Tagged Jean-Baptiste Debret

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A arquitetura de Paulo Mendes da Rocha dialoga com a arte no MuBE

(São Paulo, SP) O Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia (MuBE) abre no sábado “Pedra no Céu: Arte e arquitetura de Paulo Mendes da Rocha”. A coletiva busca estabelecer paralelos entre a arte e a obra do arquiteto do MuBE, hoje com 88 anos, reunindo tanto obras de artistas clássicos como Debret, grande referência do arquiteto, quanto de nomes contemporâneos, como os finalistas ao Prêmio PIPA André Komatsu e Daniel Steegmann Mangrané.

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“Linguagens do corpo carioca [a vertigem do Rio]” reúne 800 obras de artistas que captaram a essência da alma carioca em seus trabalhos

(Rio de Janeiro, RJ) Em cartaz durante os Jogos Olímpicos, a exposição toma como ponto de partida o corpo de quem vive na cidade para pôr em discussão a identidade social como uma espécie de gíria gestual. A abordagem transversal se repete em na exposição, que é dividida em núcleos e traz à tona as mais diversas faces da vida na cidade.

Últimos dias | “Do Valongo à Favela: imaginário e periferia”

(Rio de Janeiro, RJ) A parte do Rio de Janeiro que corresponde hoje aos bairros da Saúde e da Gamboa pode ser considerada a primeira periferia do Brasil. Esta mostra examina como foi sendo formado o imaginário cultural dessa região, por meio de sua presença na arte. Participam desta grande coletiva os artistas André Komatsu, Armando Queiroz, Ayrson Heráclito, Bárbara Wagner, Caetano Dias, Caio Reisewitz, Grupo Empreza, Henrique Olveira, Laercio Redondo, Marcelo Cidade, Matheus Rocha Pitta, Paulo Nazareth, Virginia de Medeiros e Waléria Américo, entre outros.

“Do Valongo à Favela: imaginário e periferia” tematiza a zona portuária carioca

(Rio de Janeiro, RJ) Tomando a história de exclusão da região portuária da cidade como ponto de partida, a exposição “Do Valongo à Favela: imaginário e periferia” examina como foi sendo formado o imaginário cultural dessa periferia, por meio de sua presença na arte. A mostra cria um percurso desde as imagens antigas do lugar e das atividades ali decorridas, até a elaboração da favela como questão de interesse da arte para muito além dos limites geográficos que lhe deram origem.

Mostra coletiva atrai visibilidade para zona portuária carioca

(Rio de Janeiro, RJ) André Komatsu, Armando Queiroz, Arjan Martins, Ayrson Heráclito, Barbara Wagner, Caetano Dias, Caio Reisewitz, Grupo Empreza, Henrique Oliveira, Laercio Redondo, Marcelo Cidade, Matheus Rocha Pitta, Paulo Nazareth, Virginia de Medeiros e Waléria Américo fazem parte dos artistas expostos em “Do Valongo à Favela”. A coletiva reúne ampla seleção de imagens e obras divididas em oito núcleos significativos. São eles: Praia Formosa, Rua do Valongo, Pequena África, O Bairro Rubro, Praça Mauá, Problema Social, Fato Estético e Periferia é periferia.

Zona portuária carioca ganha visibilidade com mostra coletiva “Do Valongo à Favela”

(Rio de Janeiro, RJ) André Komatsu, Armando Queiroz, Caetano Dias, Caio Reisewitz, Grupo Empreza, laercio Redondo, Marcelo Cidade, Matheus Rocha Pitta, Paulo Nazareth, Virginia de Medeiros e Waléria Américo fazem parte dos artistas expostos em “Do Valongo à Favela”. A coletiva ocupa integralmente o terceiro andar do MAR, reunindo ampla seleção de imagens e obras divididas em oito núcleos significativos. São eles: Praia Formosa, Rua do Valongo, Pequena África, O Bairro Rubro, Praça Mauá, Problema Social, Fato Estético e Periferia é periferia.

Exposição coletiva sobre exclusão social reúne obras de mais de 30 artistas

(Rio de Janeiro, RJ) “Do Valongo à Periferia” aborda ideias de “periferia” e “periférico” que atualmente são de importância vital para a arte contemporânea, colocada aqui em diálogo crítico com vestígios de um passado que vai sendo revisto e reinventado. Com obras de André Komatsu, Armando Queiroz, Caetano Dias, Caio Reisewitz, Grupo Empreza, Laercio Redondo, Marcelo Cidade, Matheus Rocha Pitta, Paulo Nazareth, Virginia de Medeiros e Waléria Américo.

Zona portuária carioca é tema da coletiva “Do Valongo à Favela: imaginário e periferia”

(Rio de Janeiro, RJ) Tomando essa história de exclusão como ponto de partida, a exposição “Do Valongo à Favela: imaginário e periferia” examina como foi sendo formado o imaginário cultural dessa periferia, por meio de sua presença na arte. A mostra cria um percurso desde as imagens antigas do lugar e das atividades ali decorridas, até a elaboração da favela como questão de interesse da arte para muito além dos limites geográficos que lhe deram origem.

Mostra retrata ao bairros cariocas da Saúde e da Gamboa como a primeira periferia do Brasil

(Rio de Janeiro, RJ) A mostra “Do Valongo à Favela: imaginário e periferia” aborda ideias de “periferia” e “periférico” que atualmente são de importância vital para a arte contemporânea, colocada aqui em diálogo crítico com vestígios de um passado que vai sendo revisto e reinventado. Com obras de André Komatsu, Armando Queiroz, Caetano Dias, Caio Reisewitz, Grupo Empreza, Laercio Redondo, Marcelo Cidade, Matheus Rocha Pitta, Paulo Nazareth, Virginia de Medeiros e Waléria Américo, a exposição está em cartaz na Zona Portuária.

Mostra coletiva “Do Valongo à Favela” retrata a zona portuária carioca

(Rio de Janeiro, RJ) Tomando essa história de exclusão como ponto de partida, a exposição “Do Valongo à Favela: imaginário e periferia” examina como foi sendo formado o imaginário cultural dessa periferia, por meio de sua presença na arte. A mostra cria um percurso desde as imagens antigas do lugar e das atividades ali decorridas, até a elaboração da favela como questão de interesse da arte para muito além dos limites geográficos que lhe deram origem.

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