made by…Feito por Brasileiros”. Ocupando o Hospital Matarazzo, uma área de 27 mil metros quadrados a poucas quadras da avenida Paulista, a exposição apresenta obras de mais de 100 artistas brasileiros e estrangeiros. Ainda ostentando as marcas do tempo e do abandono, os prédios antigos são ocupados pela energia irreverente da arte contemporânea. A maioria das obras que integram essa mega exposição foi concebida pelos artistas especificamente para o lugar e tem a efêmera existência de 35 dias. Importantes nomes da cena contemporânea mundial, como Adel Abdessemed, Moataz Nasr e Jean Michel Othoniel, estão ao lado de consagrados nomes da arte contemporânea brasileira, como Tunga, Henrique Oliveira, Carlito Carvalhosa, Iran do Espírito Santo, Nuno Ramos e Vik Muniz.

Artistas PIPA em “Construções para lugar nenhum”

(Rio de Janeiro, RJ) “Construções para lugar nenhum” reúne obras de Amalia Giacomini, Antonio Dias, Beatriz Carneiro, Cildo Meireles, Enrica Bernadelli, Gisele Camargo, Julio Villani, Luiza Baldan, Marcia Thompson, Mauro Restiffe, Raymuyndo Colares, Tatiana Grinberg e Omar Salomão em uma galeria carioca. Luisa Duarte é responsável pela curadoria.

Artistas PIPA em “Construções para lugar nenhum”

(Rio de Janeiro, RJ) “Construções para lugar nenhum” reúne obras de Amalia Giacomini, Antonio Dias, Beatriz Carneiro, Cildo Meireles, Enrica Bernadelli, Gisele Camargo, Julio Villani, Luiza Baldan, Marcia Thompson, Mauro Restiffe, Raymuyndo Colares, Tatiana Grinberg e Omar Salomão em uma galeria carioca. Luisa Duarte é responsável pela curadoria.

“Construções para lugar nenhum”

(Rio de Janeiro, RJ) Na coletiva “Construções para lugar nenhum” são apresentados trabalhos de Amalia Giacomini, Antonio Dias, Beatriz Carneiro, Cildo Meireles, Enrica Bernadelli, Gisele Camargo, Julio Villani, Luiza Baldan, Marcia Thompson, Mauro Restiffe, Raymuyndo Colares, Tatiana Grinberg e Omar Salomão em uma galeria carioca. A curadoria é de Luisa Duarte.

Últimos dias | “As tramas do tempo na arte contemporânea: estética ou poética?”

(Ribeirão Preto, SP) Com obras adquiridas ao longo de 30 anos, a mostra pode ser dividida em três temas principais, todos relacionados à importantes períodos artísticos. No núcleo Construtivista, estão agrupadas obras geométricas que abordam questões cromáticas. No setor do Surrealismo, é possível perceber o onírico e seus ecos, principalmente no estranhamento provocado pelas obras ali expostas. Já a influência do Barroco, sobretudo o brasileiro, pode ser conferido em uma série de obras com formas orgânicas, de forte referência à temática do oceano.

“As tramas do tempo na arte contemporânea”

(Ribeirão Preto, SP) Para a curadora Daniela Bousso, esta mostra evidencia múltiplas formas de leitura possíveis na coleção e acolhe diferentes modos da expressão contemporânea, em diálogo aberto com a tradição do Modernismo, entre a década de 1980 e a atualidade pós-virada de milênio. “Ela é feita de resíduos, fragmentos, índices que nos auxiliam a perceber a fricção entre a estética e a poética, na arte contemporânea, nas tramas do tempo.”

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